Opinitivo e Pessoal

Emoções, lembranças e viver bem!


Eu leio bastante. Ouço música muito. Assisto a filmes, séries e programas de TV. Leio HQ, Mangás e estudo tutoriais, passo-a-passo. Ou seja, minha vida é isto e não existe sem esta lista de eventos, coisas, tarefas, afazeres. Não tenho uma vida corrida. Minha vida é comum, suada, rotineira. E, não penso que este modo de viver seja chato. Às vezes reclamo de mim mesmo e minhas incapacidades, inabilidades, em organizar, projetar e executar uma vida financeira, a ponto de haver uma condição social melhor. Isto é, uma melhor condição financeira. Nada mais.

Do ponto de vista das relações afetivas, não tenho do que reclamar. Penso e vivo de acordo com o que sei. As emoções, sejam elas de qualquer natureza, é que desgraçam com nós. Tanto quanto, são as emoções que nos proporcionam as melhores sensações e nos dão a ideia de sermos ou não, de estarmos ou não felizes, bem-sucedidos, alegres, contentes.

Hoje, assistindo a um episódio de uma série uma cena me emocionou. É o primeiro abraço de pai e filha depois de muitos anos. E, em mim, bateu a emoção de que, em muitos momentos estive com meu pai. Convivi com ele. O abracei. O beijei. Lembro, quando pedia beijos e dizer que o amava. Talvez fosse a maneira dele de alimentar a sua carência afetiva. E, nesta cena me bateu a emoção.

Eu chorei! Não que a cena tenha me feito chorar por ela, mas, chorei por saber que, tenho apenas as memórias de abraços, beijos e muitas outras lembranças de meu pai, irmãos, irmãs e mãe.

Eu amo sentir emoções, e, sei, não as alimentar é arriscado pagar uma taxa muito alta depois. Por isto, prefiro sentir todas as emoções possíveis, do que, ser obrigado a conviver com emoções negativas. Não há em mim, pensamentos e emoções do tipo: “ah! Eu deveria ter dito isto!”; “Eu deveria ter ido lá”; “eu poderia ter mudado a situação…”. Não! Não tenho, não quer dizer que não as terei. Porém, vivo de tal maneira a não tê-las.

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Um comentário em “Emoções, lembranças e viver bem!

  1. Voce é um sortudo.
    Às vezes eu acho que morrerei solitaria, visto que com 36 anos ainda nao tenho nem filhos e nem marido, so um cachorro e uma gata.
    Agora pior mesmo, eu gosto de chegar em casa, ficar no meu quarto, sair quando quiser. Eu gosto dessa vida.

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