Opinitivo e Pessoal

Como as mulheres agem após as separações


Ao contrário do que muitas pessoas aceita como verdade, eu tenho AMIGAS. E, penso que minha esposa tem AMIGOS, e há, em mim vários conceitos que são separados, e que entre eu e minha esposa estão alicerçados, como por exemplo, este conceito.

Nestes últimos meses, tenho visto muitas amigas passarem por um processo, as vezes traumático, outras vezes, um processo longo, mas, também de alivio, que é ter que sair de um relacionamento. Apesar do processo ser o mesmo: divórcio, separação, “largação” … não são todos iguais, e nem tem como ser. Entretanto, há elementos semelhantes entre todas elas.

– Mudança de estado civil.

Mesmo, quando é a mulher quem toma a iniciativa de terminar o relacionamento – e são elas quem mais agem assim – a mudança de um estado civil para outro, não é algo que acontece de imediato. E, a demora tem explicação na cobrança, que até mesmo elas impõe a si mesmas.

Algumas de minhas amigas, por exemplo, esperaram que o ex-marido, namorado, noivo, companheiro, tivesse um caso, uma outra mulher para então elas definirem, decidirem achar que de fato, o estado civil delas estava alterado.

– O medo da classificação.

O item anterior – Mudança de estado civil – também influencia a vida destas amigas. Ao saí, por exemplo de um casamento após 11 anos, uma amiga, permaneceu dois anos solteira, para, só então decidir se expor, dar a chance de um outro homem fazê-la feliz. E, a demora tem a explicação simples: “não queria ser classificada como vagabunda, fácil”

Uma outra, me disse que ficou quase três anos sem tocar em homens por que não queria dar motivos para a mãe dela, que lhe cobrava pudor, moral e comportamento social de acordo com algum padrão, sabe-se lá, que por exemplo, lhe exigia abstinência sexual, e namoro casto, para não manchar o nome e a boa fama familiar.

– Tolerância e perdão aos infiéis.

Homem ser canalha, infiel, desleal, e até, violento é visto como sendo da natureza masculina, no entanto, pelo menos duas amigas, em conversas recentes, me disseram ter tolerado, o que diziam não suportar, em nome dos bons costumes, e de um padrão moral que cobra das esposas, o que não se cobra dos machos, a saber: tolerância com os erros, e estarem prontas para perdoar e conviver na situações cruéis e insanas, do tipo, “eu sei que ele é assim, mas, eu suporto, perdoo, e sempre o aceitarei”

Isto, as vezes, é visto como um padrão social exigido para as mulheres manterem seus relacionamentos, e que, as intolerantes com os infiéis, e as que não perdoam as infidelidades, são vistas como mulheres más, mulheres que não seguram casamentos e maridos.

– O padrão feminino, pelo feminino.

As histórias de certas amigas me são caras. E, a natureza feminina, em sua mais ampla maioria, é coisa de análise. Esta semana, após os festejos juninos, ouvi duas conversando sobre seus respectivos ex-companheiros. São dos raras exceções em que elas foram abandonadas. Uma delas foi em novembro de 2012, ou seja, ainda está recente. E, comentava com a outra amiga, que, ao estar na festa, aproveitou para vigiar o ex-marido da amiga e lhe disse, talvez, com a intenção de aumentar seu estima:

– Eu vi ele lá nas barracas com uma mulher. Pensa numa criatura feia! Aff! como é que tem homem que pega umas coisas daquela?

Ela por sua vez também comentou que tinha visto ele com esta outra, e que, em seguida veio embora, pois, não queria ficar encontrando com os dois lá na praça. Se há homens que pensam que a ex-companheira é como uma reserva, uma peça de acessório que ele deixa ali para usar quando precisar, há, muitas mulheres que esperam algum tempo pelo retorno do sujeito que não lhe fez feliz; é algo estranho para mim, que, algumas amigas, mesmo não se sentido felizes, e, tendo um certo alivio com o rompimento, por algum tempo, ainda esperam reatar o relacionamento fracassado, e, o que volta ao item anterior: estão dispostas a perdoar e tolerar as infidelidades, as deslealdades masculinas.

Cada uma de minhas amigas vivem suas realidades com as cores, e as matizes mais variadas, e, me é curioso, espetacular, fantástico acompanhar como cada uma procura resolver suas vidas. Algumas repetem os modelos, e reforçam os estereótipos, outras no entanto, já estão em outra realidade, e vivem novo começo, novas experiências.

A vida continua para muitas, enquanto, a vida acaba para outras. E todos somos assim, apenas humanos vivendo sem manuais, em especial, manual de como sermos quem somos, sem saber como agir, quando o assunto é emoções. Fato é, que, nas questões referentes as separações, ao término do relacionamento, há diferenças entre as mulheres, e, os padrões de exigências entre umas e outras. Algumas sofrem mais que outras; outras se libertam com facilidade, enquanto outras, preferem permanecer enredadas em certas circunstâncias.

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3 comentários em “Como as mulheres agem após as separações

  1. Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do começo. Sou uma garota de corpo fino, 1,60m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação, e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos, e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para sacanagem, e um belo dia o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo aliás não é muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande.

  2. Ó Profeta! Por certo, tornamos lícitas, para ti, tuas mulheres, as quais concedeste seus prêmios; e as escravas que possuís, entre as que Allah te outorgou, em espólio; e as filhas de teu tio paterno e as filhas de tuas tias paternas, e as filhas de teu tio materno e as filhas de tuas tias maternas, que emigraram contigo; e toda mulheres crente, caso dadive o Profeta com si mesma, se o Profeta deseja esposá-la, sendo-te isto privilégio, com exclusão dos demais crentes … (NASR, ênfase adicionada).

  3. Oi, Adão!
    Taí algo que não sei opinar. Na minha família desde os meus avós, não tem caso de separação. As minhas amigas, muitas ainda não se casaram e as que se casaram, continuam casadas. O que eu sei vem de histórias contadas pelos outros, de que a mulher suporta muito mais os erros masculinos, até que ela dá uma basta. Quando ela chega no ponto de querer separar, não tem volta.
    Deve ser bem difícil morar em uma cidade pequena e ver a pessoa que você conviveu por tantos anos se degradar com escolhas impensadas. Acredito que tanto homens quanto mulheres entram na paranóia de não querer ficar sozinhos e acabam ficando com quem não devem. Legal suas amigas se preservarem por um tempo. Acho justo para colocar os sentimentos nos lugares certos, estruturar a nova vida e no caso de filhos, estes terem tempo para aceitar a separação dos pais.
    Boa semana!!
    Beijus,

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