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fazer a mentira parecer-se verdadeira

18 ago

Mudei o canal para a TV Senado porque li a chamada no site do Estadão. A chamada dizia que Lina Vieira estava sendo interrogada na CCJ. E, cheguei no instante em que o Aloizio Mercadante começou a falar.

Que estupidez com o genero feminino!

Este senhor agiu contra a Lina Vieira como um leão, ou quem sabe, certos gorilas exigem de suas fêmeas. Foi desrespeitoso, e tentou impor sobre a Lina, não pela argumentação, mas, tentou impor-se pelo genero, como se, sendo ele politico e homem, fosse superior a Servidora de Carreira e Mulher. Vergonhoso e estupido!

A sensação que tive no instante, foi que ele estava agindo como um algoz, como se fosse um interrogador de um sistema opressor, como representante de um sistema de repressão, autoritário e ditador. Agiu como que gritando: “Ou você desmente o que disse ser verdadeiro ou então vai ficar pior para você.”

Não colou! A Lina como servidoras, e como mulher agiu com serenidade.

- Eu não falei com ninguém. … o senhor vai ter que perguntar aos jornalistas … mas, a  ministra me pediu para agilizar a investigação!

Assim respondeu à acusação deste senhor, que recebeu votos suficientes para ser Senador. Outra lamentação!

Não lembro dele ter sido ou de ter agido de forma semelhante, quando recebeu a ordem para não ir contra Sarney. Ser forte contra os fracos é uma coisa, ser forte no meio dos fortes é diferente, não é senhor Aloizio? Diante do seu chefe, é: Sim Senhor! Não senhor! Entretanto, quer ser leão sobre as ovelhas.

Por fim, ele disse que a Lina estava prevaricando, ou melhor, havia PREVARICADO.

Eu me lembro quando aprendi o significado desta palavra. E me lembro aonde li esta palavra a primeira vez. Li-a e aprendi-a lendo a Bíblia. E o texto assim diz:

Josué 7.1   E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do SENHOR se acendeu contra os filhos de Israel.”

Prevaricar é esconder, é ocultar, é omitir informações para dificultar uma investigação… para os servidores públicos, PREVARICAR “consiste em retardar ou deixar de praticar, indebitamente, ato de ofício, ou em praticá-lo contra disposição legal expressa, para satisfação de interesse ou sentimento pessoal. “

E se Lina assim o fez, quem ficará em pior situação é a outra mulher envolvida na questão, a Dilma.

Se a Lina prevaricou, é fato que a Dilma de fato pediu o que agora nega. Mas, o que me incomodou foi mesmo a atitude truculenta, desaforada. No entretanto, a tentativa de intimidar Lina pela força do genero, pela força do grito, não surtiu efeito.

Lamentável tal atitude do Aloizio. Me senti constrangido pela maneira como se dirigiu à senhora Lina. Talvez o Aloizio se esqueceu ou não sabia, que o ESPOSO de Lina estava presente, e talvez por isto, justifique a tranquilidade da senhora Lina Vieira, isso, se fosse o caso, mas não é!

A tranquilidade dela é típica de quem fala a verdade, apesar, de que, neste pais, em certos aspectos, em especial, a politica, se dá bem e quem triunfa, não é quem fala a verdade, mas quem sabe fazer a mentira parecer-se verdadeiras.

um homem, uma mulher; amor e sexo !

5 nov

Nem sempre sabemos resolver os problemas diversos que nos cercam. Em especial, sabemos opinar na vida emocional, sentimental, conjugal de todos os amigos e parentes, e no entanto, não sabermos resolver nossas pendengas.

- Não sei o que esse deus viu nesta mortal. Esse cara é o máximo, e casou-se com esta lambisgoia. Eu dou de 10 nessa zinha.

Os comentários dela sobre ele, procedem e fazem referências às qualidades dele. É jovem, bonito, estabelecido profissionalmente, capaz, talentoso, e sobre tudo, tem uma facilidade inacreditável com as palavras. Tem uma voz bonita e acolhedora. Este homem, é um abençoado.

