Corpo, Alma e Espírito

Outubro 2, 2008

Onde aconteceu e o que aconteceu!

Depois do texto anterior, Desespero Infundado, recebi alguns correios e duas ligações de pessoas que ficaram preocupados comigo.  Apesar do texto revelar fatos reais, é na verdade união de dois eventos diferentes.

Parte 1

Veja abaixo a imagem onde aconteceu um dos eventos:

pedra-nanuque

Esta é a Pedra Bueno. Ela fica no centro da minha cidade natal: Nanuque, Minas Gerais. Onde a seta vermelha aponta, ou um pouco mais à esquerda, aconteceu uma tentativa de suicidio inusitado. Eu era ainda criança quando o fato aconteceu, mas, sei que foi um corre-corre na vila Esperança e também na cidade.

Ai nesta marcação com a seta vermelha existia uma pedreira e certo dia, uma jovem resolveu se matar pulando de uma determinada altura desta pedra. E para sua infelicidade ser completa aconteceu o seguinte:

  1. Ele não morreu com a queda;
  2. Com a queda, ele ficou preso numa fenda;
  3. Depois do ocorrido, ele desistiu de querer morrer.

Ficou entalado na fenda da placa solta e ficou sofrendo com os ferimentos. O sol em Nanuque parece ser mais quente do que em qualquer lugar da terra. O sol  sobre a pedra e sobre ele, causou-lhe outro tipo de sofrimento. Ele gritava por socorro e pedia misericórdia o tempo todo. A situação dele não foi nada agradável.

Depois da loucura, souberam o motivo de tanto desgosto. Era homossexual. Apaixou-se por um amigo. Não podia declarar seu amor, pois, era ainda na época da ditadura militar. E, se, declarasse sua condição e amor, deduziu que não haveria correspondência por seu sentimento, e que também seria perseguido pela família do jovem, por sua própria família, e também pelas autoridades.

Diante desta situação, achou que a vida não tinha mais nenhum significado. Morreu algum tempo depois em consequencia dos ferimentos da queda e da desidratação que passou, mas, já arrependido, pedia para não deixa-lo morrer. Mas, não puderam ou não quiseram ajudá-lo.

Isto ocorreu quando eu era criança. E, desde então, sempre pensei na situação daquela criatura. O sofrimento que passou. A angústia que sofreu a ponto de ser capaz de agir de tal maneira.

Parte 2

Quando jovem, fiz parte de um grupo de jovens dedicados a várias atividades naturais. Muitas aventuras vivemos e produzimos. Uma vez ao ano, subiamos o alto da Pedra do Fritz. Não o faziamos como os alpinistas e escaldores profissionais. Veja aqui no site Escala Brasil. Nós subiamos pela parte mais fácil e segura.

 

pedra-fritz

A marcação em vermelho foi onde aconteceu o segundo relato.

Na primeira vez que fiz a subida, pelo lado oposto ao indicado, passei pela fazenda do Dr. Gabriel, e eu estava usando um Conga, tipico calçado da década de 70 e 80, um permudão de pano.

Ao atravessar a planicie de capim-colonião, minhas pernas ficaram toda riscada das serrilhas do capim. Ao chegar no topo da pedra do Fritz, o suor em contato com as pequenas feridas, causava-me uma dor intensa. Para piorar a situação, tivemos que adentrar num pequeno pedaço de terra no alto da pedra, e o contato com o capim-açu, fez a dor aumentar. Como  não existe nada ruim que não pode ficar péssimo, começou a chover.

Atravessei correndo e deparei-me com a queda livre que marco na imagem acima. Despontei ali. E por pouco não precipitei abaixo. Não porque desejava, mas, porque vinha correndo para atravessar o capim que me causava o incomodo.

De imediato, peguei um gravatá, joguei a água gelada nas pernas. Lavei o sangue. Tirei a camiseta, e enxuguei. Causou-me uma alívio. Sentei-me e lembrei deste outro evento. Pensei naquela alma que penou por longos dias até o dia de sua partida. E, meditei na dor, na angústia que ele tenha sentido, a ponto de lançar-se daquela outra pedra.

