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Casamento, amor, felicidade e sexo!


Ela elogiava o marido e dizia não haver homem melhor neste mundo. Dizia que não havia acontecido melhor coisa em sua vida, o fato de ter encontrado este homem. Cuidava dele tal qual certas pessoas cuidam de seus pets.

Por outro lado criticava a mim e minha esposa por dizermos: Não casamos para ser feliz, nem casamos por amor, nem por causa do sexo.

Nunca soube entender nossa posição em relação ao que se diz, e o que se propaga sobre os relacionamentos baseados no amor, na busca pela felicidade, e todos aqueles que se vangloriam de fazerem sexo três vezes ao dia, nos últimos vinte anos. Não é por nada não, apenas desconfiamos de certos testemunhos, e não cremos, nalguns tipos de amor, nem na felicidade que se dizem ter alcançado depois de casados.

Pois bem, aquela amiga que era só elogio para com aquele homem, hoje é uma mulher divorciada. E todo o amor, toda a felicidade, todo aquele cenário paradisíaco pintado desmanchou-se apenas num só evento, num só momento.

A contabilidade, a administração dele a frente de uma ONG foi contestada numa reunião. Dentro de casa, entre as quatro paredes, ela já havia questionado, e também, já havia se pronunciado contrária aos métodos, e as decisões administrativas, os fatos e atos administrativos dele. Em momento algum a honestidade dele foi questionada. Não era desonesto, era apenas um mau administrador.  As dívidas contraídas, as faturas vencidas, o descontrole fiscal, a falta de investimento, a falta de aplicação dos recursos angariados, as prioridades. Esta era a realidade.

No entanto, na reunião fiscal, ela falou que ele não ouvia conselhos, nem tão pouco sabia lidar com dinheiro e administrar a ONG. O fato dela, na reunião, ter ficado do lado da diretoria, foi suficientemente forte para matar o amor, a cumplicidade. Foi capaz de exterminar a felicidade. Foi o algoz de uma vida sexual constante. Não houve amor, felicidade e prazer suficiente para superar uma opinião contrária.

Eu continuo com a opinião que o amor, a felicidade e a quantidade de sexo, ainda que contributiva, não sustenta um relacionamento pra sempre. Há variáveis que se ignoram. Eu prefiro a minha vida prática a teoria do casamento feliz. Eu prefiro o contrato de compromisso, e a palavra empenhada às juras de felicidade eterna. Eu prefiro o cuidado e a atenção.

Não há nada de errado com o amor, nem com a felicidade, nem com o sexo, exceto, as teorias que se criaram com estes elementos juntos.

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5 comentários em “Casamento, amor, felicidade e sexo!

  1. Oi, uanto tempo ein, mas estou de volta.

    Adão, escrevestes bem sim, e o tempo muda as coisas né? Antes bastavam isso: amor, felicidade e sexo. Hoje em dia ninguem ama, só curti. Ninguém é feliz, só vivi. E o sexo, bem, beijou, amassou, “comeu”, tchau.

    Ainda sou um amante a moda antiga de fazer cartinha com colagens e flores, essas coisas.

    Abs

  2. Eu questiono partes do teu texto, mas esta parte…

    “Eu prefiro o contrato de compromisso, e a palavra empenhada às juras de felicidade eterna. Eu prefiro o cuidado e a atenção.”

    me faz concordar.
    Também, pode ser o vinho… rs

    Seja como for, obrigado! Homens e mulheres, masculino e femininos são melhores quando unidos, e piores quando separados!

  3. Eu também não casei por amor, por sexo, nem por felicidade. Eu casei pq você e Didi ficaram botando pilha e minhoca na minha cabeça. Pronto…resultado: 3 anos de amor, sexo e felicidade. Mas o que me prende muito na relação é o fato de eu gostar de estar com ele, das risadas dele, do mau humor dele…é foda…mas ele ainda me faz rir. Mas como nada é perfeito, temos um problema: a minha cabeça é demais administrativa, gerencial. Normalmente sou eu quem fecha os trabalhos, quem mantem contato com os clientes, com os parceiros, quem vai as reuniões. E ai é inevitável o imperativo: Eu quero. Mas esse meu lado ele já conhece e na maioria das vezes….kkkk..cede e procurar interagir.

    Veja bem…o seu texto reflete muito aqueles casais que mantem parcerias profissionais e é inevitável o conflito de interesses em prol de uma instituição. O casal tem que ter um equilibrio e separar muito bem as estações, caso contrário não dá certo. Por isso que muitas empresas não permitem que casais permaneçam no mesmo setor, departamento, gerência. E uma ONG não deixa de ser uma “empresa”, com seus estatutos, regulamentos, reuniões de conselho, setor financeiro, RH, enfim, uma empresa. E um casal que está em uma mesma linha em tomada de decisões tem que ter sapiência para não misturar o seu lado pessoal com o profissional. É dificil, mas não impossivel. Mas acho que qualquer um de nós ficariamos no mínimo magoados em termos profissionais se nossos parceiros fossem contra nossa gestão ou opinassem contrário as nossas decisões. Mas é o risco…pode acontecer ou não.

    beijos

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