O que se pode dizer dele, em todos os aspectos, não se pode atribuir a ela nem 5%. Uma desproporção. Porém, o que não se sabe, é como ela vive com aquele semi-deus. As vezes imaginamos que a vida dos outros em vários aspectos sejam melhores do que, a experiência e a vida que levamos, porque temos padrões de medidas diferentes. Medimos as pessoas por nossas medidas, testes e avaliações. Ignoramos que a medida dos outros diferem da nossa, exatamente no tamanho da medida, na qualidade dos testes, e nos métodos avaliativos.

- Você sabe que ele não pode fazer filhos nela?

- Não! Porque?

- A história dele é uma histórias triste desde a infância. Ele quase morreu. Vive hoje por um milagre da medicina. Dizem até que ele não tem o “negócio”! Que o negócio dele só serve para a função 1.

- O que é a função 1?

- Função 1 tonta, é pra dizer que o negócio só serve pra mijar! Não fica grande. Não fica duro… entendeu?

- Verdade? E como ela casou com ele? Foi enganada, só pode! Casar com um homem, mesmo que seja bonito, inteligente, e fantastico como ele é, mas, sem o “negócio”, não tem “negócio” não nega! É ruim hein? Esse negócio faz uma diferença danada!

Não foi necessário muita conversa para que a opinião e as medidas mudassem. Com tais informações, nenhuma delas queriam está na situação daquela outra, que há tão pouco, era imerecedora daquele semi-deus.

O amor não é entendido, e não, conseguimos explica-lo como se fosse uma matéria exata entre as tantas ciências exatas. O amor é inexplicável. O que eu não consigo fazer racionalmente, o amor, me faz aceitar e viver mesmo sem explicações lógicas.

Eu amo, ponto e pronto. Não tem mais explicações. Você nem merece, mas alguém te ama a ponto de sacrificar parte dela por você, e o máximo que você pode fazer é contranger-se por tamanho e quantidade de amor dedicados a você, que se julga imerecedor ou imerecedora.

Nalguns casos, alguns dentre nós, julgando-se imerecedor ou imerecedora, recusam-se a aceitar tal oferta de amor. Isto deixa alguns desorientados, doentes e feridos de morte. Não foi o caso e a situação dele. Ele sabia da sua incapacidade física de retribuir tamanho afeto abstrato e tão nobre sentimento. Ela sabia da incapacidade dele, porém, resignou-se e submeteu-se a sina deste amor incompreendido, e plenamente vivido, doado e dedicado.

Eu, no lugar dela, me questiono esta capacidade de amar, mas, relembrando umas velhas memórias, eu bem sei o que é este amor, e sei do poder que ele tem sobre quem ama nesta magnitude, comprimento, extensão e profundidade. É praticamente impossível resistir às ordens do amor!

O enfeitiçado!

28 set

Desde que aqui cheguei e conheci Gildásio Alencar  que ouço a história de sua vida.

- Aquele ali, – apontavam com o dedo – foi enfeitiçado por uma mulher que vivia na zona.

A família, por longos anos, destinava recursos e conselhos para que ele a deixasse. Entrentanto nenhum dos recursos e nenhum dos conselhos o movia da sua situação.

Ele tinha uma condição financeira satisfatória. Não era rico, mas, também não era miserável, exceto, nas questões emocionais, segundo a opinião dos familiares.

Sempre teve móveis, imóveis e automóveis. Sempre teve condição financeira suficiente para manter a família com todas as necessidades supridas, e, com certo conforto. Porém, ninguém da família aceitava o fato dele estar vivendo a tantos anos com tal mulher.

- Só pode ser feiçaria!

- Que homem é assim com uma mulher se não for por meio das coisas ruins da macumba?

- Não existe amor neste mundo que faça um homem, como era Gildásio, neste pastelão que ele se transformou.

As críticas e as teorias surgiam com maior força e zelo, quando ela resolvia abandoná-lo. Tal evento aconteceu muitas vezes.

- É só ele juntar um patrimoniozinho, e ela separa, pega a parte dela, vai gastar com os machos que ela sempre teve. Depois, quando ela gasta tudo, volta com a cara limpa, com o rabo mucho, e o pior? O besta aceita!  – Diziam e criticavam.

No ano dois mil, ela separou-se dele. Exigiu-lhe a metade de todos os bens adquiridos na última década. Ele vendeu a casa, os dois veículos, dois terrenos, e entregou-lhe a parte exigida.

