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Dia do amigo!

20 jul

Hoje, 20 de julho, todos os meios de comunicação em massa vão dedicar pelo menos uma linha para este dia.  A nossa caixa de e-mail vai ficar lotada de correio eletrônico, inclusive daqueles amigos que faz algum tempo não entra em contato. Os blogs, já vi alguns, já tem mensagens dedicada ao tema.

Eu vou apenas deixar este versiculo biblico:

Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão.

Proverbios 18:24

Muito agradecido sou por existir estes amigos e estas amigas em nossa rota, onde colidimos, nos agarrmos e estamos juntos de muitas formas, meios e maneiras.

O que nos une é a fé, o amor, a esperança, a amizade, a fidelidade, a utilidade, e tudo que existe de bom numa amizade.

Continuamos escrevendo todos os dias no blog

Em que acreditar?

26 fev

 

Você acredita nele, quando ele mente para ocultar a verdade

ou

acredita nele, quando usa a verdade para ocultar uma mentira?

“Amigos”

8 dez

Na abundância, os amigos te conhece. Na adversidade, você conhece os amigos!

como perder minha amizade e lealdade!

30 jun

Semana passada em uma sanha, explicável e justificável, resolvi ir embora de Irece. Ajuntei meus panos de bunda e mesmo sem nenhum planejamento estratégico, resolvi aceitar a proposta de um antigo amigo á acompanhá-lo em sua jornada política. Ele me convidou num momento crítico. Em protesto e vingança a situação que pelo momento vivia, resolvi partir, e planejei ficar por lá uns tres meses, e posteriormente, mudaria para a remota região do Pernambuco.

Deixei para trás esposa e filhos em desconsolado choro. Sair mesmo com o rumo, e com todos os pertences que tinha quando casamos: Uma sacola de roupas, porém, sem cuecas e sem meias.

Permaneci até então isolado, e sem contato direto. No sábado á noite, bati um breve papo com Pri, a galega capixaba e só. O desespero foi grande por aqui. Choro e ranger de dentes. A minha situação não é uma valhala (paraiso dos guerreiros escandinavos mortos em combate), mas também não chega a ser comparado ao tártaro (lugar mais profundo do inferno).

A esposa ficou chorosa por que ela ama a terra onde nasceu. Os filhos choraram porque nunca passamos tanto tempo separados, e ademais, eles não sabiam para que lugar eu estava indo. Apenas sabiam que eu estava indo, e também não sabiam os motivos da ida. Foi um alvoroço só.

Apenas uma pessoa soube deduzir aonde me encontrar. E foi em minha direção. Dois dias depois, ele me localizou e me entregou o celular que Kátia enviara.

Os planos:

Fui convidado para coordenar a campanha política de um amigo no Pernambuco. E sem avisar ninguém, aceitei o convite e despedi de todos, dizendo que estava indo, e se, tudo ocorresse bem voltava para irmos todos, porém, não os avisei para que lugar estava indo. Foi mesmo de próposito.

Porque o propósito?

Um meio de protestar a situação que vivo. Uma situação chata, causada, provocada por terceiros, porém, que caiu sobre meus ombros e tenho que resolver. Resolver problemas meus já é chato, imagina a consternação que é resolver problemas causados a voce por outras pessoas, inda mais, por pessoas que dizem: Eu te amo! Estas situações, parecem ser mais doloridas e desalentadoras do que muitas outras juntas.

O que deu errado?

  • Uma pessoa que seja complicado de conviver: Sou eu.
  • Uma pessoa que seja facil convivio: Sou eu.
  • Uma pessoa que abandona o que atrapalha o convivio: Sou eu.

Posto acima, mesmo que contraditório, e tendo a viagem sido realizada, cheguei na região próxima de Recife para os trabalhos.

Nos primeiros dias, tinha como meta conhecer a cidade, seus órgãos, localizações diversas, mapeamento, e algumas reuniões com o presidente do partido, o secretário, e o candidato majoritário.

Participei da convenção partidária.

Estava lá pelo amigo, e pelo contrato proposto. Minhas tarefas seriam de coordenação politica, organização, agendamento, acompanhamento e apontar o melhor caminho para o amigo candidato.

Porém, na segunda-feira, quando tudo parecia bem encaminhado, reuniões marcadas, agendamentos feitos, compromissos marcados, me aparece o amigo-politico, e me diz:

- Dão, quero conversar com voce!

- Tá conversando!

- È desagradável, mas, é uma recomendação, e um conselho ao amigo.

- Diga homem, o que é!

- Não quero que voce fique conversando com “minha mulher” do jeito ficou lá na copa conversando com ela. Eu ouvi o que voces conversaram e não gostei! Aquilo que voces conversavam pode fazer com que voces fiquem intimos demais.

- Como é que é?

- Isso mesmo! Voce não pode ficar conversando com minha mulher. Eu já vi muitos romances começarem assim, e não quero perder o amigo por causa disso. Mulher casada, em especial a minha, não pode ficar conversando com homens não!

