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Niilificação de Clarissa Pinkola Estés


Relembrando

clarissa pinkola

imagem do Bing Imagens

Faz algum tempo que fui bombardeado pelos adoradores da Clarissa Pinkola Estés. Então descobri que, segundo estes adoradores, entender o que a Clarissa Pinkola Estés escreve, não é para qualquer um! Segundo testemunhos dos discípulos e adoradores da Clarissa Pinkola Estés para eu compreender, ter entendimento, sabedoria, condição para tal atividade, é necessitaria fazer uma viagem às mais profundas e ocultas camadas da alma humana, conseguir encontrar uma passagem secretíssima para chegar a um lugar, onde tem uma luz, que indicará o caminho para eu trilhar, e somente depois, desta aventura, talvez, se eu tiver uma mente privilegiada, eu consiga entender pelo menos uma das explicações dela.

Isto, segundo os adoradores dela.

Pelo que já li, minha concepção é simples: tanto a autora, quanto os discípulos e adoradores, são pessoas frustradas, depressivas, angustiadas, que necessitam de pílulas para dormir, livro de autoajuda para orientar, conselheiros para evitar que façam besteiras constantemente, ou, para que saibam escolher o que vai vestir, comer, beber, hora de ir, de vir, e orientação para o dia de amanhã, como fazer a coisa certa, encontrar a felicidade … etc. e tal.

Nada contra a certo tipo de pessoa que necessitam de acompanhamento, mas, tudo contra a estas pessoas mesmerizada que vivem babando sabedoria extraída do NIHILL que a Clarissa produz.

Aproveito a oportunidade para DESMISTIFICAR mais um (em parte) capítulo do livro: “Mulheres que correm com os lobos“.

Capítulo 6. A procura da nossa turma: A sensação da integração como uma bênção. – O patinho feio: a descoberta daquilo a que pertencemos.

Como afirmei noutros textos sobre a autora, ela tem uma mágoa com o gênero masculino e com tudo que é símbolo masculino. Ela entende e exibe o masculino como algo do mal, algo tenebroso, terrível, grade para as mulheres, prisão da divina espécie.

Não sei o que aconteceu a ela, para ter, manter, propagar e insistir tanto na difamação e destilação de ódio a nós homens, ou, a nós machos, nós, do gênero masculino. Para redundar e enfatizar a ideia.

Eis como começa o capítulo:

Às vezes a vida dá errado para a Mulher Selvagem desde o início. Muitas mulheres tiveram pais que as observavam enquanto eram crianças e se perguntavam  perplexos como esse pequeno alienígena  havia conseguido se infiltrar na família. Outros pais estavam sempre olhando para os céus, ignorando a criança, tratando-a mal ou dando-lhe aquele olhar enregelante.

Quanta demonização aos homens que são pais; aos homens que cuidam de sua família; aos homens que olham suas filhas com amor, carinho, atenção, dedicação, proteção e preocupação. Este tipo de homem, se, e quando existe, é por que ele descobriu dentro dele, a “mulher selvagem”. Ou, um homem para ser bom, tem que ter a inspiração da mulher selvagem, e se, e quando, você encontrar uma mulher do mal, é por que ela é fruto da sociedade machista.

Esta é parte do primeiro parágrafo do capítulo e identifico alguns pontos negativos e destrambelhados da autora.

Ao começar assim: “Às vezes a vida dá errado para a Mulher Selvagem desde o início”. A mensagem diz explicitamente que algumas mulheres tem a vida dificultada desde que nasce. Ou, a vida da “Mulher Selvagem” é complicada, dificultada por natureza, mas, que existe algumas azaradas mais do que o normal, e tem a vida piorada desde que nasce.

A frase “Muitas mulheres tiveram pais…” A palavra “pais” na frase, poderia ser entendida no sentido de “os genitores, os antepassados, os ascendentes, o pai e a mãe”, mas que? A Clarissa? Não! Ela não escreveu com este sentido e significado. É só fazer uma interpretação, nem tanto elaborada para provar o que afirmo.

