Opinitivo e Pessoal

Resposta.


Adão Braga - Conectado!Fiz alguns comentários por ai. Nem me lembro mais onde. Sei que comentei e não vou sair procurando aonde foi. No entanto, recebi um e-mail e por mais que tente respondê-lo, sempre recebo-o de volta com a mensagem: Mail Delivery Failed: returning message to sender. O e-mail recebido foi de loirinhadoida@bol.com.br, no entanto o e-mail não existe.

Pois então, eis aqui a resposta, antes porém, o que mesmo a loirinha doida escreveu no e-mail?

“Adão,
Eu li um comentário seu em que você diz não discutir relação. li um pouco mais de você, sei que é casado, e que não permite sua esposa trabalhar fora de casa, que ela depende financeiramente de você. Cara, na maior, qual é mesmo o lance? Você acha que ela é feliz vivendo assim? Estamos noutros tempos! Se atualize, amigo! Você tá muito atrasado!”

Querida eu passo o tempo suficiente com ela para saber boa parte do que acontece na vida diária dela. Então, temos todo o tempo necessário juntos.

O “eu não permito”, no caso, não é “dar permissão”; ela tem direitos assegurados na constituição, e também, se você crê em moral e ética, e noutras coisa dessas, ela crê que tem o tal de Livre Arbitrio, tem também direito de escolher, de decidir, de optar, de querer, não querer, além do ir e vir. Estes direitos, não foram perdidos, quando ela assinou os papeis e casou-se comigo.

Os direitos constitucionais, não se perde com o casamento. Não se perde o direito a individualidade, a subjetividade, e nenhum outros direitos da personalidades, do carater, e sociais. Ela os tem, independente de mim e do nosso acordo de casamento.

O que não permito, é haver a situação de ela precisar trabalhar para dividir a despesa da casa comigo ou de não ter dinheiro, e ela precisar trabalhar, para ter acesso ao dinheiro. Porém, se for necessário, e ela quiser, pode fazer o que quiser da vida dela, inclusive sair cedo de casa, vir para o almoço, sair novamente e chegar a noite. Mulher casada, que trabalha, só pelo dinheiro, digo, só para ter algum dinheiro, é muito triste e depõem contra o caráter do esposo.

Se ela tem objetivos, estudou para tal, e deseja seguir uma carreira, aceito e concordo. Porém, mesmo que ela tenha uma carreira, e encontre um companheiro que dê garantias, grande parte das mulheres deixam a carreira, o trabalho e dedicam-se a família e ao companheiro. Há muitos, e bons exemplos do que vos relato.  Assim, como há outras que não abrem mão. Cada uma na sua. A minha companheira escolheu assim; assim está sendo, e assim será até que a morte nos separe.

A maternidade, a família e o matrimônio, querendo admitir ou não, são mais fortes que a realiazação profissional da mulher. Me arrisco a dizer que a realiação maior da mulher, é mesmo, a maternidade, a família e o matrimônio. Há muitas, senão a maioria das mulheres que obtém sucesso profissional, carreira, fama e dinheiro, e não se sentem completas, se elas não tiverem ao menos um destes três itens.

Não é uma regra que a mulher deva optar por apenas um.  Ela pode andar nos dois caminhos. E realizar ambas as partes. Ou seja, ela pode ser mãe, cuidar da família e do conjuge, e também ser uma pessoa realizada no profissional, mas, há de se aceitar, que este grupo de mulheres, é uma minoria. É a velha regra: não se pode ter tudo, muito menos ter tudo ao mesmo tempo, durante todo o tempo… a vida não é justa.

Voltando ao item da Discutir a Relação; nossa relação, precisa de poucos ajustes. E estes ajustes muitas vezes são feitos sem discussão. Não é precisamos de um tempo determinado para debater nossos sentimentos. Temos tempo suficiente durante o dia para conversarmos. Na maioria das vezes, eu nem preciso contar nada para ela do meu dia, porque ela simplesmente passou o dia comigo. Isto vem se repetindo desde os dias frios de julho de 1993.