- O que tem de intimidade no que conversamos.

- Não importa o que, o que importa é que voce é homem, ela é mulher, voces são humanos, e pode nascer entre voces uma intimidade…

Fez mil e uma recomendações a respeito de como eu deveria me comportar diante da presença feminina; como evitar certas situações constrangedoras; que mulher alguma é de confiança; que eu somos humano; que somos fracos; ela é humana; que as coisas podem acontecer quando menos se espera; etc e tal.

Depois dele ter feito a lista de recomendações, disse-lhe:

- Ainda que sua mulher fosse a mais famosa messalina, a mais vagabunda de todas as esposas, além do desrepeito que voce acaba de cometer a ela, voce está me desconsiderando como amigo.

“Amigo que é amigo, por amor ao amigo”, não olha para a esposa do amigo, ainda que seja a mais bonita e mais gostosona de todas.

E então determinei:

- Amanhã partirei!

- Dão! Que isso! Não é necessário esta atitude!

- Não admito qualquer julgamento desta natureza á minha honra, moral e lealdade. Voce me desmoraliza e fere minha honra; quando julga que eu e sua esposa possamos desenvolver um romance, só porque conversamos por poucos minutos; voce me coloca numa posição de galanteador, e coloca-a, como mulher insinuante, e nós não comportamos assim, em momento algum.

Na manhã seguinte partir para Campina Grande. Fui para Feira de Santana. Voltei para casa. Deixei de estudar para o concurso da CEF. Sepultei a amizade com este ex-amigo. Tinha enorme consideração a ele. Muitas histórias do passado agora só terão valor saudosista e romãntica.

Não admito tal julgamento infundado a minha pessoal. Casei-me aos 26, até então, apesar ter tido alguns namoradas, foi com esta que tive relações sexuais a primeira vez, e desde então, nunca tive um relacionamento extra-conjugal, nem beijo na boca, nem romance, exceto um flerte virtual com uma certa “barriga verde”, mas, tudo dentro do permitido e acompanhamento de minha parceira, sem segredos.

Foi isto! Para quem ficou preocupada, depois explico a minha outra situação, que é mais pessoal, porém, em diversos momentos, já dissolvir em textos aqui neste Blog.

Eu e Ana Lídia

14 nov

No último ano que estudei no Polivalente, lá no Bairro da Vila Nova, tive vários contra-tempos, momentos tristes e também inesquecíveis. O colégio era longe de minha casa, pois, meu pai, resolveu separar-me de uns amigos lá do bairro.

Neste último ano, sofri com a Vanessa; quem não leu, aproveite e clique no link: Crédulos e Enganados, e também, fiquei de recuperação em Inglês, Matemática e Educação Artistica. Minha mácula no colegial.

Estudei no Polivalente da quinta série até a oitava série. Fiz boas e duradouras amizades. Na oitava série, depois da Vanessa, sofri um outro golpe. Esse, tão sujo quanto os enganos da Vanessa.

Ana Lídia, era uma fofura de colega. Branquinha. Magrinha. Cabelo escorrido. Alegre. Risonha. E, diziam lá, que a Ana Lidia, era também muito burrinha.

Havia até uma história, de que certo dia, ela foi ao banco pagar a mensalidade do colégio; naquela época, os pais que podiam contribuir com as despesas do colégio, declaravam quanto podiam, e então pagava no banco.

Naquele dia, ela foi pagar a mensalidade dela, e também, do irmão. E diziam, que ela pegou a fila, pagou a mensalidade dela; voltou para o fim da fila, para pagar a mensalidade do irmão.

E, isso não foi o ápice. Diziam que tudo tomou os contornos de asnices, quando a mulher do caixa, perguntou-lhe:

- Porque você não pagou as duas juntas?

- Porque a primeira mensalidade era a minha, e essa é a mensalidade do meu irmão; é pra não misturar e o colégio saber, que eu paguei minha e que paguei a de meu irmão.

Outros contavam a história e dizia que ela agiu assim, pro pessoal, não pensar ela estava cortando fila pra pagar a mensalidade do irmão.

Eu e Ana tinhamos uma boa amizade. Ela a aluna bonita, eu o feinho! Eu nem dava cola pra ela. Ela não exigia nada de mim. E eu não cobrava nada dela.

Eramos também de classe social diferentes. Enquanto o pai dela pagava os maiores valores, para meu pai, o pagamento era facultativo. No tempo de frio, ela sempre tinha um belo cachecol, um bonito moleton, que na época era um luxo ter.

Nós sentavamos na quadra para assistir aos jogos. Conversavamos no recreio. Saiamos juntos pra todos os lugares no colégio. Porém, certo dia, “um outro amigo”, que morava lá no Morro do Zaru, o Celestino, que era popularmente chamado de Celestian, saiu espalhando no colégio que eu estava apaixonado por ela.