Vive-se mais quem consegue se ver nos reflexos alheios.

 


Setembro 30, 2008

Desespero injustificado!

Arquivado em: Alma, Alma Humana, Espirito, Lembranças, Pessoal, Relacionamentos, Vidas, homens — by adaobraga @ 3:27 pm
Tags: , , , , ,

O desespero tomou conta do meu ser.

Corri. Tentei fugir

Atravessei a planicie com o capim-colonião serrilhando a pele abaixo da verilha.

A dor atingia seu nível máximo.

Cheguei na extremidade da montanha.

Olhei o rochedo abaixo.

Olhei para trás.

Pensamentos me surgiram.

Vozes aconselhavam.

Vozes zombavam.

Resistir.

Não pulei.

Enfrentei a dor.

Sentei.

Respirei.

Cocei as pernas ensanguentadas.

Peguei um gravatá, entornei a água fria sobre as feridas

Tirei a camisa hering branca e enxuguei as feridas.

Esperei os amigos.

Subi mais alto.

Olhei o chão das alturas.

Desci.

Vivo como se nunca houvesse pensado, o que pensei, naquela tarde!

“Deve-se ter muita coragem ao lançar-se no desconhecido da morte, a enfrentar as incertezas e dúvidas da vida!”

Maio 15, 2008

Díficil é…

Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” – Romanos 8:28

Difícil é compreender a contribuição que algo ruim pode fazer como bem, e também pensar, aceitar e agir como sendo um dos chamados por Deus, e deixar tudo, conforme a fé que é propósito de Deus.

Só me resta fazer como um outro mais antigo que disse:

“Até quando Senhor, clamarei eu, e tu não escutarás? ou gritarei a ti: Violência! e não salvarás? Por que razão me fazes ver a iniqüidade, e a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há também contendas, e o litígio é suscitado.

Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, de sorte que a justiça é pervertida” Habacuque

E também estas palavras:

“Sobre a minha torre de vigia me colocarei e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que me dira, e o que eu responderei no tocante, a minha queixa.” – Habacuque

Nada mais a declarar!


Abril 20, 2008

Queria poder!

Arquivado em: Alma Humana, Pessoal, Vidas — by adaobraga @ 8:28 pm
Tags: , , , , , ,

Vivemos neste mundo, e digamos, muitas vezes a contra-gosto, pois não temos a opção de sair, de desistir, sem que estejamos violando regras, que nos são impostas. Qualquer desistência, também é derrota. Qualquer recuo, é fraqueza, e temos que viver sempre no fio da navalha.

Há dias, em quê, eu gostaria dizer:

- Eu quero sair!


Janeiro 16, 2008

jogo de xadrez

Arquivado em: Espirito, Pessoal, Relacionamentos, Vidas — by adaobraga @ 2:04 pm
Tags: , , , , , , , , ,


Kátia está curtindo as férias junto com as crianças lá pras bandas de Recife. Voltará depois do carnaval, assim, ela pensa, deseja e planeja, se será real, saberemos depois.
 Os conflitos pessoais ante a grandes e quase inumeráveis opções que a vida moderna oferece, choca-se com o que a natureza exige para a maioria de nós.

Não faz muito tempo, as mulheres casavam-me mais jovens, e tinham filhos, com menos idade do que nos dias atuais. Os casamentos duravam mais, e pouco se sabia, sobre a vida do casal. Entrar no quarto do casal, sem pedir permissão, era visto como afronta, descuido e intromissão.

No entanto, apesar de muitos entraves culturais, sociais e por que não dizer, conceitos religiosos contrários, isto tem mudado, com a força do mercado e das exigências educacionais. As jovens, parte delas, estão cada vez mais, sexualmente ativas, e não querem ter filhos, e muitas, nem querem ter um casamento, um compromisso, um contrato de relação estável e duradoura.

