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A vida, a religião, a filosofias e a mitologia de cada qual


Somos seres que sabendo ou não, conhecendo ou não, que expressamos nossos conceitos, nossos preceitos, nossas regras, nossos princípios morais e éticos aos demais. As formas e maneiras de expressões é que variam. No entanto, e isto nos diferem de outras raças no mundo, pensamos e agimos de forma análoga e as vezes caóticas.

Este comportamento tão humano as vezes é replicado quando tudo está bem de forma diversa e constante através de histórias, de exemplos, de analises. Do outro lado, quando se sabe que outros semelhantes estão em situação não bem, não agradável, é natural ir ao encontro destes semelhantes para auxiliar-lhe numa maneira de viver, numa maneira de proceder tal que se poderá ser feliz e viver sem dor, sem sobressalto, viver sem sofrimento. Nem sempre se consegue.

Há algumas pessoas que não sabem expressar em palavras ou em exemplos conceitos filosóficos, conceitos e modos de se viver. É interessante como se tentam ao menos de forma desastrada querer replicar uma maneira eficaz ou eficiente de bem viver, quando tudo está bem, quando não se tem sobressalto, e as vezes, quando se consegue ignorar  as fortes emoções que a vida nos proporciona através da morte, da dor, do sofrimento, do amor, da fé, das emoções, das situações adversas.

– Fé e Religião: Antes de tudo, é importante não confundi as definições. Fé não é religião. E ter religião não é o mesmo que ter fé. Você tem fé, e não está ligado a nenhuma religião. Há até uma relação de união entre fé e religião. Afinal, se pensa logo que todos os religiosos tem fé nos dogmas, doutrinas e nas entidades sagradas de sua religião.

Na teologia, fé é primeira das virtudes. Na definição do apóstolo, fé é um dom de Deus. Muitas  pessoas querem e pensam que nosso sofrimento é por falta de fé. Não me acostumo com algumas frases que me falam ao longo dos dias: tenha fé! É uma das mais comuns. Tal frase já nem surte tanto efeito em mim. Afinal, o que percebo é ela sai automaticamente. Algumas mais incisivos querem apontar uma relação inexistente de causa e efeito. – Você sofre por que a sua fé é pouca. Você não prospera por que a sua fé diminuiu.

Por outro lado é também comum a certas pessoas a expressão: não existe pessoa neste mundo que tem fé igual a minha. Certamente não é falta de fé. Talvez humildade e modéstia.

– Fé e Igreja: pessoas pensam e advogam que o sofrimento é por não se ir a uma igreja. Estas pessoas certamente confunde ter fé com freqüentar reuniões religiosas. Nenhuma relação há entre a fé, e pertencer a um grupo religioso. Garanto que uma grande porção de humanos já freqüentou algum tipo de reunião religiosa em que não se cria, em que não se mantinha fé no que ali era ensinado.

Esta semana nos veio aqui uma meia-parente e disse-nos que sabia por que estamos em situação adversa: É que foi revelado lá na igreja que uma família estava sofrendo uma maldição por que se recusava a ir naquela igreja. – Disse ela. Mas, por que raio de relação e função composta ou inversa, ela chegou a conclusão que a tal revelação era uma referência a nós? As pessoas são assim. As vezes criam um elo onde não existe. Constroem uma união de causa-efeito, onde nem sempre há.

Estamos bem quanto a fé. Estamos bem quanto nossos princípios religiosos. Só temos alguns pontos divergentes quanto aos agrupamentos religiosos. No entanto, sabemos do valor da igreja, da religião e da fé. Sem confusão. Sem discussão.

– Dinheiro e Saúde: Steve Jobs está doente. Reinaldo Gianechini também está doente. Um é rico, inteligente, e uma das mentes mais brilhante do mundo da tecnologia. O outro, é famoso, bonito e também rico. Inevitavelmente se comentam sobre as pessoas nestas condições e que caem em doença. 