Ela nunca me deu a chance de explicar. Nunca mais falou comigo. Passou a evitar-me. Saia de onde estava, quando eu chegava, e não se aproximava dos lugares onde eu estava. Vivia olhando pra mim com aquele olhar de cachorro que fez coisa errada, mas, que não sabe falar, nem explicar o que fez.

Nunca soube o motivo que levou o Celestino a espalhar tal conversa. Ele apenas dizia que sabia que eu era apaixonado por ela, porque eu falava muito nela, que eu me preocupava com as notas dela, e defendia-a quando chamava-a de burra, e que tentou ajudar-nos a assumir nossos sentimentos e namorarmos.

Mais tarde, uma amiga, que tentei ser namorado me disse:

- Certas intimidades acabam qualquer amizade!

Não desejo um amigo como o Celestino para nenhum de vocês, apesar de saber, que todos podem ter um.


Eu, ela e as amigas dela.

27 set

Eu desci a rua Lambari, acompanhada dela. Minha mãe e minhas irmãs que vinham do Salão do Reino das Testemunhas de Jeová,  juntou-se a nós. Continuamos nossa andada até chegar a altura da casa dela na Rua Lagoa Santa.

Ela me chamou para conversar. Sentei-me e fiquei esperando-a na sala. Ela entrou para a cozinha e trouxe-me um copo de suco. Porém, quando voltou, ficou tímida.

Pouco depois, enquanto eu fingia não ter percebido nada e ansioso para ir embora, sem que ela tivesse coragem de dizer o que prentendia ela me disse:

- Adão, estou muito a fim de você, e gostaria de namorar com você.

Havia dois anos e meio que eu não namorava. Foi um período de ajustes de personalidade. Eu, havia tomados algumas decisões importantes e que norteariam minha vida ao longo de uma década e meia.

E, neste período, eu havia proposto, não ter uma namorada, mas como dizer não a uma mulher bonita, insistente e corajosa como esta?  Seria eu indelicado ou poderia dar uma chance a tanto sentimento, e tentar fazer brotar algum afeto ? Optei por este último.

Errei!

Quando a turma soube que eu estava namorando-a, riram. Não que fossemos uma piada, mas, riram, porque sabiam aonde eu estava entrando.

Foi algo mágico aquele namoro. Naquela semana, garotas que outrora nunca dirigiam a palavra a mim, quando passavam por mim, abraçavam-me e eram carinhosas. Teciam comentários, e eram agradabilissimas comigo.

Situação totalmente diferente antes do namoro. Mas, isto era explicado porque eram todas amigas dela. Primas, colegas de escola e da igreja. Quando aceitei o namoro, fui aceito por todas, mas, não havia mérito nenhum em mim, apenas no título: “Adão é o namorado de fulana.”

Garotas de diferentes bairros e que eu nem sabia que sabia o meu nome, passaram a conversar comigo:

- Olá Adão tudo bem? Como tá você e fulana? Tão felizes hein??

Eramos a novidade. Todas comentavam a situação, em especial, por ela ter vindo me pedir em namoro.

Mas, isto durou pouco. Uns 12 dias. Não quis alimentar os sentimentos dela, sem poder corresponder-lhe tanto carinho e afeto, e na mesma sala, onde ela pediu para começar eu pedi para terminar.

Ela ficou triste, e apenas concordou dizendo: “Tá bom! você tentou, mas se não me quer! fazer o que? Thau!” É muito triste terminar um namoro, em especial, um assim onde a outra parte deposita muitas esperanças.

A questão foi passar a semana. Todas aquelas garotas que eram-me amigas, intimas as vezes, atenciosas e animadas, que me procuravam pra pedir favores, pedir informações… se transformaram todas em ex-namoradas.

Neste momento, foi que “Barranco” – Apelido e um amigo - me disse:

- Adão, aqui funciona assim: se você namora com uma, todas te aceitam, e é como se você estivesse namorando com todas, quando o namoro termina, todas ficam com raiva de você. Se foi você quem terminou, declaram-te inimigos. Se foi ela todas vão rir de você, e todas agirão como se cada uma tivesse te dado o fora.

E, não é muito diferente nos dias de hoje, ou seja, não mudou muito não!!! As vezes, quando passo por uma casa, onde há muitas conhecidas de minha esposa, sou tratado assim, e também ouço, as mulheres em festas e em rodinhas detonando aqueles outros ex-maridos, ex-namorados, “maridos ruins”, entre outros.

Assim, saibam que quando namoramos, noivamos e casamos com uma, só o somos por completo, se todas do grupo o aceitar.

Se apenas uma, for “du contra” e você tomar uma atitude contrária ao gosto delas, certamente, essa oposicionista, fará movimento contra você, e logo-logo estarás queimado no meio.

Ela e as amigas delas, foi isto que escrevi, não foi “elas e as amigdalas dela!”, cuidados com as amigas dela!! Zele delas e tenha respeito e afeto por todas.


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