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… de verdade

15 nov

Dizer a expressão que vem se popularizando ou que já se popularizou nos meios sociais e nas mais altas e amplas conversas vistas como expressão de valor, expressão de reconhecimento intelectual, reconhecimento de diferenciação do que é, e do que poderia ter sido, é na atualidade normal. Eu não gosto da sintetização que se fazem em certas expressões que se popularizam. Esta é um exemplo.

… família de verdade

Eu ouvi agora na novela A VIDA DA GENTE a expressão: “Eu queria tanto ter uma família de verdade.” E o que isto sintetiza? É a exteriorização de um sentimento amplo e vasto de descontentamento que vemos nas atuais famílias. Não só aqui no Brasil. A expressão pode variar, no entanto, nas séries e filmes de outras nações percebe-se também este sentimento, esta realidade de falta de valores.

Quando se usa a expressão, como no exemplo da novela, percebe-se ou tentam explicitar que a família tem sido ou tem agido assim, no contrário! de mentira. E como seria ter uma família de mentira? Não é o caso de não se ter pai, nem de ter mãe, nem avós, nem tios. A critica vai exatamente atingir a existências destes componentes familiares, no entanto, tais criaturas, não representam na vida dos jovens, o que os antigos foram para estes. Esta é uma das críticas. Como eu entendo a frase!

- Eu queria tanto ter uma família de verdade… igual a família que você teve. Um pai que te orientou moral e eticamente. Uma mãe que te orientou nos caminhos a seguir. Os irmãos que se uniram em torno de você quando tomou uma atitude temerária para te resgatar. O respeito que os tios impunham por serem o que eram: os irmãos de meus pais. E por conseguinte, era necessário dispensar a eles atenção, respeito, atitude. Avós que participaram da educação, proteção, seguridade, e em muitos casos, um backup-up a nossos pais, e se nossos pais falhassem …

A expressão é usada para um sem número de situações. É usada para expressar descontentamento de valores em muitos segmentos sociais.

… amigos de verdade

Também segue os princípios de questionar a desqualificação dos sentimentos de amizades, as baixas valorizações as pessoas que dedicam atenção, carinho, amor, tempo e vários outros bons sentimentos ao seu semelhante. Se reclama muito da falta de amigos de verdade. Ou seja, o contrário é que estamos numa época de amigos…  de mentiras. E como se faz a diferenciação? Simples. Todos sabem como agem os amigos, os de verdade. São leais. São fieis. Estão ao nosso lado para nos ajudar, para nos aconselhar, para nos levar quando perdidos, nos auxiliar, nos erguer quando caímos… etc..

… escolas de verdade

As escolas e tudo que elas representam também tem sido alvo da expressão: escolas de verdade! Isto implica em reconhecer que as escolas tem ensinado muito, porém, não tem atingido, nem tem feito sua tarefa de escola de verdade. Talvez, porque antes as escolas, ensinavam as matérias exigidas, e os professores eram também pessoas de caráter, moral e ética, e sobre tudo, pessoas com apoio das famílias de verdade, os governantes de verdade, das autoridades de verdade, e as crianças saiam de lá com o conteúdo e com nortes morais, éticos, espirituais, emocionais. A escola de hoje, além de ter suas atividades ampliadas (ensinar, educar, proteger, orientar, coordenar, moralizar…) também teve seu poder diminuído. Ou seja, a escola não pode mais corrigir, punir, penalizar, exigir, admoestar, repreender.

… justiça de verdade

A sensação que temos é que não mais se faz justiça. Não temos mais a certeza de que se recorrermos a justiça seremos atendidos. A sensação que temos é que a justiça sempre tem pendido para o lado dos poderosos, dos influentes, dos que podem pagar por assistência jurídica.

A expressão é usada neste sentido de contrariedade, de antítese, de expressar a ideia de insatisfação, de descontentamento com o que acontece, com o que se percebe, com o que se instituiu, com este sistema que atualmente vigora. Sempre em contrario aos princípios da verdade.

A expressão “de verdade” está denunciando um movimento corrente que é mentiroso. A expressão “de verdade” revela a sociedade tem visto a degradação social, moral, ética e de valores diversos, mas, não tem conseguido elencar o descontentamento, não tem conseguido listar o que é mentira, o que é contrário ao axioma

A expressão “de verdade” revela a não conformidade social experimentada e difundida por muitos, quiçá, a maioria. Que as “suas ideias não correspondem aos fatos”. Que certas ideias não são verdadeiras ainda que muito bem difundidas.

A expressão “de verdade” está de fato revelando os erros, a falta de exatidão, o contrário da realidade da coisa certa e verdadeira. Que estamos seguindo uma ilusão social, uma mentira cultural. E que não é de fato uma manifestação do que se deveria viver, experimentar, difundir, do que se sente, do que deveriamos ser. Que está faltando sinceridade, boa-fé, fidelidade… de verdade!

