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Blogagem Coletiva: Dignidade e Justiça para todos nós!

10 dez

selodh02

Muitos estranham quando digo que sou preconceituoso, bruto, ignorante, e uma grande lista de adjetivos e predicados que envergonhariam a maior parte de vocês, bem como, a maior parte de vocês jamais assumiram no velado de vossos lares, quanto mais, assim tão publicamente.

Assim sou, porque sou humano. Nós humanos, somos assim. Queremos que todos vejam o nosso lado bom, lindo, ético, moral, equilibrado. Enquanto nos esforçamos para ocultar este outro lado.

Segundo algumas ciências, sempre arrumamos nossa sala para as visitas verem. Guardamos boas coisas no primeiro piso; ocultamos as velharias no lugar mais inacessível, escuro e protegido possível.

Como parte de minha natureza, e em comemoração ao 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos humanos, respondendo ao chamamento do Blog Fênix ad Eternum, escrevo hoje sobre a dignidade, amanhã escreverei sobre a Justiça.

Sei que muitos cobram dignidade para os seus semelhantes, mas, o meu ponto de partida é a dignidade que ofereço a este mundo. Como contribuo para que outros tenham também oportunidade de serem dignos, de agirem como dignidade.

Algumas vezes, já fui parado em blitz aqui na cidade e na região. Enquanto muitos colegas dizem apenas “molhar a mão” daqueles que ali estão, eu não! A minha idéia é que não devo baixar a minha dignidade a corrupção, por menor que seja. Não quero ser corrupto, e também, não preciso ser corruptor. Mas, o que tem isto com o tema da blogagem coletiva?

Para que eu exija DIGNIDADE para todos os outros, eu devo ter a dignidade inerente a minha pessoa, minhas ações, palavras, atitudes.

Sou preconceituoso, e sabendo disto, evito ao máximo, atravéz destes meus preconceitos, discriminar alguém, ou tratar sejam quem for, de forma indigna.

Para que possamos exigir dignidade das autoridades, e exigir que nossa comunidade/sociedade trate todos com dignidade, eu devo oferecer a este mundo a minha dignidade. Eu devo ser o individuo honesto, com ações correta. Eu devo ser aquele que age baseado na justiça e no pensamento que todos os outros tem o mesmo direito que eu tenho.

Nesta blogagem, além do texto, contribuo também (com as devidas ressalvas) com a minha reputação moral que construi desde a infância, e que, iniciou-se com a educação, as correções (diversos tipos, incluindo surras, beliscões, tapas, castigos) que minha mãe, meu pai, os vizinhos mais velhos, que naquela época tinham autoridade sobre os menores, ajudaram a nortear minha conduta.

Não adianta exigirmos dignidade das autoridades, e dos nossos signatários, se não somos dignos. Não é através de novas leis, de imposição de novos regras sociais que seremos mais dignos. Nós devemos aprender e praticar os códigos da ética, da moralidade, da cidadania. Devemos dar o exemplo de não trangressão ás leis, aos principios morais. Agindo assim, vamos contribuir, e vamos também respeitar os direitos dos demais.

Devemos aproveitar a oportunidade, e mostrar que, se estamos hoje escrevendo sobre a DIGNIDADE, é porque obtivemos este direito guiados por sentimentos de justiça, orientados pelos principios da honestidade e da honra. Uma vez assim agindo, nosso mundo será digno, porque todos seremos, e todos terão dignidades.

Um exemplo:

Há algum tempo, lá pelo ano 2001, fiz uma crítica à maneira como uma pessoa havia se aproximado, dominado e expulso uma pessoa do interior da igreja. Esta minha opinião, gerou uma controvérsia entre a minha pessoa e outra autoridade da igreja.

Ele, para resolver a questão entre nós, marcou uma conversa na loja. Na segunda-feira, às oito da manhã, cheguei para a conversa. Ele estava nervoso porque uma funcionária até então, às oito horas e quinze minutos, não havia chegado. Ela chegou à loja depois de 18 minutos. Ela adentrou a loja, esbaforida e com o olhos arregalados; dirigindo a todos disse:

- Bom dia gente, eu cheguei!

- Boa dia? – Interrogou em voz alta – Já é quase boa tarde! – Reclamou de maneira abusiva.

Quando ele voltou a conversar comigo, disse-lhe:

- É sobre isto que eu falava na igreja. As pessoas, não se preocupam com as outras. Não age com elas, da mesma maneira que gostaria que fosse tratado. Você sabe o motivo porque ela chegou atrasada? Sabe se a criança dela está bem? E se, a mãe dela ainda estiver no hospital? O que você já fez para ajudá-la na situação que agora ela atravessa?

