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Namoro, noivado e casamento: os pais deveriam agir diferente!


No inicio de uma maioria dos relacionamento parte dos familiares desconfiam. Uns outros tomam o partido do Final Feliz sempre. Outros estão sempre do é Eterno em quanto durar. E, alguns, ou até vários tem motivos de sobra para ir contra o novo namoro.

Eu já posicionei várias vezes contrário ao estilo moderno, atual e vigente de relacionamento. Não retornarei ao tema para afirmar que o que sentimos nem sempre é uma boa medida para tomar uma decisão, que nem sempre é pra vida inteira, mas afeta a vida inteira depois desta decisão.

Quando conheci, a que hoje é minha esposa, fui recebido com descrédito, desconfiança e preconceito. Não me esqueço que ouvi, não uma vez, mas várias vezes palavras do tipo: Como é que troca um homem branco, bonito e de boa aparência por um negro desse! – Não é de hoje que insisto em ignorar todos a que assim me mediram.

Os familiares, mesmo com boas intenções não aprenderam a opinar, a orientar os jovens como devem, e quais devem ser os critérios para levar a diante um relacionamento. Eu penso, que o passado da família, a atividade do pai, e dos demais familiares devem fazer parte do que se deve considerar, quando o assunto é relacionamento.

Hoje, vi uma reportagem em que a mulher estava abismada com o fato do marido ser violento, e bater nela e nos filhos. Porém, ela mesmo confessou que sabia que ele respondia processo da ex-esposa por agressão. Outro dia, uma mulher reclamava de que o marido havia agredido a filha. Mas, também disse saber que ele havia sido condenado por atentado ao pudor. Uma amiga em confidência a mim, dizia-se totalmente movida de compaixão e empatia por uma amiga nossa que sofria com o marido. E travamos o seguinte dialogo:

– Se lembra de Maria Fernanda?

– Sim! Claro que lembro. Que fim ela teve? – Perguntei.

– Ô Adão, não fale assim de minha amiga.

– Ué! Isto é por causa de uma pergunta tão simples?

– É! Mas, minha amiga tá sofrendo tanto! Adão! Ela tá sofrendo uma decepção atrás da outra.

– Eu não tenho compaixão dela, nem tão pouco lhe sou solidário. Ela entrou no caminho sabendo onde estava pisando. Ela conheceu este sujeito na cadeia, condenado por crime de tortura, crime hediondo e conforme diz a justiça: crime bárbaro, e com requinte de crueldade.

Pois, bem, esta amiga, mesmo tendo conhecimento do que a justiça declarava e condenava o sujeito, ela pensou que seria capaz de mudar a  trajetória e a vida deste individuo. Entregou-lhe a vida, o corpo, a energia e o resto de paz que tinha. Depois de longos dez anos, depois de consumir tudo que ela tinha com advogados e em recursos, ele conseguiu a liberdade. Em seguida abandonou-a, deixando-a na miséria, chorando e mendigando uma gota de atenção e amor.

Por inúmeros exemplos é que sempre vou advogar que em questão de relacionamento, casamento, direitos, o que sentimos de emoções do tipo amor, paixão, tesão e também nos jargões: química, pele, atração, deve, ser submetido a suprema corte da razão, e os pais, os responsáveis devem entrar em campo, montar uma barreira e insistir:

– Minha filha(a), esta pessoa, não é uma boa opção para se construir e manter uma família.

No entanto, reconheço e dou validade para as palavras de meu amigo Ildeu Matos:

– A paixão é egoísta, míope e obtusa. Ninguém que lhe segue os conselhos enxerga, ouve ou vê o que a razão contradita.

Mas, também é verdade, que todo grande relacionamento traz consigo o fardo, mas, um estoque de força e capacidade para suportar as dores, as decepções e fracassos do mesmo pacote.

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Um comentário em “Namoro, noivado e casamento: os pais deveriam agir diferente!

  1. E assim você termina: Mas, também é verdade, que todo grande relacionamento traz consigo o fardo, mas, um estoque de força e capacidade para suportar as dores, as decepções e fracassos do mesmo pacote.

    Sim…mas também tem que ter uma grande coragem e amor-próprio para sair das enrascadas. Não sou solidária a quem dá murro em ponta de punhal durante anos e anos. Pior ainda é saber que é conivente com a violência, descaso com os seus filhos, pais. Sei que a psicologia, os terapeutas explicam muito bem essa dependência doentia. Mas eu não bato palma para maluco dançar e não sinto pena.

    beijos

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