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Eu vigio e zelo de meus filhos e também aqueles com quem eles se relacionam!


Esta semana aconteceu algo que nos deixaram  preocupadíssimos. Aconteceu que, estando comprando lanches que nossos filhos pediram e um colega e amigo, quando nos viu perguntou por ele, e em seguida, começou a dizer que estava  preocupado pois a galera tinham cercado eles.  Ai eu disse: Coooorre! Eu seguro eles! Ai galera correu atrás dele e eu fiquei dando porrada. Mas, ai, eu não sei se pegaram ele ou não! Agora estou tranquilo em saber que ele está em casa bem e dormindo!

Neste episódio vimos alguns elementos preocupantes e que nos fez aumentar a “vigilância” sobre o ambiente em que cerca nosso primogênito, e desde então temos aumentado os conselhos e redobrados os argumentos contra o uso das drogas e também sobre as companhias. O comportamento e o modo como aquele jovem estava não era por uso de álcool. Ele não tinha cheiro, nem comportamento de bêbado. Não sei se os pais dele conseguem perceber a situação, mas, eu fiquei preocupado. Afinal, meu filho já estava em casa desde as 19 horas. A alucinação e a paranoia de perseguição e de que estavam correndo perigo, é mais característico de outros tipos de drogas do que do álcool em certas dosagens.

A realidade da região.

A macro e a micro região de Irecê tem aparecido com certa frequência nas noticias estaduais e nacional com destaque às apreensões, prisões e grandes extensões de terras utilizadas para o cultivo de drogas.

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Não são gramas apreendidas. São toneladas. São plantações extensas. Carros pequenos, médios e grandes. Ou seja, a região está, inquestionavelmente ligada a produção, e também, em consequência disso, tem aumentado o número de usuários.Diante da situação cabe a nós pais estarmos alertas e de “orelhas em pé”, “de olhos abertos” para proteger e auxiliar nossos filhos.

A realidade das famílias

Estamos todos em perigo e nesta, e dentro desta realidade, já orientei, já conversei, já expliquei ao filho mais velho sobre o engano que são as drogas. Nem digo e nem uso outro tipo de argumento, como por exemplo: você fez tratamento disso. Você pode complicar sua saúde. Não! Nada disso. Disse logo:

– “Não experimente e não permaneça nas rodinhas de “amigos” que estejam usando algum tipo de droga. Mantenham muita distância deles.”

– “Não pegue em pacotes, trouxinhas, caixas, envelopes,  nem objetos deles para transportar para qualquer lugar, ou para entregar fulano, beltrano ou cicrano.” A lei é permissiva com o usuário, mas, sem alento para com aquele que transporta, que entrega. Este é classificado como traficante.

– É melhor ficar só numa festa, do que estar juntos, na prisão;

– É melhor ficar só em casa, do que ficar só, numa clinica de recuperação;

Também uso de ideias e comportamento extremista. Já estou olhando o comportamento de alguns amigos de meu filho. E, notando o comportamento, tendo provas de que está usando algum tipo de droga, a nossa regra é simples: Havendo negação do uso, mesmo diante das provas lógicas e visíveis; Havendo desrespeito aos conselhos e orientações dadas; descumprimento aos pedidos de mudanças, e não existindo meios de ajudar, o mais simples é dizer:

“- Não venha nesta casa, e nem ande com meu filho.”

E o mesmo conselho é dado a ele, o meu filho:

– “Não traga este moço aqui! Não permita ele vir aqui! Nem ande com ele.”

Afinal, a vida dos outros deve servir de espelho para nós! Não é agradável ver e saber desta realidade:

SP: mãe se vicia ao tentar resgatar filho na Cracolândia

SP: mãe se vicia ao tentar resgatar filho na Cracolândia S. Paulo, em vez de levar o garoto viciado em crack de volta para a casa alugada em Ela deixou a profissão de auxiliar de enfermagem para se tornar catadora de

É verdade que estes cuidados e este comportamento pode não evitar que ele se envolva com drogas, nem tenha amigos que estejam envolvidos com tais substâncias, entre vários outros. Mas, não é por me faltar este poder de onisciência e de onipresença que devo me eximir da responsabilidade de pai. Não é por existir tantas ONG´s, e outros serviços sociais preocupados na recuperação de viciados que devo eu baixar a guarda. O bom mesmo é estar prevenido e protegido. Cito a meus filhos o meu exemplo:

– Eu abandonei a amizade de alguns amigos de infância, na minha adolescência. E o motivo foram dois: as drogas e a violência. Ou estavam envolvidos com uma, ou estavam, usando a outra. É tanto que a maioria deles estão: mortos por causa das drogas, ou mortos, vitimados pela violência. Enquanto eles não estavam envolvidos com ambas, eu até enfrentei meus pais. Mas, vendo e comparando com as orientações paternas, o melhor foi estar afastado deles. “Os filhos são um presente do Deus Eterno” (Salmo 127) e eu zelo destes que me chegaram.

 

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