Levantei-me e sair.

Devemos agir com dignidade em pequenos detalhes, em pequenas atitudes. Começando em nossa casa, com nossos filhos, com aqueles e aquelas que trabalham conosco. Dignidade e Justiça para todos nós, para iniciar: ofereça a sua!

Blogagem Coletiva: Dignidade e Justiça para todos nós!

10 dez

selodh02

Muitos estranham quando digo que sou preconceituoso, bruto, ignorante, e uma grande lista de adjetivos e predicados que envergonhariam a maior parte de vocês, bem como, a maior parte de vocês jamais assumiram no velado de vossos lares, quanto mais, assim tão publicamente.

Assim sou, porque sou humano. Nós humanos, somos assim. Queremos que todos vejam o nosso lado bom, lindo, ético, moral, equilibrado. Enquanto nos esforçamos para ocultar este outro lado.

Segundo algumas ciências, sempre arrumamos nossa sala para as visitas verem. Guardamos boas coisas no primeiro piso; ocultamos as velharias no lugar mais inacessível, escuro e protegido possível.

Como parte de minha natureza, e em comemoração ao 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos humanos, respondendo ao chamamento do Blog Fênix ad Eternum, escrevo hoje sobre a dignidade, depois escreverei sobre a Justiça.

Dignidade

Sei que muitos cobram dignidade para os seus semelhantes, mas, o meu ponto de partida é a dignidade que ofereço a este mundo. Como contribuo para que outros tenham também oportunidade de serem dignos, de agirem como dignidade.

Algumas vezes, já fui parado em blitz aqui na cidade e na região. Enquanto muitos colegas dizem apenas “molhar a mão” daqueles que ali estão, eu não! A minha idéia é que não devo baixar a minha dignidade a corrupção, por menor que seja. Não quero ser corrupto, e também, não preciso ser corruptor. Mas, o que tem isto com o tema da blogagem coletiva?

Para que eu exija DIGNIDADE para todos os outros, eu devo ter a dignidade inerente a minha pessoa, minhas ações, palavras, atitudes.

Sou preconceituoso, e sabendo disto, evito ao máximo, através destes meus preconceitos, discriminar alguém, ou tratar seja quem for, de forma indigna.

Para que possamos exigir dignidade das autoridades, e exigir que nossa comunidade/sociedade trate todos com dignidade, eu devo oferecer a este mundo a minha dignidade. Eu devo ser o individuo honesto, com ações correta. Eu devo ser aquele que age baseado na justiça e no pensamento que todos os outros tem o mesmo direito que eu tenho.

Nesta blogagem, além do texto, contribuo também (com as devidas ressalvas) com a minha reputação moral que construi desde a infância, e que, iniciou-se com a educação, as correções (diversos tipos, incluindo surras, beliscões, tapas, castigos) que minha mãe, meu pai, os vizinhos mais velhos, que naquela época tinham autoridade sobre os menores, ajudaram a nortear minha conduta.

Não adianta exigirmos dignidade das autoridades, e dos nossos signatários, se não somos dignos. Não é através de novas leis, de imposição de novos regras sociais que seremos mais dignos. Nós devemos aprender e praticar os códigos da ética, da moralidade, da cidadania. Devemos dar o exemplo de não trangressão ás leis, aos principios morais. Agindo assim, vamos contribuir, e vamos também respeitar os direitos dos demais.

Devemos aproveitar a oportunidade, e mostrar que, se estamos hoje escrevendo sobre a DIGNIDADE, é porque obtivemos este direito guiados por sentimentos de justiça, orientados pelos principios da honestidade e da honra. Uma vez assim agindo, nosso mundo será digno, porque todos seremos, e todos terão dignidades.

Um exemplo:

Há algum tempo, lá pelo ano 2001, fiz uma crítica à maneira como uma pessoa havia se aproximado, dominado e expulso uma pessoa do interior da igreja. Esta minha opinião, gerou uma controvérsia entre a minha pessoa e outra autoridade da igreja.

Ele, para resolver a questão entre nós, marcou uma conversa na loja. Na segunda-feira, às oito da manhã, cheguei para a conversa. Ele estava nervoso porque uma funcionária até então, às oito horas e quinze minutos, não havia chegado. Ela chegou à loja depois de 18 minutos. Ela adentrou a loja, esbaforida e com o olhos arregalados; dirigindo a todos disse:

- Bom dia gente, eu cheguei!