Este texto foi escrito por mim, Adão Braga. De verdade!

Blogagem Coletiva: Dignidade e Justiça para todos nós!

10 dez

selodh02

Muitos estranham quando digo que sou preconceituoso, bruto, ignorante, e uma grande lista de adjetivos e predicados que envergonhariam a maior parte de vocês, bem como, a maior parte de vocês jamais assumiram no velado de vossos lares, quanto mais, assim tão publicamente.

Assim sou, porque sou humano. Nós humanos, somos assim. Queremos que todos vejam o nosso lado bom, lindo, ético, moral, equilibrado. Enquanto nos esforçamos para ocultar este outro lado.

Segundo algumas ciências, sempre arrumamos nossa sala para as visitas verem. Guardamos boas coisas no primeiro piso; ocultamos as velharias no lugar mais inacessível, escuro e protegido possível.

Como parte de minha natureza, e em comemoração ao 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos humanos, respondendo ao chamamento do Blog Fênix ad Eternum, escrevo hoje sobre a dignidade, amanhã escreverei sobre a Justiça.

Sei que muitos cobram dignidade para os seus semelhantes, mas, o meu ponto de partida é a dignidade que ofereço a este mundo. Como contribuo para que outros tenham também oportunidade de serem dignos, de agirem como dignidade.

Algumas vezes, já fui parado em blitz aqui na cidade e na região. Enquanto muitos colegas dizem apenas “molhar a mão” daqueles que ali estão, eu não! A minha idéia é que não devo baixar a minha dignidade a corrupção, por menor que seja. Não quero ser corrupto, e também, não preciso ser corruptor. Mas, o que tem isto com o tema da blogagem coletiva?

Para que eu exija DIGNIDADE para todos os outros, eu devo ter a dignidade inerente a minha pessoa, minhas ações, palavras, atitudes.

Sou preconceituoso, e sabendo disto, evito ao máximo, atravéz destes meus preconceitos, discriminar alguém, ou tratar sejam quem for, de forma indigna.

Para que possamos exigir dignidade das autoridades, e exigir que nossa comunidade/sociedade trate todos com dignidade, eu devo oferecer a este mundo a minha dignidade. Eu devo ser o individuo honesto, com ações correta. Eu devo ser aquele que age baseado na justiça e no pensamento que todos os outros tem o mesmo direito que eu tenho.

Nesta blogagem, além do texto, contribuo também (com as devidas ressalvas) com a minha reputação moral que construi desde a infância, e que, iniciou-se com a educação, as correções (diversos tipos, incluindo surras, beliscões, tapas, castigos) que minha mãe, meu pai, os vizinhos mais velhos, que naquela época tinham autoridade sobre os menores, ajudaram a nortear minha conduta.

Não adianta exigirmos dignidade das autoridades, e dos nossos signatários, se não somos dignos. Não é através de novas leis, de imposição de novos regras sociais que seremos mais dignos. Nós devemos aprender e praticar os códigos da ética, da moralidade, da cidadania. Devemos dar o exemplo de não trangressão ás leis, aos principios morais. Agindo assim, vamos contribuir, e vamos também respeitar os direitos dos demais.

Devemos aproveitar a oportunidade, e mostrar que, se estamos hoje escrevendo sobre a DIGNIDADE, é porque obtivemos este direito guiados por sentimentos de justiça, orientados pelos principios da honestidade e da honra. Uma vez assim agindo, nosso mundo será digno, porque todos seremos, e todos terão dignidades.

Um exemplo:

Há algum tempo, lá pelo ano 2001, fiz uma crítica à maneira como uma pessoa havia se aproximado, dominado e expulso uma pessoa do interior da igreja. Esta minha opinião, gerou uma controvérsia entre a minha pessoa e outra autoridade da igreja.

Ele, para resolver a questão entre nós, marcou uma conversa na loja. Na segunda-feira, às oito da manhã, cheguei para a conversa. Ele estava nervoso porque uma funcionária até então, às oito horas e quinze minutos, não havia chegado. Ela chegou à loja depois de 18 minutos. Ela adentrou a loja, esbaforida e com o olhos arregalados; dirigindo a todos disse:

- Bom dia gente, eu cheguei!

- Boa dia? – Interrogou em voz alta – Já é quase boa tarde! – Reclamou de maneira abusiva.

Quando ele voltou a conversar comigo, disse-lhe:

- É sobre isto que eu falava na igreja. As pessoas, não se preocupam com as outras. Não age com elas, da mesma maneira que gostaria que fosse tratado. Você sabe o motivo porque ela chegou atrasada? Sabe se a criança dela está bem? E se, a mãe dela ainda estiver no hospital? O que você já fez para ajudá-la na situação que agora ela atravessa?

