Corpo, Alma e Espírito

Dezembro 30, 2008

Os homens traem e as mulheres choram!

Arquivado em: Alma Humana, Relacionamentos, Vidas, homens, mulheres — by adaobraga @ 11:17 pm
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Nestes últimos dias de 2008 enquanto muitos estão tranquilos, vibrando com as mais extraordinárias formas de alegria, muitos outros humanos, estarão de alguma maneira sofrendo com uma traição qualquer. Traíção e fidelidade (Texto antido de Adão Braga: Quanto tempo para se apaixonar?) acompanham-nos em todos os episódios do cotidiano.

Mas, enquanto a maioria estão cantando a virada de um novo ano, alguns estarão chorando uma decepcionante traição. Outros tantos estarão chorando por um relacionamento acabado.

Quando digo que os homens traem, não digo que os homens, sempre tem outra mulher, tem um caso. Os homens traem a sua companheira de diversas maneiras, modos, ações, palavras e atitudes. A traição subjetiva, quando exposta, é tão, ou muito mais dolorida do que aquela traição física, e que envolve relação sexual.

O que é que é mesmo traição subjetiva? É aquela traição de ideal. É a traição de propósito.

Este tipo de traição, sempre brota na cabeça de muitos homens, quando ele conhece, e ou, descobre algo do passado da companheira, e pelo fato, dela não guardar ressentimentos, mágoas do ex-namorado, ex-marido, e até uma amigo de infância, ele já imputa a ela uma eventual entrega a este tal.

A traição masculina, não é só quando ele procura outra mulher. Nós homens traímos facilmente os ideais de um relacionamento quando descofiamos de nossa companheira. Quando vemos-a conversando alegremente com um outro, e logo pensamos que é uma ameaça. Que aquele, com quem ela estar conversando, logo mais, se entregará nalgum motel, ou que marcará um encontro as escondidas. Então, uma torre de vigia é montada. Isto também é traição.

Outros tipos de traições não concomitante:

  • Pegar o celular de sua namorada e ver para quem ela andou ligando.
  • Descobrir a senha do e-mail;
  • Instalar programas keylogger para saber o que ela digita no MSN;
  • Escutar na extensão do telefone;
  • Instalar câmaras de vigilância;
  • Instalar microfones pela casa para saber o que ela fala e com quem fala;
  • Escutas nos telefones;

Há muitas maneiras de se trair uma parceira, e a desconfiança é um tipo de traição que também magoa, que fere, e causa tanta ou mais dor do que uma “escapulida sexual”, não que este tipo não seja ruim.

Na década de 80 um amigo foi abandonado no altar. Na manhã seguinte, ele foi até a casa da ex-noiva perguntar o motivo de tamanha desdita, e ela explicou:

É que eu não sou virgem, e, como não tive coragem de te dizer, pensei que estava te enganando. Por isto disse não, e sair da igreja.

Depois deste episódio, ele generalizou. É comum também este tipo de atitude masculina. Porque uma mulher agiu com ele de tal maneira, conclui-se que todas agirão de igual modo. Não é verdade! Porém, a traição subjetiva, é comum aos homens e posso generalizar. Nós homens assim agimos. Traimos nossas companheiras ao aceitar uma denuncia anonima de traição, sem ao menos, dar-lhe o direito do contraditório. O direito de defesa. Tão somente a condenamos, e se possível, a executariamos por infidelidade. Os homens traem, mas tal traição, não é só uma aventura sexual. Os homens traem:

  • Quando desconfiam.
  • Quando insinua infidelidade.
  • Quando pensa que ela é descarada.
  • Quando crer noutras pessoas e não nela;
  • Quando pensa em outras;
  • Quando pensa que ela está pensando no outro.

Por fim, os homens traem quando deixa evidente, por palavras, ações, atos ou por comportamento óbvio, e revela de forma indiscreta, discriminatória emoções que deveriam ficar oculta em relação a sua companheira.

O comportamento das mulheres diante desta situação é de refém e de um duro, árduo, penoso, aturado, absorvente choro que lhes chega desmedido. É comum, e em geral, as próprias além de sofrer tais traições, também, de alguma forma sofrem represálias, se tais circunstâncias forem reveladas.