A vida das mulheres desta atualidade, é de agenda cheia. Muito trabalho, e em muitos casos muito pouco prazer. A busca pela posição social ideal bate de frente com o desejo da maternidade, mas, a maioria ainda sonha com um parceiro ideal, e um casamento de contos de fadas, e espera ouvir: serão felizes para sempre.

Os custos, de se manter um relacionamento é alto. Um casamento, um relacionamento é um investimento, uma conta, que jamais cessa. E mesmo, quando dizemos acabou, e toda a papelada da justiça, já está devidamente assinada, e tudo desfeito, ainda assim existem os laços que nos prendem como pessoas emotivas, e necessitadas de companherismo, atenção, carinho e amor.

Relato 1 

Mas, o que me impressiona muito são algumas mulheres e homens que vivem presos, e prendem outras pessoas em prisões circunstanciais, impedindo-as de se manifestarem e de serem o que não precisam ser:

- O que vocês não sabem, – gritou ela – é que faz dois anos amanhã, que este homem, deita naquela cama, e não importa, como eu esteja vestida, … se estou suja, se estou limpa, cheirosa, nua, de camisola, se me preparei para ele ou não! Faz dois anos que não toca em mim! – Gritou mais alto – E vocês ficam pensando, que ele é santinho, ficam do lado dele, protegendo; E porque me conhecem desde que nasci, que sou eu, quem sou a problemática… vão se lascar vocês todos!! – Desabafou e saiu chorando!

Todos olharam para ele, e finalmente as mascaras cairam, e ele, ficou emudecido, “com  cara de viado que viu caxinguelê”.

Relato 2

- Esta semana entro com uma ação contra ele e a mãe dele. Ele tem 26 anos, vive com ela, não estudou, não trabalha, e sobrevive da pensão que o pai dele deixou pra ela.

- Certo e qual é o seu plano?

- Pretendo tirar ele da dependência dela, e se, eu conseguir que ela pague uma pensão para meus dois filhos, que é também filhos dele, coloco ele na escola, para terminar os estudos, e também vou usar este dinheiro para montar algum negócio para ele.

- Você já pensou no efeito colateral?

- Qual?

- Que ela, a mãe dele, pode fazer a cabeça dele, para ficar com raiva de você, e eles pagarem a pensão e ele nunca mais querer ver você nem querer vir aqui ver as crianças? Você já combinou com ele estas mudanças na vida dele?

- Não!! 

- Já pensou, que para ele, será apenas troca de comando? Deixar de viver dependendo da mãe para viver dependendo de você, que é profissional liberal, ganha bem, tem casa, carro, e já está estabilizada, e que para ele, tudo não passa de uma briga de duas mulheres por ele? E que as duas estão medindo forças?

- Não??

Viver nos dias atuais, é mesmo, uma grande partida de xadrez, e quando chegarmos ao final, no xeque-mate, é sempre o nosso rei que tomba!



Janeiro 10, 2008

Parâmetros da vida!

Arquivado em: Aleatórios — by adaobraga @ 12:14 am
Tags: , , , , , , ,

Estamos todos em missão. E digamos, missão dificilima de sermos livres, sermos felizes. Temos que ser livres, e por isso, somos também forçados a darmos certos.

Quando alguma das nossas tarefas, de nossas lidas, de nossos afazeres não cumpre o seu propósito, somos levados a pensar e agir com depressão, com irônia, com desprezo, e até mesmo nos invalidando.

Desde que disseram que viviamos numa sociedade democrática, e que todos somos livres, esqueceram-se de nós. Ninguém quer saber se você tem comida, se você tem roupas, dinheiro para quitar a água, a luz, o telefone. Ficam apenas ditando regras para  vivermos assim, desse jeito, fazendo isto e não aquilo, falando, andando, agindo de tal maneira, que inevitavelmente, seremos felizes, seremos pessoas amadas e amantes, ainda que você não seje, e não conheça ninguém nesta situação. Isso é uma utopia.