Levantei-me e sair.

Devemos agir com dignidade em pequenos detalhes, em pequenas atitudes. Começando em nossa casa, com nossos filhos, com aqueles e aquelas que trabalham conosco. Dignidade e Justiça para todos nós, para iniciar: ofereça a sua!

Blogagem Coletiva: Dignidade e Justiça para todos nós!

10 dez

selodh02

Muitos estranham quando digo que sou preconceituoso, bruto, ignorante, e uma grande lista de adjetivos e predicados que envergonhariam a maior parte de vocês, bem como, a maior parte de vocês jamais assumiram no velado de vossos lares, quanto mais, assim tão publicamente.

Assim sou, porque sou humano. Nós humanos, somos assim. Queremos que todos vejam o nosso lado bom, lindo, ético, moral, equilibrado. Enquanto nos esforçamos para ocultar este outro lado.

Segundo algumas ciências, sempre arrumamos nossa sala para as visitas verem. Guardamos boas coisas no primeiro piso; ocultamos as velharias no lugar mais inacessível, escuro e protegido possível.

Como parte de minha natureza, e em comemoração ao 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos humanos, respondendo ao chamamento do Blog Fênix ad Eternum, escrevo hoje sobre a dignidade, depois escreverei sobre a Justiça.

Dignidade

Sei que muitos cobram dignidade para os seus semelhantes, mas, o meu ponto de partida é a dignidade que ofereço a este mundo. Como contribuo para que outros tenham também oportunidade de serem dignos, de agirem como dignidade.

Algumas vezes, já fui parado em blitz aqui na cidade e na região. Enquanto muitos colegas dizem apenas “molhar a mão” daqueles que ali estão, eu não! A minha idéia é que não devo baixar a minha dignidade a corrupção, por menor que seja. Não quero ser corrupto, e também, não preciso ser corruptor. Mas, o que tem isto com o tema da blogagem coletiva?

Para que eu exija DIGNIDADE para todos os outros, eu devo ter a dignidade inerente a minha pessoa, minhas ações, palavras, atitudes.

Sou preconceituoso, e sabendo disto, evito ao máximo, através destes meus preconceitos, discriminar alguém, ou tratar seja quem for, de forma indigna.

Para que possamos exigir dignidade das autoridades, e exigir que nossa comunidade/sociedade trate todos com dignidade, eu devo oferecer a este mundo a minha dignidade. Eu devo ser o individuo honesto, com ações correta. Eu devo ser aquele que age baseado na justiça e no pensamento que todos os outros tem o mesmo direito que eu tenho.

Nesta blogagem, além do texto, contribuo também (com as devidas ressalvas) com a minha reputação moral que construi desde a infância, e que, iniciou-se com a educação, as correções (diversos tipos, incluindo surras, beliscões, tapas, castigos) que minha mãe, meu pai, os vizinhos mais velhos, que naquela época tinham autoridade sobre os menores, ajudaram a nortear minha conduta.

Não adianta exigirmos dignidade das autoridades, e dos nossos signatários, se não somos dignos. Não é através de novas leis, de imposição de novos regras sociais que seremos mais dignos. Nós devemos aprender e praticar os códigos da ética, da moralidade, da cidadania. Devemos dar o exemplo de não trangressão ás leis, aos principios morais. Agindo assim, vamos contribuir, e vamos também respeitar os direitos dos demais.

Devemos aproveitar a oportunidade, e mostrar que, se estamos hoje escrevendo sobre a DIGNIDADE, é porque obtivemos este direito guiados por sentimentos de justiça, orientados pelos principios da honestidade e da honra. Uma vez assim agindo, nosso mundo será digno, porque todos seremos, e todos terão dignidades.

Um exemplo:

Há algum tempo, lá pelo ano 2001, fiz uma crítica à maneira como uma pessoa havia se aproximado, dominado e expulso uma pessoa do interior da igreja. Esta minha opinião, gerou uma controvérsia entre a minha pessoa e outra autoridade da igreja.

Ele, para resolver a questão entre nós, marcou uma conversa na loja. Na segunda-feira, às oito da manhã, cheguei para a conversa. Ele estava nervoso porque uma funcionária até então, às oito horas e quinze minutos, não havia chegado. Ela chegou à loja depois de 18 minutos. Ela adentrou a loja, esbaforida e com o olhos arregalados; dirigindo a todos disse:

- Bom dia gente, eu cheguei!

- Boa dia? – Interrogou em voz alta – Já é quase boa tarde! – Reclamou de maneira abusiva.