Neste período, o maior espaço de tempo que ficamos longe um do outro foram 48 dias. E quando ela, passa um dia fora, como aconteceu na última segunda-feira, logo depois de assistirmos a novela das 21:00 (Paraiso Tropical), ainda que eu estivesse querendo assistir o filme da Tela Quente, passamos todos o filme e outra parte da madrugada conversando sobre a tarde dela.

Quanto a dependencia financeira, não é lá estas opressões todas não… pelo contrário, eu é que tenho que me desdobrar para atender a demanda. Ela direciona meus esforços e que planeja minhas atividades. Ela atende aos clientes e marca horários. Firma contratos, combina preços e serviços. Ela tem amplos e irrestritos poderes para comprar, vender, fechar negócios, e ou, fazer qualquer tipo de compromisso para melhor atender as necessidades da família. Apesar de amigos pensarem que aqui em casa sou o escravo e dominado. Não importo não… no geral, está tudo muito bem, as sensações que sinto são muito boas, assim continuarei com a experiência.

Moramos no interior. Nossa cidade, não passa dos 70 mil habitantes. E aqui a vida é muito mais tranquila do que viver numa capital. Aqui, temos tempo para encontrar com as pessoas, com os amigos, com a esposa e o esposo, e nenhuma casa fica a mais de 5 minutos de moto ou carro. Temos condições diferentes das condições dos casais e das famílias que se veem exporadicamente.

Nos vemos todos os dias. Todos os dias sentamos à mesa para o almoço e para o jantar. Saimos juntos. Vamos lanchar juntos. Assistimos TV juntos. Ouvimos músicas juntos. Dançamos juntos. – É verdade que ela gosta de forró e eu não. Moramos aqui por opção. Jà recebi proposta para ir trabalhar numa empresa em Salvador. Mas, porém, contudo, no entanto e todavia, avaliando a proposta, o quanto iriamos ganhar no fim do mês, as novas despesas (Aluguel, transporte, condominio), as novas dificuldades (escolas longe entre outras), a nova realidade não nos agradou. Preferimos continuar morando aqui no interior.

Nós recusamos a proposta por diversos motivos. O principal mesmo foi o fato, de que haveria um distanciamento entre nós, e os ganhos financeiros não iria compensar a ausência. Assim, preferimos ganhar menos aqui do que ganhar mais lá. Eu teria que ficar uma semana fora de casa, e estar em casa apenas nos fins de semana. Não são todas as pessoas que podem fazer tais opções. Pensam que a sobrevivência será melhor se ganharem mais. Porém isto nem sempre é verdade.

Temos problemas? Muitos. Temos discussões? Constantemente. Brigamos? muitas vezes. Mas, nunca tivemos a necessidade de sentar e começar:

  1. Temos que discuti nossa relação!
  2. O que é que está acontecendo conosco?
  3. Para onde foi todo aquele sentimento que havia entre nós?
  4. Você não me ouve!
  5. Nunca mais você me procurou?
  6. Para onde você vai toda noite?
  7. Eu sinto falta de um homem dentro desta casa!
  8. Eu quero alguém para cuidar de mim, e você não faz mais isto!

Nós sentamos e conversamos sempre, sobre tantas coisas quanto se possa pensar que exista. Procuramos sempre suprir a necessidade do outro. Há até, uma certa sincronia entre nós. As vezes pensamos e agimos de igual modo. Já somos mesmo uma só pessoa agindo num único objetivo: Nós.

Conclusão:

Muito grato por sua consideração, mas o que tenho me basta! Estou contente em tê-lo. Minha parceira também demonstra satisfação. Estamos trilhando um caminho, ainda que seja como você disse fora deste tempo, mas, é assim mesmo que estamos gostando. Há certo prazer neste comodismo. No fim, todos morreremos, e passar por aqui, sem ao menos ter alegrias será no mínimo catastrófico.

