Participação, informação, comunicação

Independência e Morte.


Idéia lançada pela Veridiana do 30 & Alguns

Veridiana disse: “… só não vale ficar literalmente vendo a banda e o desfile passar e aplaudir como se vivessemos em um país tropical, abençoado por Deus sem miséria e violência. Vai lá, faz a sua parte, exerça a sua cidadania, usa seu blog e manda o seu recado …”

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Não serei radical a ponto de exigir independência, e também, a ponto de preferir morrer. Apesar de meu apego a esta amiga, conselheira e aliada, a saber: A morte. Conversamos sempre.

Ser radical a tal ponto nem sempre é o melhor caminho. Portanto, irei desejar o seguinte, da seguinte maneira, forma, preceito, receita ou conselho:

Independência:

  •  Para os pobres nordestinos e a todos os nordestinos pobres, que estão nas diversas listas dos programas sociais do Governo. Homens e mulheres cativos desse sistema;
  • Para a jovens que tem engravidado, porque pensam, que é mais fácil receber mais com o bolsa família do que vender tempeiros e hortaliças no mercadão de Irecê;
  • Independencia a todos brasileiros que prefere o caminho do trabalho da honestidade, do direito, da justiça, da liberdade, repeito e  todos que desejam viver plenamente as sete virtudes;
  • Indepedência aos políticos que querem resolver os problemas da ordem existente, apesar da dificuldade, e de ser uma proeza enumerar,  e pensarmos também que é uma proeza fazer uma pequena lista deles; porém, certamente exitem! Tomara que a próxima blogagem coletiva seja: Você conhece um político que valha a pena confiar e depositar esperança?
  • Indepenência para todos aqueles que sofrem de algum tipo de “preconceito e também ação discriminatória” (Pretos, brancos, homossexuais, politicos, religiosos, ideológicos…)
  • Independência ao futuro de meus filhos aos seus e a todos nós. Que eles NÂO sejam TANTO QUANTO quanto eu (nós), presos a conceitos, regras, preceitos e estatutos, e que além da indepência, que eles sejam portadores de boas novas aos cativos, levando-os a experimentar a melhor de todas as indepedências:  independência moral, ética, mental, emocional, espiritual e a mais procurada é claro: financeira.
  • Independência a todos aqueles, que não tem medo e receio. Que todos se lancem em seus projetos, planos e metas, e que todos os que estejam ao nosso lado, executando alguma tarefa, trabalho ou função, que o faça por sua indepedência, e não seja tão somente um meio para evitar a morte certa.

A independência da maioria de nós, é uma dependência de alguma coisa, de alguma outra necessidade, de alguma situação;Nossa “independência de”,  nos faz “necessitados de”; o que não deixa de ser um tipo de MORTE.  Isso por si, já declara minha opinião dos políticos e da situação do nosso país e quiçá do mundo.

Desejo hoje, a morte! 

A morte, como fim último a todo tipo de sofrimento aos meus semelhantes, incluindo aos meus adversários. É algo, surreal, irreal e inatingivel, tanto quanto o desejo de independência. São todos desejos, idéias, que por mais otimista que sejamos todos, nunca atingiremos, o que nos torna pessimista. A posição donde nunca sair.Morte aos sofrimentos da alma que aflinge aos homens, as mulheres,  as crinaças, aos jovens, aos anciãos, aos são, aos doentes.Independência aos necessitados de hemodialises e morte aos aparelhos, desde que se crie uma dependência menos dolorida.Independência, se possível. Morte, como o inevitável. Que nunca tenhas que escolher uma ante a outra.

  • Que te sobre independência, nunca a morte;, (nem sempre real.)
  • Que sejamos independentes a ponto superarmos os demandos governamentais, e termos forças para confrontá-lo ante a nossa morte dependentes dele;
  • Que a banalização da vida, não traga morte a nossa independência;
  • Que sejamos independentes financeiramente ante o constante ameaçar de morte dos impostos do nosso governo;
  • Independência ante os meios dominadores;
  • Independência ante as noticias massificantes;
  • Independência espiritual, moral, ética, política, social.

Somos dependentes; Como nosso país seria contrário?

Somos talvez o que nosso pais, é! E nosso país é o que em (mea-culpa) somos: depenendentes, e destinados a morte. Porém, como morreremos?

– Dependentes.

Em suma: não adiantou repetir esta mentira por 185 anos. Continuamos mesmo assim: dependentes e destinados a morte. E não há, até o momento quem nos salve.


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6 comentários em “Independência e Morte.

  1. Então estamos todos MORTOS?!?!? Conflitos lógicos, paradoxo… ops! Viajada legal a minha… voltemos à realidade. E q dura realidade a nossa, ressalve-se. Moramos num país lindo (apenas a título de flora e faúna, q já está indo pro brejo), mas q povinho… que governinho… que estadinho…

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