Quando ele voltou a conversar comigo, disse-lhe:

- É sobre isto que eu falava na igreja. As pessoas, não se preocupam com as outras. Não age com elas, da mesma maneira que gostaria que fosse tratado. Você sabe o motivo porque ela chegou atrasada? Sabe se a criança dela está bem? E se, a mãe dela ainda estiver no hospital? O que você já fez para ajudá-la na situação que agora ela atravessa?

Levantei-me e sair.

Devemos agir com dignidade em pequenos detalhes, em pequenas atitudes. Começando em nossa casa, com nossos filhos, com aqueles e aquelas que trabalham conosco. Dignidade e Justiça para todos nós, para iniciar: ofereça a sua!

Por qual ideologia lutarei?

22 out

Lendo o novo Blog de Beth (Curvas e Bifurcações), encontrei um texto dela sobre Ideologia. Lembrei-me que havia escrito alguma coisa sobre ideologia.

A data foi 29/06/2005 às 11:59:01 no antigo blog, onde tenho mais de 300 textos que tenho a maior preguiça de tentar recuperar.

“Ideologia, eu quero uma pra eu viver” – Cantava Cazuza, no auge do sucesso, e ao fim da vida.  Hoje temos tantas ideologias, tantas novas idéias, novas lutas, novas guerras que pra qualquer lado que virarmos, temos armas e material de combustão suficiente para vários anos.

Você pode ingressar em qualquer exercito destes que existem por ai, que estará lutando pela verdade, pela justiça, pelos direitos corretos. Mas em qual movimento me alistarei?

Anti-globalização.

Você pode se alistar nestes movimentos contrários a globalização, e defender sabe-se lá o quê contrária a globalização. Remar contra a maré, a imposição capitalista, das grandes, onipresentes, onipotentes multinacionais, que assolapam os pequenos mercados, sem trazer nenhum beneficio as massas, subjugadas aos pequenos salários.

Os Movimentos Diversos dos sem-nada.

Pode se alistar nos movimentos dos sem tetos, dos sem-terras, dos sem dinheiro, dos sem-bancos, dos sem-computador. Afinal, bastará você não ter o que se “precisa ter” para fundar um movimento desses ai. Você poderá fazer parte das lutas dos agricultores, dos que cobram investimento no campo, bem como poderá fazer parte de outros movimentos, internos, nestes mesmos movimentos.

Movimentos Religiosos.

Os movimentos religiosos, que pregam o evangelho, que vivem migrando, e indo paras nações não alcançadas, nos paises mais distantes, que nunca ouviram falar de Jesus, aos estrangeiros além-mar, no continente miséravel, Africano, no populoso continente asiatico, há sempre uma grande multidão, sedenta por uma palavra cristã, e a luta contra o pecado é ferrenha, díficil e invisivel. Lutar contra as forças do mal, e vencer-los com o amor, e com o bem.

Contra a imprensa massificadora

Principalmente contra a Rede Globo, no Brasil, a CNN, a GNT, a Bandeirantes, e toda e qualquer tipo de impressa massificadora. Levantar seu estandarte, e denunciar os erros, as tendências, e tudo mais que a impressa, maluca, deturpadora, tendenciosa faz para ficar com um naco do poder.

Lutar contra a politica corrupta

Essa, está no auge, fazer movimento estudandis, movimentos de lideres de bairro, e depois de acabar com os corruptos no poder, e depois de passar por anos de luta contra a corrupção, chegar finalmente lá, onde estavam aqueles que outrora você combatia, e descobri, que ao longo da sua carreira vitoriosa, só foi possivel, fazendo os mesmos tipos de conseções que seus antigos desafetos praticavam.

Lutar contra a politica econômica do FMI

Há muito tempo, não ouço falarem da dívida externa do Brasil, mas quando jovem, e estudando, era o papo da intelectualidade era debater sobre as grandes somas que o Brasil devia ao exterior, e que alguns políticos, e alguns partidos eram contra, mas que nada fazia para acabar com a dívida e que os filhos, (no caso eu) e os netos, (no caso, meus filhos) sofreriam muito para pagar. A luta continua.

Luta contra o Macdonald e a obesidade.

Há quem goste de lutar contra empresas multinacionais, ou nacionais gigantes. Então abrace a causa contre o MacDonalds, a Globo, a Esso, Protect & Gambe, a Bombril, a Ambev.

… a lista é enorme… ache a sua, e lute! Eu creio que perca de tempo, qualquer uma delas… e cada qual pensa que tais lutas representa toda a extensão da justiça, da verdade, da integridade, da etica, da moral e da vida.

Eu simplesmente prefiro, viver pacatamente a vida que tenho, e não me envolver em luta alguma, esta será  minha ideologia, esta será minha bandeira: quem quiser que se aliste.

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