Há certas coisas que ganhamos vivendo e agindo assim, talvez, um dia, você saiba o que é… até lá, saiba que não troco o que tenho por nenhuma das novidades do tempo atual, e como diz ela, minha esposa:

– Será muito díficil eu ter a sorte de pegar dois homens bons numa mesma vida. – O contrário também é verdadeiro.

Aqui, existe Eu! Existe ela! Duas personalidades, duas pessoas, duas essencias unidas num proposito maior do que o meu eu e o eu dela: a família.

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12 comentários em “Resposta.

  1. Julie:

    Que vida agitada hein? Muitas pessoas pergutariam: Onde ela encontra tempo e energia? Mas, sei como é! E, quando noivo, planejamos 6 filhos, caso contrário, 3 nós fariamos e 3 nós adotariamos, mas, o tempo fez-nos mudar de opinião, e hoje só temos 2 filhos.

    Quanto a nós, levamos uma vida tranquila e até o momento estamos mantendo o plano original. Evidente, que há um plano B, se este modelo começar a apresentar problemas. Ela, como digo, é minha leoa, e que mantem o bando aqui unidos e em busca de objetivos.

    Nós cremos e vivemos aceitando nossas diferenças. Ela gosta de forró eu não. Ela gosta de ir a festas eu não. No inicio, ela resistiu muito em ter que ir sem minha presença. Hoje, ela faz poucas exigências quanto ao caso, enquanto eu exijo pouco noutros casos que sei que é contrário aos desejos e vontades dela. No mais, é só fazer um “nove fora”, tira a diferença.

    Quanto ao trabalho, ela já tentou trabalhar, umas vezes, e sempre apresentou seus motivos.

    1 – Ela gosta de trabalhar com política.
    Sendo assim, todas as campanhas políticas, ela esta engajada em campanhas e mais campanhas. Toda época de politica ela trabalha. Mas, é só por que ela gosta de política, não faz o trabalho pelo dinheiro mas por ideologia. Eu só apoio. Convidaram-na para ser candidata, mas ela disse não.

    2 – Ela quis uma Lan-House.
    Noutra oportunidade, um empresário me propos sociedade numa Lan-House. Ela, então quis a sociedade. Fechei o negócio, e entreguei nas mãos dela. Ajudava-a em tudo. Arrumavamos a casa a noite, e adiantavamos o dia anterior. Deixavamos quase tudo pronto para facilitar o dia seguinte. No entanto, apesar de todo esforço, ela me disse:

    – Cansei! Quero minha vida de volta! E, gerenciou a Lan-House por uns 6 meses e então deistiu. Achava os rendimentos bons, mas dizia que não era aquilo que queria da vida dela. Penso que ela já está acomodada a ponto de não abandonar a vida que tem.

    É isso!
    Muito agradecido por sua visita, e muito mais agradecido por seu comentário. Muito bom saber que sua vida é assim tão excitante. Gostei!!!

  2. Sou mae de uma penca de meninos!!! Formada, com tres empregos, faço outras duas faculdades e uma pós, amo remar, pedalar e fazer escalada, esportista mesmo, por amor, mas isso nao é um curriculo viu?. Vez outra, estou caindo pelas sarjetas porque passei da conta:
    “Seu eu quiser fumar eu fumo, se eu quiser beber eu
    bebo, pago tudo que consumo, com suor de meu
    emprego” – ZECA PAGODINHO…
    Entao olha só: ADAO, nem acho que fosse necessario voce se desculpar e tecer comentarios. A esposa é sua, pronto e ponto!! Vivam como desejarem, façam as coisas como desejarem e continue a escrever como sua alma deseja!! As demais criticas, aproveite-as para crescimento e, tambem, aprender com a diferença alheia. Todos nós vivemos diferentes e temos um olhar diferente para cada coisa que vivenciamos…Só como sugestao hem! Acho legal que as meninas tenham contribuido cada uma em sua forma, sua defesa, sua historia…
    Isso é perfeitamente normal. Eu, adoraria ter um homem que fizesse o que voce faz com sua esposa. .Eu nao ficaria menor do que sou, porque me sinto infinitamente maior que “estou”.
    Tudo que eu li, me fez “estar” melhor, tava caidinha hoje!!!
    Só tenho a agradecer por existir os blogs e as pessoas…

    Nao é bem os processos que fazem as diferenças e, sim, as pessoas…..