Ela partiu no dia seguinte, e passou três meses em viagem. Voltou. Comprou uma pequena casa. E, chamou-o para morar com ela. Para angustia e desespero dos familiares, ele aceitou o convite.

A parte que lhe coube, ele comprou seis tarefas de terra, num lugar ermo. Construiu uma enorme casa. Alpendreou-a de todos os lados. Desde então, passou a viver por lá, e também, quando vinha à cidade, se arranchava na casa dela.

Depois de duas chuvas, quando ele conseguiu boas safras, ajeitou a casa, comprou novos móveis, automóveis e arrumou a sua propriedade rural, ela se achegou!

- Ai meu Deus. Já tá lá dentro! Vai tomar tudo de novo! – Disse a velha tia Zefinha.

Ficaram apreensivos. Seis meses depois, estranharam os fatos na Fazenda Renovada.

- Gildásio está andando com roupas novas. Voltou a usar botas de couro, camisa de linho e calças sociais.

- Tá acontecendo alguma coisa com Gildásio. Ele anda diferente, anda cheiroso, roupas novas. Tá sempre de cabelo cortado, barba feita. – Observou tia Zefinha!

- É que tio Gildásio, tá namorando a viúva do Tião Moleza. – Avisou a sobrinha Soninha!

- ÔÔÔÔÔ Glórias a Deus! O feitiço foi quebrado! E o feitiço dela só podia ser quebrado com um novo amor.

Ontem estavam na igreja! Estavam sentados no banco do meio e o padre, abençoava-os pela encomenda da missa em homenagem às trocas de alianças entre os noivos.


O inferno, o paraíso e a motivação

16 set

Se um homem for enviado ao tormento milenar depois do sexo, passará nove séculos lembrando o último momento, e o último século, será motivado pela esperança de repetí-lo.

Se um homem for enviado ao paraíso depois que lhe negarem sexo,  qualquer paraíso, deixará de existir, pela lembrança deste último momento. Todo e qualquer fração de tempo, por menor que seja, será um milénio de tormento.

Homens tipo Zangão!

15 mar

Diz um mito, que o ser-supremo nos dias da criação, chamou cada espécie em sua sala, e ensinava-lhe seus oficios bem como explicava-lhe sua função natural. Além das explicações davam-lhes aulas práticas.

Chegou a vez da abelha, e esta criatura recebeu as orientações de como deveria orientar-se pelo sol, escolher as flores, como fazer seus casulos, como cuidar das larvas, como produzir o mel, como produzir a cera e cuidar bem da colméia, e todas as funções e cargos a serem exercidos ao longo da breve vida de uma abelha.

As abelhas aprenderam a ser organizadas, habilidosas e inteligentes. Aprenderam a trabalhar e serem precavidas, quanto as estações. As abelhas aprenderam lições de higienes e são limpas. São meticulosas, e organizam suas vidas em torno de um membro central da colméia, e da grande rainha.

Assim que terminou de ensinar a abelha, chamou o zangão. Este por sua vez adiantou-se e disse:

- Já vi o que foi ensinado para a abelha. Não precisa ensinar nada para mim. Já sei!

Saiu da presença do ser-supremo todo animado, julgando-se o mais aptos das criaturas da natureza. Até hoje, o zangão não sabe fazer nada!

Não tem função na colméia. Se  for o sortudo a fecundar a rainha em seu voo nupcial, depois da cópula cairá morto em pleno voo.

Se a colméia passar por uma crise, são os primeiros a serem sacrificados. São expulsos da colônia e morrerão de fome. Se houver uma guerra, são colocados à frente da batalha para serem mortos, enquanto as guerreiras atacam nos flancos.

Por pior que seja, há muitos homens que vivem assim, a sombra de abelhas guerreiras, lutadoras, protetoras.

Homens zangão, muitas mulheres tem um, só aparece na cópula, e se for fazer parafrase, vai esta aqui:

- Cada mulher tem o homem que merece!


1 – Recebi de Leticia o selo abaixo;

selo1

2 – Recebi de Sarah, e também do Mutum o selo abaixo:

selo2

3 – Recebi Meme em Iara; e só respondo semana que vem.

4 – Recebi do By Osc @ r o selo blog Alto Astral:

altoastral

Os selos, repasso para todos os amigos da minha lista ai ao lado direito e esquerdo.

