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Os agentes do Destino.


Sabe aquela ideia que você teve sobre um assunto e que pensou algo do gênero:

  • isto daria para escrever um livro;
  • Se eu conhecesse um novelista passaria esta ideia para uma novela;
  • É um roteiro de um ótimo filme;
  • etc.

Passam se os dias, as semanas, os meses, e alguns anos, e pimba! Você descobre que aquela ideia alguém escreveu um livro, fez uma novela ou fez um filme maravilhoso, e ai você fica se perguntando como foi que sua ideia chegou lá nesta outra pessoa. Bem, isto aí, é o que alguns teóricos chamam de ressonância mórfica, uma outra tese dentro da teoria dos Campos Mórficos  de Rupert Sheldrake. Uma herege para muitos. Eu gosto das excentricidades dele.

Bem, vamos ao que interessa. Faz muito  tempo que eu divirjo de vários argumentos sobre nós termos Livre Arbítrio. Que nós decidimos. Que nós somos seres capazes de decidir o certo e o errado, o santo do profano, o puro do impuro, as virtudes dos vícios e por ai vai toda a linha maniqueísta. Pois bem! Várias ideias eu escrevi nos muitos textos deste blog, no outro blog, e muitos se perderam nas duas catástrofe que ocorreram com o servidor da holística.com.br de forma que, ainda que eu queria, só encontrarei resquícios do que falo.

No filme; Os agentes do Destino muitas das ideias que escrevi foram ali abordadas de uma forma maravilhosa. O filme conta a história de David. Um político candidato ao  Senado Americano e antes de fazer o discurso de que perdeu, ele conhece Elise Sellas no banheiro masculino. Ela era uma penetra. Eles se beijam inexplicavelmente. Depois das apresentações dos personagens, vemos dois homens combinando algo: Não atrase! Antes das 7:05 você tem que fazer com que ele derrame o café. Porém, isto não acontece, e o segundo encontro acontece entre eles. Daí por diante. Bem, é melhor você assistir ao filme.

Além de eu ter gostado do filme, tem alguns diálogos que me agradaram, pois, os mesmos, foram muitas vezes escrevi aqui, e nos demais blogs. Em especial, as alusões ao cabeça, que para mim, faz referência a Destino, que, segundo a mitologia é uma divindade, que todas as demais coisas, eventos, pessoas e até os deuses lhe estão subordinadas ou, pior, estão sob seus caprichos, e tudo que acontece agora, o que já aconteceu, e o que acontecerá, é o que é, porque está escrito no livro de Destino.

No filme se explorar estes conceitos da divindade Destino, bem como, apresenta o Acaso, como um evento que pode acontecer, e por isto, existem os tais agentes. O filme também argumenta sobre o Livre Arbítrio, e, o ponto de vista expresso no filme, é muito próximo do que argumento. É, por assim dizer, nossa ressonância mórfica.

O filme é gostoso de assistir. A história dos personagens cativa, em especial o publico feminino. E, a atração de ambos é explicado na seguinte frase: Em um plano antigo, eles nasceram um para o outro. Raramente faço indicação de filmes. Este, eu indico pela ressonância mórfica, bem como, por ter gostado do filme.

Valeu cada minuto dedicado a ele.

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