O que me incomoda nestes casos, são os argumento que se usam. Muitos saem dizendo: “De que adianta ter tanto dinheiro sem saúde?”. Tal questão leva a conclusão equivocada de que ter dinheiro e ter saúde são auto excludentes. Ou que é proibido se ter saúde e dinheiro. E também, que as pessoas ricas, famosas, brilhantes abririam mão do dinheiro, da riqueza, da fama, se pudessem optar em ter estes e ter uma vida saudável.

Ter dinheiro não necessariamente provoca e leva as pessoas a perderem a saúde. Fato é que muitos perdem a saúde pelo dinheiro, e depois gastam todo o dinheiro obtido para ter saúde. No entanto, não é verdade que se queiram trocar a riqueza por saúde. A ideia inicial é de que se abre mão de toda e qualquer fortuna para se ter saúde.

Infelizmente a vida é muito incerta. O momento (não o dia) de morrer de cada um pode estar muito mais próximo do que se imagina. Algumas pessoas morrem depois de anos lutando contra doenças. Outras morrem saudáveis. Morrem sem nunca terem adoecidos. Morrem ricos e saudáveis. Milhares morrem saudáveis, jovens e pobres. Outros morrem pobres, debilitado por doenças, e sem ter certos confortos que o dinheiro proporcionam.

Não é verdade a relação: De que adianta ter tanto dinheiro sem saúde. Não é uma relação válida. Não é que as pessoas escolheram ter dinheiro e não ter saúde. E que se trocariam a toda fortuna por saúde.

Se você tivesse a oportunidade de viver 50 anos rico(a), poderoso(a), com condição, e com uma  trajetória brilhante, e marcante na história humana, você trocaria por 100 anos incógnito, pobre e saudável?  Isto também vai depender do que se fará nos 100 anos.

Doença e falta de Deus: Para algumas mentes é inevitável esta relação: Se esta doente, se falta dinheiro, se passa por dificuldade: é falta de Deus na vida! Se a a violência, se mortes hedionda, se algum tipo de crimes ocorre, se alguém foi seqüestrado. Se alguém foi morto(a) de forma cruel… o diagnóstico rápido e certeiro: É FALTA DE DEUS. Nunca se atribui a condição humana a culpa. Não é por que nós humanos somos assim. Não é por que somos violentos. Destrutivos. Incontroláveis. Indomáveis. Insaciáveis. E também desconhecidos em ações, métodos, pensamentos. Inacessíveis em explicações filosóficas, teológicas, psiquiátricos, psicológicos, matemáticos, ou qualquer tipo de ciência moderna ou antiga. O profeta Jeremias afirmou e inquiriu muito tempo antes de Jesus: “Quem pode entender o coração humano? Não há nada que engane tanto como ele; está doente demais para ser curado.”

Depois de morto: Para finalizar, não posso deixar de comentar o fim de todos nós. A morte. É curioso como algumas pessoas mudam de opinião e como se opina de forma semelhante em relação a quem morreu. Evidente que todos temos ideia, e todos queremos que nossos entes queridos estejam num lugar legal, bonito, lindo depois que passou por aqui. Fato é que mesmo que se tenha vivido de forma regalada aqui. Se viveu bem. Se viveu mal. Se viveu plenamente. Não importa! Fato é que a frase: TENHO CERTEZA DE QUE FULANO(a) ESTÁ NUM LUGAR MELHOR, é mais falada.

Bom! Eu entendo a frase. Ninguém volta da morte. E este silêncio. Esta falta de informação parece contribuir com esta ideia.Se morreu, não importa a religião, o credo, a maneira como se viveu: ESTÁ NUM LUGAR MELHOR.

Porém, já pensou na hipótese de que a mitologia Grega esteja correta nesta questão, e que, lá onde se está, domínio de Hades – O irmão de Zeus – ninguém possa sair? Ninguém consegue voltar? É uma hipótese!

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