  3. Adão,
    Qdo eu disse ficar em casa com as crianças, não é por algumas horas. Eu quis dizer… vc ficaria como dona-de-casa permanentemente enqto sua mulher seria ‘arrimo de familia’ (botando o pão na mesa)? Porém, acho que a resposta é sim que vc faria “para a realização profissional dela”.
    Que bom, muito homem acharia isso ‘desmasculinizante’ já que acham que é a obrigação do homem em prover pra casa.

  4. Carola}i{

    Dependerá da situação, SIM, minha mulher pode ser sim aquela que sustenta a casa. Porém, é melhor dois do que um, pois quando um cai o outro ajuda a levantar, se for no frio, um aquece o outro.

    Quanto a pergunta se fico com as crianças: Eu já faço isto, para ela ir para as festas, imagine se não o faria para a realização profissional dela?

    Quanto ao Valor de R$ 25,00 ser o pão da casa, eu concordo. Mas, imagine você, que tem uma senhora que anda pela cidade de Irecê pedindo. Tempos depois, um amigo me contou a história dela. Ela para sustentar a família, fazia fascina, lavava roupas e fazia trabalhos domésticos diversos. Porém, as pessoas pagavam-na muito pouco, porque julgava-na como louca. E ela, chegou a conclusão que ser pedinte era mais lucrativo, e passou a pedir pela rua, e o faz até hoje. Hoje mesmo encontrei com ela. Ou seja, até uma pessoa como a Maria, sabe que R$ 25,00 é uma humilhação!!!

  5. R$25.00 por semana pode ser o pão da casa do mês pra algumas famílias.
    Eu acho que se eu estivesse numa situação que eu precisasse trabalhar e não tivesse ninguém oferecendo um salário decente, eu iria ter que pegar o que tivesse, sendo R$1 ou R$25 por semana ou até por mês. Claro que além de ser uma quantia ridícula pra sair de casa (R$25?) é ilegal empregar-se alguém e pagar menos que um salário mínimo. Porém, situação no Brasil não deixa muita escolha: se vc não quiser tem quem quer.

    Adão, vc ficaria em casa tomando conta das crianças e deixaria sua esposa ser arrimo de família?

  6. AP e Carola}i{,

    A realidade de voces é outra.

    Gostaria de saber se vocês sairiam
    para ganhar R$ 25 por semana?

    Ou ainda:

    Porque uma mulher deixaria sua casa
    para ganhar R$ 25,00 por semana?

    Pergunto mais:

    Que situação faz uma mulher
    ir ganhar R$ 25,00 por semana, trabalhando
    das 7:30 as 18:00 com 1:30 de almoço?

  7. Aaaaaaaah, entendi e concordo. E meu marido tb 😀

    Mas o que vc escreveu não deu a entender isso nao :-p O problema de escrever assuntos que podem ‘cutucar a ferida alheia’ é que se deve explicar detalhadamente o que vc realmente quer dizer, pois se deixa margem pra interpretação vc com certeza vai ter neguinho (como eu) se ofendendo por nada.

    Obg pelo esclarecimento Adão de coração 🙂

  8. Sabe, Adão, trabalhar fora faz bem à auto-estima da mulher… Ser mãe e dona-de-casa é pouco para a maioria de nós. Eu sou ótima dona-de-cas, mas sou uma profissional ainda melhor. E, mesmo que não precise, um dinheiro só meu é melhor de ter.