- Boa dia? – Interrogou em voz alta – Já é quase boa tarde! – Reclamou de maneira abusiva.

Quando ele voltou a conversar comigo, disse-lhe:

- É sobre isto que eu falava na igreja. As pessoas, não se preocupam com as outras. Não age com elas, da mesma maneira que gostaria que fosse tratado. Você sabe o motivo porque ela chegou atrasada? Sabe se a criança dela está bem? E se, a mãe dela ainda estiver no hospital? O que você já fez para ajudá-la na situação que agora ela atravessa?

Levantei-me e sair.

Devemos agir com dignidade em pequenos detalhes, em pequenas atitudes. Começando em nossa casa, com nossos filhos, com aqueles e aquelas que trabalham conosco. Dignidade e Justiça para todos nós, para iniciar: ofereça a sua!

Jesus Apócrifo e a menina jogada do prédio

3 abr

Hoje, passei o dia com fortes dores de cabeça. Entretanto, conversei com um amigo (Jesus Apócrifo), sobre os eventos atuais. A conversa foi longa e falamos sobre vários assuntos; falamos desde o Dossie que é política até a menina que foi jogada do sexto andar, que ainda é mistério, e faz parte da justiça e ou de injustiça, crime hediondo)

Ele resolveu escrever um texto sobre o último assunto, e aproveito e copio e colo o texto dele aqui Ipsis litteris :

Abre Aspas:

Com esta trágica morte desta menina, nos últimos dias, a televisão, os rádios e a internet comentam o mesmo evento. Lembro-me de um texto nos apócrifos que narram uma história assim, como abaixo colado:

“Um dia, Jesus estava brincando com outras crianças em cima de um telhado e uma delas caiu e morreu na hora.As outras fugiram e Jesus ficou sozinho em cima do telhado. Então os pais do morto chegaram e disseram a Jesus:

— Foste tu que empurraste nosso filho do alto telhado.

Como ele negasse, eles repetiram mais alto:

— Nosso filho morreu e eis aqui quem o matou.

Jesus respondeu:

— Não me acuseis de um crime do qual não tendes nenhuma prova. Perguntemos, porém, à própria criança o que aconteceu.

Jesus desceu, colocou-se perto da cabeça do morto e disse-lhe em voz alta:

— Zeinon, Zeinon, quem foi que te empurrou do alto do telhado?

O morto respondeu:

— Não foste tu a causa da minha queda, mas foi o terror que me fez cair.”

Evangelho Apócrifo Segundo Pedro
A infância de Jesus


Sabemos que os envolvidos no caso atual, não tem este poder de obter o testemunho da filha, ou enteada para inocentá-los.

A situação deles, é deveras complicado. Devemos ter a paciência que outrora faltou noutros casos. Hoje, em conversa com Adão Braga, ele lembrou-me do caso de um Pastor Adventistas que ocorreu na Austràlia no inicio da década de 80.

Eu não sabia do caso, mas ele, me indicou o seguinte link: Erros dos Judiciário dos Anos 80, e ele também me indicou o filme que é o Um grito no Escuro, que procurarei ver, assim que puder.

Ainda não sabemos se o pai, e a sua atual esposa tem envolvimento, por isto, esperemos as investigações terminarem, e mesmo assim, devemos ser cautelosos, quanto aos julgamentos.

Deus abençoe os investigadores a encontrarem pistas e cheguem a conclusão correta, e então, que a justiça seja satisfeita com suas exigências, doa em quem doer.

Fecha Aspas

Ou quem sabe fiz ipsis verbis


O lançamento do Livro da Carmen Neves será neste próximo Sábado, 05/04/2008 que também é o dia do aniversário dela…


Algo justo!!

15 out

Hoje em conversa com meu filho Kaio, chamando-o a responsabilidade, ele me reclamou que a vida não é justa… e eu o respondi:

Você quer justiça? Você algo justo? Se você estiver procurando algo nesta vida que seja justo, que esteja sempre dentro das medidas, há poucas coisas justas nesta vida amigo, mas vou te citar um que sei que é: O sutiã!!!

Kátia me olhou com cara de descofiança e desagrado. 

- O sutiã oprime os grandes, protege os pequenos e levanta os caídos

No fim todos rimos da situação, e esta frase que nem sei quem disse, me salvou o dia!!


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