A frase significa isto: “Muitas mulheres teve um pai que a observava”. E não estou inventando, nem criando uma falsa interpretação. A frase tem o sentido identificador do gênero masculino como sendo aquele, que discrimina e não sabe lidar com a criatura do sexo feminino desde o início.

Para a autora, estes pais “se perguntavam perplexos como esse pequeno alienígena…” Assim, nós homens, ao olhar uma criança do sexo feminino não entendemos, não compreendemos, tememos; e por ser alienígena, transfere para nós homens, pais, machos, masculinos a culpa e dolo de que as desejamos mal e pior: praticaremos tais males; as vemos como invasoras; as vemos como inimigas que se infiltrou para o nosso mal e destruição; as vemos como um bicho de outro planeta que ameaça a todos nós e nossa soberania masculina.

Quanta maldade desta mulher que é tão venerada por seus sequazes mesmerizados.

O segundo parágrafo ela destila revanche e vingança como autoajuda eis:

Anime-se a mulher que passou por isso. Você já se vingou por ter sido “impossível” de criar e uma eterna pedra no  sapato deles, embora não por culpa sua. Talvez até mesmo hoje seja capaz de lhes inspirar um medo abjeto quando aparece à sua porta. Até que não está mal em termos de vingança inocente.

Na marcação em vermelho a prova de que no parágrafo anterior “tiveram pais” é referência ao gênero masculino. E pior, segue a técnica muita adotada por esquerdistas, feministas de inocentar seus pares, jogar o jugo e a culpa no outro extremo e opositor; “Não por sua culpa” diz ela. O errado, o problema, são eles. Você é inocente, pura, virginal, angelical, deusa, imaculada. Eles é que são os monstros da nossa existência.

Porém, ela reconhece o poder do “oponente”. Ela reconhece que o gênero masculino está no poder e que não é possível obter a vitória, tomar o poder, estar por cima. Não! Ela escreve: “Talvez até mesmo hoje seja capaz de lhes inspirar um medo abjeto”…

Quanto ódio para uma autora tão amada, idolatrada, reverenciada. Não por mim e por outros milhares de humanos que vemos nesta tática rasteira de divisão feminista e de origem dos porões das almas de pessoas infelizes.

Depois destas doses nada homeopáticas de suas peçonhas Clarissa dedica algumas páginas para a história de Hans Christian Andersen: “O patinho feio”. – Pelo título da história, percebe-se que o gênero é masculino, o adjetivo é masculino. Ele é pato; ele é feio. A Clarissa em poucos parágrafos vai dizer que é uma história que revela o que acontece na vida de “TODAS AS MULHERES DO GÊNERO FEMININO”. Tanto pior, são os saltos entre os mundos que ela faz.

As vezes em um parágrafo ela afirma, “as meninas” dando ênfase ao gênero, e, no outro, ela usa o termo “as crianças”, e outro, usa a palavra pessoa, no sentido antropológico, porém, e além disso, com ênfase especial, no termo pessoa do gênero feminino. Não sabe o que quer, ou, aproveita qualquer argumento para impor suas ideias.

Tem também o que ela denomina de “mulher selvagem”, que é uma estrovenga inexplicável, mas, que ela insiste em afirmar que toda mulher e todo “homem iluminado” consegue ver, conviver, aproveitar, aprender, se instruir, viver melhor, com esta tal de “mulher selvagem interior” de cada um.

Exemplo do que vai acima:

  • As meninas que demonstram ter uma forte natureza instintiva muitas vezes passam por sofrimentos … p. 218;
  • A menina é rejeitada pelo mesmos motivos que vemos na história do patinho feio … p. 218;
  • Na fantasia dos pais (progenitores) qualquer dos filhos que tenham será perfeito e refletirá … p. 219
  • … as questões da mulher selvagem rejeitada geralmente são duplas…
  • Cuidaremos aqui das questões íntimas da pessoa rejeitada…

Haja paciência, disposição e fé para aceitar tantas e variadas teses estrambólicas. Acreditar no que esta mulher escreve é mais difícil do que acreditar na Bíblia, mas, os seus adoradores, dizem o contrário. Ao menos o texto bíblico tem mais coesão, clareza, propósito.

