Opinitivo e Pessoal

A evolução do gênero feminino: as traídas, doravante, pagam R$ 50,00


Fredão fez aniversário recentemente.

Zé Ulisses fez-lhe uma visita, e, assim, nesta coincidências e armações do senhor Destino, nos encontramos naqueles instantes.

Fredão e Zé Ulisses, grandes observadores sociais, analistas do comportamento humano – são especialistas, mas, sem diplomas, sem livro de filosofia impressos.

Pois bem!

Eles conversavam sobre as mudanças sociais perceptíveis nas últimas décadas. Em um dos aspectos, comentando sobre o comportamento de gênero, guerra de sexo, feminismo e coisas correlatas, um deles, não sei qual dos dois fez o seguinte comentário:

– Não faz muitos anos, as mulheres quando sabiam que seus maridos lhes eram infiéis, faziam de tudo para ocultar as trapaças e safadezas do marido. Sofriam caladas. Choravam às escondidas. Confessava ao padre seus dissabores.

-É! Depois passamos rapidamente por uma “brevíssima era” – fez sinal com ambas as mãos de aspas – das mulheres que não aceitavam a traição, pediam divórcio e enfrentaram valentemente a sociedade contrária a dissolução do matrimônio.

Antes de concluir o raciocínio… o outro interrompeu e disse:

– E finalmente chegamos a esta era da mulher empoderada, que, pensando estar humilhando a outra parte, ao surpreender o infiel em flagrante adultério, paga-lhe cinquenta reais.

Eu olhei para eles, e, dei uma alta, forte e estridente gaitada!

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