A situação fica complicada. Pois, diante de algumas traições, não há como se defender. Há certas acusações em que o silêncio é defesa, noutros, o silêncio é confissão. Diante da traição subjetiva, nada se poderá fazer, por que a traição nasce, cresce e se estabelece na mente traidora. E lá, ninguém poderá operar mudanças. O melhor a fazer, se houver como, é afastar-se e permanecer longe.

Dezembro 11, 2008

vidas normais e virtuais, virtuais e normais.

Arquivado em: Alma Humana, Relacionamentos, Vidas, homens, mulheres — by adaobraga @ 11:44 pm
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Esta eu ouvi na quinta-feira, quando recebi meu presente de Natal:

Se um dia meu marido arranjar uma amante, que seja uma mulher destas da internet que ele só fala, escreve e a vê pelo monitor do computador.

Esta tem mais tempo:

Há sete anos não faço sexo com minha esposa. Arranjei uma namorada na internet. Sou um cara muito azarado. Quando fui conhecê-la, ela aproveitou para terminar o namoro que até agora era virtual, porque ela havia se transformado, e agora era uma serva de Jeová.

A vida não é virtual. A vida é a vida. Se você tem amizades na web, não é uma amizade virtual, é uma amizade. O amor, a gratidão, a preocupação que tenho com meus amigos, independe do meio. São meus amigos. Inclusive os mesmos tipos de situações que vivo com uns no meio físico, tem se repetido no meio virtual.

Isto apenas reforça a minha idéia de que a vida virtual é tão normal, quanto a vida normal pode ser virtual.

Fevereiro 15, 2008

vidas e amores!

Arquivado em: Alma Humana, Relacionamentos, Vidas — by adaobraga @ 1:18 am
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O jovem detetive entrou na sala, e encontrou-o assistindo desenho animado. Admirou saber que aquele rico empresário passava seu tempo vendo desenhos, ainda mais, vendo aqueles desenhos japoneses, do tipo, Dragon Ball Z.

- Por favor, sente-se – Disse-lhe!

- Não obrigado! Só preciso saber alguns detalhes do serviço.

- Minha mulher fugiu hoje com o motorista. E desejo, que o  senhor os encontrem.

Depois de acertarem os valores, e terem assinado os devidos papeis, o detetive saiu. Passado dois dias, estando no escritório recebeu uma chamada no celular.

- Pois não?

- Senhor, já encontrei a mulher, e também o motorista!

- Certo! E como eles estão?

- Estão sentados na cama, enquanto, aponto a arma para eles. O que faço com eles?

- Com eles? Nada!  Tome o carro, que ele me levou e traga o Jorjão!

A mulher, jogou-se ao chão, e gritou desesperada:

- Jorjão não! Jorjão não! Eu fico com Jorjão! Eu fico com Jorjão!

- Senhor, Jorjão é o motorista?

- Não !!! – Gritou furioso! E em voz mansa e desabafante disse:

- Jorjão é o cachorro. Ele e o carro são  meus, traga-os!

- E a mulher senhor?

- Deixa ela com o motorista! Eles creem na felicidade e acham que se amam! Eu só quero o carro e o cachorro!!

Janeiro 29, 2008

num momento, um turbilhão!

Arquivado em: Alma Humana, Lembranças, Pessoal, Vidas — by adaobraga @ 1:42 am
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vermelho-labios.jpgNuma manhã qualquer.

Olhei-a, como sempre.

Usava batom;

Vermelho!

A beleza labial enfatizada.

Um fetiche despertado.

Um desejo acariciado.

Uma fraqueza carnal alimentada.

Intimidade conferida,

Aproximei.

Um breve sussurro ao ouvido:

- Ah! Que boca linda!

Ela sorriu!

Bom sinal!

Paixões;

Sentimentos;

Carnalidade;

Desejos lascivos

Propensões carnais,

Ações de Eros;

Atrevimento:

- Estou pronto para arrancar este batom!

Assentiu!

Fraqueza!

Impaciência!

Confusão!

Decepção!

Angustia!

Moralidade!

Ética!

Espiritualidade!

Arrependimentos.

Ato não concluido!

O batom permaneceu!


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