A deturpadora.

Clarissa deturpa a história de Hans – “o patinho feio” – sandiçal e propositadamente com o objetivo de enlevar o gênero feminino. Não sei de onde ela tirou a história que está no livro com detalhes inseridos para favorecer seu ponto de vista. Podem comparar e verão. Para sustentar suas opiniões ela modifica todas as histórias, e, ou, por outra, ela deve pensar que suas modificações enriquecem a história original. Quanta presunção!

Nas versões espalhadas, o patinho feio FOGE; para dar sustentação a suas sandices, Clarissa afirma que a pata DESEJA e DIZ: como eu gostaria que você fosse embora… e então, o patinho feio FUGIU.

A prevaricadora.

Até quando há falhas no comportamento, como a mãe pata que, na história da Clarissa, tem vergonha do filho, aconselha ao filho fugir, ir embora, sair do meio deles… até este comportamento negativo, ela justifica com: não é culpa dela agir assim; foi a sociedade; foi a cultura; foi a religião… não muito diferente dos que defendem os marginais justificando com frases do tipo: é a sociedade; vítimas da sociedade; vítimas do consumismo; vítimas da falta de políticas públicas; … nunca é culpa do culposo e doloso em questão.

A técnica e a tática dela é enaltecer o gênero feminino e desprezar o masculino. Se existe algo negativo na conduta do gênero que ela prega autoajuda, evidente que não são culpadas, elas são vítimas, “desde o início”… quando são vistas como alienígenas.

Eu me divirto com as contradições.

Noutros textos fui severamente criticado. A crítica mais comum foi que eu não sei entender o conteúdo da Clarissa Pinkola Estés. E também, que sou burro, que não sei de nada… e também, que, como já disse lá no início do texto: é necessário fazer a caminhada, do tipo, o caminho de San José, para receber iluminação necessária.

Pois bem! Eis que, a autora escreve na página 220: “Embora possamos interpretar a mãe da história como um símbolo da nossa própria mãe exterior, a maioria dos adultos tem agora uma mãe interior, como legado da sua mãe verdadeira, […], essa mãe interior compõe-se não só da experiência da mãe pessoal mas também de outras figuras maternas das nossas vidas, bem como das imagens da mãe boa e da mãe perversa exibidas pela nossa cultura da época de nossa infância”.

Está escrito isto aí acima e é de fácil entendimento. A mãe pode ser: mãe, a genitora; mãe interior, supostamente é uma personalidade desenvolvida nas crianças pelo convívio com a mãe, pelo convívio em sociedade, ambiente social em que vivemos. Sem novidades com a visão dos esquerdistas.

Adiante no capítulo leio isto na página 225: “A mãe pata, como podemos ver, é muito simplória e ingênua. O tipo mais comum de mãe frágil é de longe o da mãe sem mãe, […]. Existem muitos motivos para que uma mãe psíquica e/ou concreta aja dessa forma. Pode ser que ela própria seja uma mulher sem mãe. Ela pode ser uma dessas mães frágeis, psiquicamente muito jovens ou muito ingênuas. “

É isto ai! Isto é Clarissa Pinkola Estés. Numa página, todos temos mãe interior, pois, lhe convêm! Noutra, para justificar os erros de seu gênero, são declaradas heroínas, pois, são mães sem mãe. Sem referência, sem amparo… opâ! E a tal da composição da mãe interior dita na página 220? (“essa mãe interior compõe-se não só da experiência da mãe pessoal, mas também de outras figuras maternas das nossas vidas, bem como das imagens da mãe boa e da mãe perversa exibidas pela nossa cultura da época de nossa infância”)

Conclusão

Se você é um do mesmerizados da Clarissa, esteja à vontade. Escreva o que quiser. Eu publicarei, exceto, os que excederem em palavrões, baixarias e coisas de baixo nível. Se comporte!

Até aqui, é só o que tenho que escrever, teria mais, no entanto, o texto ficaria muito extenso. Este texto já tem mais de oito mil caracteres, o que dá quase 5 páginas completa de A4, e não estou nem na metade do capítulo.

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