Desde quando ser “Livre” é tão importante quanto ter onde morar? Desde quando, ser livre, para ir e vir, é mais importante do que ter o que comer? Desde quando, ser livre, é melhor do que ter o necessário, para não se preocupar com o dia de amanhã? Eu preferiria ser um escravo, com todas as necessidades supridas do que ser um homem livre, como hoje, e não ter nada, ou ter a obrigação de providenciar tudo.

Como homem livre, tenho grandes responsabilidades que não gostaria de ter, se me fosse perguntado antes. Essa tarefa de preservar os bons costumes, criar valores, educar filhos para a democracia, criar cidadãos honestos, integros, morais, não é uma tarefa fácil.

Estes valores, e este papel de criar valores, dirigir a vida para que os outros possam olhar pela janela e inspirar em meus exemplos, e modo de vida, fazer o mesmo, ou simplesmente, morrer de inveja, não é o mehor modo de se aproveitar esta breve existência.

Somos “obrigados a viver” uma realidade, uma vida fantasiosa, dramatica, quando na verdade queremos apenas ter uma vida sem grandes saltos, sem planos mirabolantes, sem grandes surpresas, nos vestindo, comendo, bebendo, e ter um ou dois dias para não fazer nada.

Quando é que descobrirão, que não existe a mulher perfeita? Quando saberão que o homem dos seus sonhos, está dentro dos seus sonhos? E que a felicidade, por começar com FÉ, depende mais de você do que de nós outros?


Novembro 12, 2007

um tolo que acredita no amor!

Arquivado em: Pessoal, Reconhecimento, Relacionamentos — by adaobraga @ 10:51 am
Tags: , , , , ,

Faz pouco tempo que conheci a Poetisa Cármen Neves.  Agora ela resolveu fazer um espaço, e colocou o nome dele assim: Só pra dizer que eu tenho um blog.

Como os demais talentosos da arte, da pintura, da escultura, da poesia, Cármen é destas pessoas que tem beleza, vê beleza, transmite beleza, amor, simpatia. (Lembrei-me de outra pessoa , mas agora, só teço comentários pra Cármen.)

Agora pela manhã ao passar pelo espaço dela, encontro-a divulgando um poema. Lindissimo. Abaixo uma parte do texto Ilusões do Amanhã, escrita pelo Principe Poeta.

  • “Talvez eu seja um tolo,
    Que acredita num sonho
    Na procura de te esquecer
    Eu fiz brotar a flor
    Para carregar junto ao peito
    E crer que esse mundo ainda tem jeito
    E como príncipe sonhador
    Sou um tolo que acredita ainda no amor.”

- Ilusões do Amanhã Porque eu vivo! - Texto completo

Vá lá e se emocione com o texto e leve o tapa de luva!


Outubro 22, 2007

Por qual ideologia lutarei?

Arquivado em: Alma Humana, Espirito, Lembranças — by adaobraga @ 12:03 am
Tags: , , , , , , ,

Lendo o novo Blog de Beth (Curvas e Bifurcações), encontrei um texto dela sobre Ideologia. Lembrei-me que havia escrito alguma coisa sobre ideologia.

A data foi 29/06/2005 às 11:59:01 no antigo blog, onde tenho mais de 300 textos que tenho a maior preguiça de tentar recuperar.

“Ideologia, eu quero uma pra eu viver” – Cantava Cazuza, no auge do sucesso, e ao fim da vida.  Hoje temos tantas ideologias, tantas novas idéias, novas lutas, novas guerras que pra qualquer lado que virarmos, temos armas e material de combustão suficiente para vários anos.

Você pode ingressar em qualquer exercito destes que existem por ai, que estará lutando pela verdade, pela justiça, pelos direitos corretos. Mas em qual movimento me alistarei?

Anti-globalização.

