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As jaçanãs e as mulheres garanhonas.


Não faz muito tempo assistir um documentário natural e biológico a respeito da vida no pantanal. Acerca dos perigos e de como certas espécies reagem diante da certas crueldades da existência. Pois, bem, não sei o grau de verdade das informações, mas, sei que gostei das atitudes das jaçanãs diante de uma realidade cruel para a raça.

Segundo as pesquisas, a raça estavam a beira da extinção quando a fêmea jaçanã alterou a realidade e o comportamento social da espécie. Acontece que o ninho delas é feita desta maneira:

ninho-jacana Fonte da imagem: Wiki Aves. Imagem protegida. Autor: Paulo Noronha. Local: São Francisco de Itabapoana/RJ. Feita em: 02/01/2010 – Publicada em: 05/01/2010

Por esta característica dos ninhos e das regiões por elas habitadas os ninhos são fáceis de serem destruídos, bem como, de outros animais devorarem os ovos. E, isto estava acontecendo severamente. E, ai, é que as fêmeas jaçanãs, segundo o documentário salvou a espécie alterando o comportamento social, e as regras estabelecidas da espécie, que, seguindo certos conceitos, eram as fêmeas quem fazia os ninhos, botava os ovos, chocava e criava os filhotes.

Diante da situação caótica da espécie, o que ela fizeram:

1 – Tomou o controle da região no lugar dos machos. Elas é quem dominam os territórios, e mantêm o domínio territorial;

2 – Passou a escolher mais de um macho para si. Elas passaram a ter vários machos, e não mais eles, a terem várias fêmeas;

3 – Ela faz o ninho, escolhe o macho, bota os ovos e deixa com ele o restante do serviço, ou seja, chocar e cuidar dos filhotes até a fase adulta;

4 – Com isto, o número de ninho e ovos aumentou, o número de ovos chocados aumentou, e como, há mais ninhos, há uma maior chance de um número maior de sobrevivência de mais jaçaninhas.

Com esta mudança de comportamento das jaçanãs diante da crise, é que se diz, que elas conseguiram salvar a espécie.

Há outros especialistas, no entanto, que dizem que não é nada disso. O fato é que ela é preguiçosa, e que, se não fossem os machos a cuidar dos ninhos, a espécie já teria sido extinta, mas, o machos é que tem o cuidado e o zelo com a espécie, uma vez que as fêmeas apenas querem escolher machos, ter vários machos, manter o controle sobre o território, mas, nenhuma responsabilidade, trabalho ou cuidado com o ninho, e a prova é tanta, que os ninhos das jaçanãs são os piores da natureza, pois são elas quem fazem, e os fazem de qualquer forma e maneira, afinal, elas não ficarão neles.

Quero me ater a informação de que as jaçanãs reagiram a uma crise e encontrou esta solução. Considerando isto verdade, e em comparação, em metáfora com certo comportamento feminino atual, chego a pensar que estamos diante de uma crise na espécie humana, mas, não consigo enxergar além de apenas uma baixa de valores morais, éticos, espirituais, sociais, culturais e outros relacionados.

Estamos diante de uma mudança social. Estamos experimentando uma mudança nos valores morais, éticos, culturais, espirituais entre outras mudanças. Não é fácil aceitar, entender certos comportamentos. Não é crível o que se constata na atual comunidade feminina. Talvez, os mais “mentes abertas” do planeta, consiga entender o comportamento jaçanesco entre algumas.

Não é fácil identificar algumas mudanças, algumas alterações como parte da evolução. Mas, é o que estamos fazendo sempre: evoluindo. Será que este comportamento atual de vários grupos isolados de mulheres fazem parte de uma evolução inevitável? Será que estamos em perigo de extermínio, e agora, somente algumas mais vibrantes, atuantes conseguem vislumbrar uma salvação e estão a semelhança das jaçanãs criando meios de haver uma salvação para a raça num futuro próximo.

Ou será que é, como disse um amigo: isto é só vadiagem mesmo?

Texto complementar: Garanhonas.

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3 comentários em “As jaçanãs e as mulheres garanhonas.

  1. Adão, comportamento jaçanesco foi muito bom…rsrs…
    Então… mas as jaçanãzinhas precisam presevar a espécie, e não pensam, né? São puro instinto.
    Mas as mulheres pensam, e nossa espécie não está em extinção.
    Acho que estamos aprendendo, e que vamos tentando acertar, mas o importante mesmo é que nos questionemos antes de sair por aí fazendo as coisas só pra estar na moda, porque tudo tem seu preço.
    E fazer só se for bom pra nós mesmo. Não pra mostrar pros outros.
    Beeeijos!!! 🙂

  2. Olha, interessante conhecer as jaçanas. Nunca tinha ouvido falar.
    Quanto a comparação analítica, não sei bem se é a salvação ou a Viadagem, mas é sinal sim de novos tempos, muito novos enem por isso melhores.
    Por dias, acho imprecindível que seja assim, em outros queria descobrir cadê as infelizes que queimaram seus sutiens. rs

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