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Agir e reagir de acordo com as complexas e intrigantes sensações que os sentimentos nos provocam.


Meus dias tem sido de dois tipos de eventos: tediosos e de pasmaceiras. O tédio me tem vindo por diversas circunstâncias e meios. Em especial os poucos serviços e em consequência baixos rendimentos. Mas, nem por isto, posso dizer que o mundo vai acabar. Não por isto. Isto passa. A pasmaceira ou embasbacamento me vem exatamente por me faltar os movimentos do cotidiano. No entanto, há muito para se observar neste mundão nosso, dos anjos, dos deuses e também dos nefastos do mal.

Bem! Não é nada disso!

Algo me chamou a atenção ontem, e foi uma conversa que mantive com uma colega nos mais diversos tipos de bate-papo que hoje temos. O que exatamente me chamou a atenção foi a constatação obvia do que normalmente temos em teoria: temos pelo menos duas gerações carentes de orientação emocional, sentimental e conhecimento básico de como resolver problemas quando se trata do conviver a dois. Não me é estranho as reportagens que exaltam, enaltecem e até incentivam o viver só. O viver solteiro. O viver sem os compromissos e as regras do viver acompanhado. Algumas pessoas já até criaram resistência aos relacionamentos, ao passo que também reclamam, da “falta que me faz um bem, da falta que faz um xodó, e eu que não tenho ninguém…”

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Voltando! Ontem uma menina exclamou para mim: “Adão! Eu quero, que de agora em diante você seja meu conselheiro sentimental” – Não que eu seja bom na coisa. Mas, também não sou do tipo, como afirmou um colega de faculdade: “É muito fácil! É só deixar a pessoa falar e depois você faz perguntas que ela mesma responde o que tem que ser feito”. Não sou do tipo. Eu opino.

Esta menina estava confusa quanto a sua relação. Disse-me, que há entre eles muitas brigas, muitas rixas, muitas querelas. Disse-lhe que não há problema algum em se discutir. Em haver divergências. Em haver opiniões discordantes. Há problemas nos relacionamentos quando há muitas brigas e não se buscam soluções para os pontos que causam as brigas. Que ela e ele deveriam chegar a pontos de consensos. Que todas a brigas, por quaisquer tipo de problemas não deixar de encontrar um ponto em que ela e ele pudessem chegar ao comum acordo, caso contrário, passarão o resto da vida debatendo sobre o mesmo assunto. E sempre.

Entramos também no campo das mentiras. Ela disse-me de que não sabe quando é que ele está falando a verdade, e quando é que ele mente. Então, é porque falta a ela convivência com o namorado. Nós homens, podemos mentir muito bem, entretanto, a convivência nos deixa vulneráveis. A proximidade nos deixa transparentes. E, confesso, que nem sempre é possível mentir para as esposas. Se, se consegue mentir com eficiência e eficácia é porque existe distanciamento.

O ponto máximo disso tudo é a constatação de que há milhares de jovens (masculinos e femininos) que estão entregues a si próprios quanto aos seus relacionamentos. Milhares de mães e também pais, não auxiliam seus filhos a enfrentarem as questões emocionais, os problemas das paixões, e como reagir as traições dos sentimentos, as ações passionais. Muitas destas meninas se atiram de prédios, se enforcam, tomam substâncias tóxicas por problemas emocionais, sentimentais em claros e expressivos exemplos de que faltam-lhe base sócio-educativos-emocionais para lidarem com seus sentimentos, com os sentimentos alheios.

E o pior é que muitos pais não ensinam, não ajudam, não auxiliam por um motivo simples: também não sabem! Porque de fato todos temos regras para agir em situações de risco físico, de risco de perder bens materiais, porém, nossas regras emocionais vão sendo criadas na medida em que vamos passando por situações que nos exigem tomada de decisão. Por isto, não critico os pais. Não rotulo nenhum de nós por isto. Mas, vou criticar sempre por abandonar e entregar, e deixar, e pensar que nossos filhos sabem agir, reagir de acordo com as complexas e intrigantes sensações que os sentimentos nos provocam. Não mesmo!

 

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