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Minha vida: não é questão de ser ou não justa. É o que acontece!


Minha vida não é um mar de rosas. Minha vida é a vida dos homens conscientes. Minha vida é hoje o que pude agregar nestes breves anos de existência. Aprendi a não julgar uma mulher por seus relacionamentos. Por seus casamentos acabados (fracassadas) ou mantidos (feliz e bem sucedida). Mantenho minha linha, e venho obtendo, e tenho este comportamento, por que li, por exemplo, o dialogo de Jesus com a mulher samaritana. Aprendi, lendo, o respeito que culturas antigas dedicavam às mulheres. Não sou dos simpáticos com vários caminhos propostos. No entanto, não sou dos que saio por ai advogando isto e aquilo em nome do gênero. Às vezes sou machista. Às vezes sou o macho alfa. No entanto, evito ao máximo ser o homem que meu pai por longos anos exemplificou para mim. É um modelo que não me agradou. Nunca! O homem violento e forte com os fracos: esposa e filhos ainda crianças!

Assim como abomino o modelo de macho de meu pai, é de igual forma por mim, visto como execrável as atitudes de certas feministas. Agora deram, de uns tempos pra cá, enviarem correios eletrônicos para mim, com conselhos e textos, com a clara ideia e vontade de “salvar a alma” desta pobre criatura que não ama as mulheres: Adão Braga.

Quando estou com problemas é que minha mente mais trabalha. E, não só eu. Somos assim. Quando exigidos produzimos e somos mais criativos, imaginativos. Esta semana tenho um quadro agravado de saúde aqui em casa. Faz algumas noites que tenho que velar sobre Pedro Henrique. Não só eu. De uns tempos pra cá, minha esposa também tem revezado comigo. Ah! Não se espante. Eu sempre fiz isto. Faz parte do acordo com ela. Eu cuido das crianças enquanto você dorme. Nem é de agora.

Pois bem! Além de tudo que passo. Além da forma como vivo. Além da maneira como levo adiante a família, a esposa, os filhos, as responsabilidades, ainda tenho que lidar com as acusações. Não digo que não são importantes, pois são. Algumas acusações e ideias que fazem a meu respeito caem por si mesmo, sem que eu tenha que abrir a boca para me defender… Outras, no entanto me perseguiram por longos anos, até caírem no esquecimento.

– O tarado!

No internato do IAENE nos anos de 91/92 sofri por, pelo menos doze meses a acusação de ser um tarado! Foi um período que, para muitos, deveria ser deixado lá no passado. Mas, eu não o esqueço, pois, me faz lembrar constantemente que tipo de homens os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia tolera e aceita para administrar suas instituições, colégios, clinicas e igrejas. Muito tem baixa qualidade moral, ética e parcos conhecimentos de como viver em comunidade. Muito são tiranos, autoritários e perseguidores.

São pessoas também que agem como agentes de difamação. São caluniadores, difamadores e injuriadores. Dez anos depois de sair do internato ainda sofria com eles, como uma sombra me perseguindo. Foi quando resolvi contra-atacar. E, me livrei deles. Mas, jamais conseguirei fazer com que pessoas que lá viveram que lá estiveram, tenham ideia e conhecimento a meu respeito a não ser: Adão Braga o tarado do IAENE em 1992/93.

O espancador de esposa

No inicio da década de noventa uma pessoa da família de minha esposa me fez uma ameaça. Disse que me mataria. Não sou um homem diferente dos demais homens em certas circunstâncias. O que me diferencia, talvez, é que não tenho pressa para nada nesta vida. Nem para morrer. Fui à delegacia e registrei a ameaça. Começava ai, minha reação. Fui depois ferido em uma briga braçal com o referido sujeito. Fiz outra queixa crime e um corpo de delito. Procurei um advogado. Orientei-me sobre a legislação e perguntei se em caso de uma fatalidade, como é que eu poderia usar a defesa putativa a meu favor. – Ai está uma de minhas diferenças. Se necessário, uso o que está à disposição do gênero. Apenas com sofisticação.

Desta época, o que ficou marcado foi à defesa do sujeito, amparado por sogra, e três cunhadas: ele bate em minha irmã! Por volta da metade da primeira década, uma senhora, casada com o primo de minha esposa disse que não conversava comigo e não queria nunca saber de mim, por que: eu tenho cara de homem que bate em mulher.

Ela só confunde feiura com pessoas violentas ou quem sabe, para ela, todas as pessoas feias também são as feras e todas as bonitas são as belas. Só se for! Penso que é só um distúrbio! Dela e nela! Não de nós feinhos. Não necessariamente os feios são espancadores de mulher. Não é Dado? Nem os anônimos. Não é Netinho? Não é Mel Gibson? Não é Cadú? […]

Eu posso dizer: Nunca bati em minha esposa. Mas, já fui acusado e já me condenaram por isto! A vida é assim, acontece isto e aquilo. Não é questão de ser ou não justa. É o que acontece. Justo e injusto é como classificamos. Afinal, justiça é tudo aquilo que está a nosso favor.

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