  9. Querida Carola}i{

    Não é a esta situação que eu quis me referi. A situação que me refiro é, a que há mulheres que são obrigadas a trabalhar só para terem um pouco de dinheiro para si. Não a esta situação sua e de muitas outras, que se engajam no trabalho pelo bem comum dela, do parceiro e da família. Eu entendo, e aceito que a mulher trabalhe, numa condição dessas como a sua, e noutros casos. Mas sou um critico feroz de homens que não “permite”, mesmo no sentido de “dar permissão a”, a mulher ter dinheiro, a não ser aquele que ela ganha.

    Tenho conhecidos, que são casados, e as esposas para terem dinheiro e terem também necessidades básicas atendidas, são obrigadas a trabalhar; e quando trabalham, elas tem que ser responsável pela “auxiliar doméstica” que fica em casa, pela babá, pela lavadeira e uma série de outras despesas da casa.

    São homens que quando a mulher arranja um emprego, ou um sub-emprego, ganhando 250,00 reais mensais, eles já vão avisando e exigindo:

    – Você sabe que vai ter que pagar a empregada, não é? Eu, não vou pagar ninguém para tomar conta da casa, nem cuidar das crianças, nem vou pagar ninguém para lavar roupa, nem nada, é tudo por sua conta. Você quer ir trabalhar, é problema seu.

    Ou seja, são mulheres que saem para trabalhar porque o marido, as mantém reféns de uma situação.

    Há colegas de trabalho, aqui na cidade que me confidenciam isto, e dizem que preferiam ficar em casa, mas, que são obrigadas a sair para o trabalho por esta situação só pelo dinheiro, para elas.

    Ao final, elas, na maioria das vezes, aqui na cidade de Irecê, ganham, quando ganham um sálario mínimo de 380,00. Pagam em média R$ 100,00 para uma “secretária doméstica”, o sujeito, ainda exige dela parte do dinheiro para outras despesas da casa, porque ele logo diz que ela tem salário tem que contribuir.

    Quanto sobra? Muito pouco,as vezes nada!,

    Porque elas compram roupas para os filhos, dá dinheiro para os filhos levarem para as atividades extra curriculares da escola. Ele não dá dinheiro e nem compra nada para ela, assim, ela tem que comprar peças íntimas, absorventes, perfumaria completa, pagar salão, comprar sapatos, bolsas, tudo com o que sobra. Neste contexto, é que digo, que mulher casada, que é obrigada a trabalhar, só pelo dinheiro, é muito triste e depõe contra o caráter do esposo, que penso não ser o seu caso e de muitas outras mulheres.

    Espero ter esclarecido!

    Nota Pessoal:

    A minha Kátia, me ajuda muito e não faz corpo mole não!
    Além de amar e respeitar, ela não só lava louças!
    E também, não só fica colocando o nego aqui para trabalhar dobrado não…!!

  10. Ai Adão…:
    – “Mulher casada, que trabalha, só pelo dinheiro, é muito triste e depõem contra o caráter do esposo.”
    Essa frase foi um insulto: eu trabalho fora, e tenho família e não trabalho e deixo meu filho na creche pq eu AMO trabalhar (entre trabalhar e cuidar do meu filho qual eu escolheria… d’uh!) . Claro é por causa do dinheiro. Posso garantir que meu marido tem excelente caráter, não deixaria faltar nada em casa, agora se ambos recebemos pouco para nos manter nosso estilo de vida precisamos de dois empregos, de ráios eu como esposa capaz, vou deixar meu marido virar mula-de-pasto e se matar de trabalhar enqto dois podem? Pq eu que amo meu marido e quero passar tempo com ele e ele quer tb passar tempo com a familia, vou deixar-lo se matando em dois/três seja lá qtos empregos?
    Outra, até onde eu sei situação sócio-econômica do Brasil não permite muito casal ter só um emprego. Significa que nesta relação ‘os maridos não tem cárater”?
    Nota pessoal: Eu acho corpo mole é da mulher que diz amar (e respeitar) o marido + família e botar o nego pra se ferrar na labuta + de 12 horas por dia enqto fica em casa “lavando louça*”.

    *cuidando da casa

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