Você pode se alistar nestes movimentos contrários a globalização, e defender sabe-se lá o quê contrária a globalização. Remar contra a maré, a imposição capitalista, das grandes, onipresentes, onipotentes multinacionais, que assolapam os pequenos mercados, sem trazer nenhum beneficio as massas, subjugadas aos pequenos salários.

Os Movimentos Diversos dos sem-nada.

Pode se alistar nos movimentos dos sem tetos, dos sem-terras, dos sem dinheiro, dos sem-bancos, dos sem-computador. Afinal, bastará você não ter o que se “precisa ter” para fundar um movimento desses ai. Você poderá fazer parte das lutas dos agricultores, dos que cobram investimento no campo, bem como poderá fazer parte de outros movimentos, internos, nestes mesmos movimentos.

Movimentos Religiosos.

Os movimentos religiosos, que pregam o evangelho, que vivem migrando, e indo paras nações não alcançadas, nos paises mais distantes, que nunca ouviram falar de Jesus, aos estrangeiros além-mar, no continente miséravel, Africano, no populoso continente asiatico, há sempre uma grande multidão, sedenta por uma palavra cristã, e a luta contra o pecado é ferrenha, díficil e invisivel. Lutar contra as forças do mal, e vencer-los com o amor, e com o bem.

Contra a imprensa massificadora

Principalmente contra a Rede Globo, no Brasil, a CNN, a GNT, a Bandeirantes, e toda e qualquer tipo de impressa massificadora. Levantar seu estandarte, e denunciar os erros, as tendências, e tudo mais que a impressa, maluca, deturpadora, tendenciosa faz para ficar com um naco do poder.

Lutar contra a politica corrupta

Essa, está no auge, fazer movimento estudandis, movimentos de lideres de bairro, e depois de acabar com os corruptos no poder, e depois de passar por anos de luta contra a corrupção, chegar finalmente lá, onde estavam aqueles que outrora você combatia, e descobri, que ao longo da sua carreira vitoriosa, só foi possivel, fazendo os mesmos tipos de conseções que seus antigos desafetos praticavam.

Lutar contra a politica econômica do FMI

Há muito tempo, não ouço falarem da dívida externa do Brasil, mas quando jovem, e estudando, era o papo da intelectualidade era debater sobre as grandes somas que o Brasil devia ao exterior, e que alguns políticos, e alguns partidos eram contra, mas que nada fazia para acabar com a dívida e que os filhos, (no caso eu) e os netos, (no caso, meus filhos) sofreriam muito para pagar. A luta continua.

Luta contra o Macdonald e a obesidade.

Há quem goste de lutar contra empresas multinacionais, ou nacionais gigantes. Então abrace a causa contre o MacDonalds, a Globo, a Esso, Protect & Gambe, a Bombril, a Ambev.

… a lista é enorme… ache a sua, e lute! Eu creio que perca de tempo, qualquer uma delas… e cada qual pensa que tais lutas representa toda a extensão da justiça, da verdade, da integridade, da etica, da moral e da vida.

Eu simplesmente prefiro, viver pacatamente a vida que tenho, e não me envolver em luta alguma, esta será  minha ideologia, esta será minha bandeira: quem quiser que se aliste.

Originalmente este texto teve 354 visitas e nenhum comentário.


Outubro 15, 2007

Algo justo!!

Arquivado em: Aleatórios — by adaobraga @ 5:25 pm
Tags: , , , , ,

Hoje em conversa com meu filho Kaio, chamando-o a responsabilidade, ele me reclamou que a vida não é justa… e eu o respondi:

Você quer justiça? Você algo justo? Se você estiver procurando algo nesta vida que seja justo, que esteja sempre dentro das medidas, há poucas coisas justas nesta vida amigo, mas vou te citar um que sei que é: O sutiã!!!

Kátia me olhou com cara de descofiança e desagrado. 

- O sutiã oprime os grandes, protege os pequenos e levanta os caídos

No fim todos rimos da situação, e esta frase que nem sei quem disse, me salvou o dia!!


Provido por WordPress.com