Quem deseja, receba-os como indicação de Adão Braga.

Este fim de semana, serei um bom zangão!

De papo-pro-ar, esperando o mel ser servido

e o momento do vôo nupcial da rainha!



Quem inventa isto?

8 fev

Eu recebo inúmeros e-mail ao longo do dia. Alguns nem passam na avaliação de primeira leitura. Alguns são curiosos. Outros, já passam direto para a caixa de lixo, e alguns tenho o prazer de excluir.

Hoje recebi um e-mail com o seguinte assunto: Oração da Mulher. Duas coisa sabia:

1 – Vinha de minha sobrinha, logo seria alguma gozação;

2 – Mas, que tipo de oração uma mulher poderia fazer diferente dos demais? Cliquei e li:

ORAÇÃO DA MULHER

Senhor!

Até agora o meu dia foi bom:

Não fiz fofoca;

Não perdi a paciência;

Não fui gananciosa;

Não fui sarcástica, rabugenta e chata!

Não reclamei, não praguejei, não gritei!

Não comi chocolate;

Também não fiz débitos no cartão de crédito do meu marido!

Mas, senhor, já estou para levantar dessa cama a qualquer minuto, e então, ai sim, vou realmente precisar de sua ajuda!!!

AMÉM!

Algums e-mail´s, que eles pensam ser interessantes, já vem classificados no assunto, quando encaminham:

- Muito engraçado!

- Morri de Rir!

- Huahuahua Que legal!

“Ah!
Mas que sujeito chato sou eu 
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
(e-mail engraçados espalhados pela rede)
Eu acho tudo isso um saco…”

Para mim, desde meados do ano 2001, quando liderei um movimento na cidade, contra uma funcionária pública que vivia enviando este tipo de mensagem aos contadores e internautas da cidade, que penso:

- Isso saiu da cabeça de um funcionário público, que apesar de ter muito o que fazer, fica inventando piadas para espalhar para a intranet.

três mulheres!

12 jan

Jurei Ululante, Leviano Intento.

Recebi Intempestivo Bálsamo. 

Elixir Invivisel, Roteiros Obliquos!

Basta Estrela Toth! Hastei-te?

Saiais Antagonizando,  Notos; Tanatós;

Alcançarás Nirvana Almejado!

Clama Árido Rebento! Molenga! Esperareis Notos,

Navegarás Exaustivamente! Vagando Entre Sóis.


Domínio

10 out

Era o dia natálicio. Estavamos lá para a comemoração. Logo começamos a ouvir da sala as asperas palavras: 

- Cala a boca! Desliga esse celular e volte agora!

Houve silêncio!

- Você não devia ter saido de casa sem ter me avisado. Você sabe que não gosto destas suas atitudes e manias de sair sem me dizer pra onde vai.

Novamente silêncio! Pisadas fortes e nervosas foram ouvidas. E ficamos ali na sala sem saber o que fazer com tamanho constrangimento num dia que deveria ser de alegria e satisfação.

- Agooooora!  E vê se não demora!!!- Esbravejou furiosamente em palavras.

Na sala, a filha mais velha, não sabia mais onde virar o rosto, ou seja, onde colocar a cara. Pra todo canto da sala havia um amigo ou uma amiga.

Todos estavamos constrangidos e sem saber o que fazer diante da situação. Talvez pensou que com a porta do quarto fechado que nós na sala não ouviriamos. Era tão perto que não houve como não ouvir. Finalmente, a filha levantou e enxugando as lágrimas disse-nos:

 - Eu não sei porque painho aguenta mainha!!! Se fosse um outro homem, já teria dado um basta nesta situação.

E o filho emendou:

- Ele é muito frouxo! Não sei o porque que ele suporta ela. É humilhante o domínio que ela tem sobre ele. Ele não pode ir na esquina sem ela dizer: Vai! ou Pode ir!!! E o pior é que quando ela diz, “Não vai”, ele senta ai e não vai mesmo!!!

Para mim, este é um dos pouquisssimos casos de submissão masculina que conheço. Mas, eu já teria sacudido o cangalha.

É inacreditável o poder que certas pessoas exerce sobre outras, e como, estas se subjugam aos desejos destas e as obedecem!


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