Corpo, Alma e Espírito

Maio 20, 2009

Blogagem Coletiva: “Em defesa da Infância” 2009

Arquivado em: Alma feminina, Alma masculina, Blogagem Coletiva, Espirito, Participação — by adaobraga @ 7:18 am

Dias 18 e 25 de maio

erotizacao

A última geração de criança feliz, besta e inocente nasceu em 07 de julho!

Com esta frase, sempre afirmo que tive uma infância legal, bonita, feliz, alegre, e aproveitei cada instante que me foi concedido.

Os tempos são outros. Depois que elencaram certos conceitos e certas idéias na educação, a coisa ficou ruim. Muitas mães e muitos pais, não sabem mesmo orientar as crianças. Muitas famílias são desestruturadas emocionalmente, e para tais já existem as leis, os estatutos que protegem as crianças destes inaptos.

Porém, há muitos males ocultos em muitas boas famílias, que aparentemente seguem a lei. E digo isto baseado nalguns exemplos.

1 – Há pais que acham bonitinho a erotização;

Por volta de 1997 e 1998 uma amiga ficou chateada comigo e com Kátia quando discordamos da idéia de que nossos filhos fossem namorados. Segundo ela, era uma coisa inocente e pura;

No sábado pela manhã na igreja, lá estava a filhinha com seu novo namoradinho, entrando na igreja de mãos dadas. Porém, mais tarde teve que sair correndo para os fundos da igreja, porque o casalzinho estavam aos beijos e abraços.

- Que isso minha filha?

- Estou namorando mamãe igual na novela!

2 – Há pais e outros familiares que ensinam a erotização.

Eu sou chato, segundo a opinião de muitos, mas isto não me incomoda se sou assim rotulado por manter minhas idéias e vontades. Há por aqui, na família, dois homens que ensinam as crianças do sexo masculino a erotização banal.

- Olha que gostosona filho! Veja a bunda dela? uuuuHHH

- uuhhhh! É mesmo pai!

Já um tio dos meninos, sempre repete:

- Olha que mais que gostosona!

Vivem repetindo tais palavras, e ensinam a erotização precoce em mentes não preparadas para o erotismo.

Houve ainda uma vez que vi o pai acima mencionado, baixar a roupa do filho e apalpar o filho para provocar a ereção infantil, e assim, criar um vínculo sexual, quando até certa idade, não haveria ainda tal relação de idéias e sentimentos.

Em defesa da Infância, deveriamos também tratar destes pais e famíliares. Alguns impregnados de idéias machistas em que pensam e querem que crianças demonstrem reações sexuais.

Não é mais apenas o ensino do futebol, do gosto por atividades, conceituamente masculinizadas, estão também erotizando cada vez mais cedo os meninos-crianças com intenções diversas. Segundo alguns,

- É pra não ser bicha quando crescer!

E desde quando erotização precoce define a sexualidade futura? A erotização, ao contrário desta idéia, faz com que crianças possam ser abusadas, isto porque, uma vez fazendo parte de sua rotina, ela não entenderá, e reclamará do que lhe é normal.

Pais que ensinam seus filhos meninos a se portarem como pequenos adultos com suas palavras, atitudes, desejos bem como mães que vestem e usam maquiagens, e outros apetrechos em  filhas como pequenas mulheres, estão contribuindos para a banalização e  afetadam o desenvolvimento afetivo, emocional e sexual destes pequenos seres. Tem atropelado a vida  destes pequneninos, transformando-os  em miniadultos, porém, sem os meios de defenderem-se dos adultos.

Leia mais:

Blogagem coletiva proposta pelo Blog DIGA NÃO A EROTIZAÇÃO INFANTIL.

Dezembro 10, 2008

Blogagem Coletiva: Dignidade e Justiça para todos nós!

selodh02

Muitos estranham quando digo que sou preconceituoso, bruto, ignorante, e uma grande lista de adjetivos e predicados que envergonhariam a maior parte de vocês, bem como, a maior parte de vocês jamais assumiram no velado de vossos lares, quanto mais, assim tão publicamente.

Assim sou, porque sou humano. Nós humanos, somos assim. Queremos que todos vejam o nosso lado bom, lindo, ético, moral, equilibrado. Enquanto nos esforçamos para ocultar este outro lado.

Segundo algumas ciências, sempre arrumamos nossa sala para as visitas verem. Guardamos boas coisas no primeiro piso; ocultamos as velharias no lugar mais inacessível, escuro e protegido possível.

Como parte de minha natureza, e em comemoração ao 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos humanos, respondendo ao chamamento do Blog Fênix ad Eternum, escrevo hoje sobre a dignidade, amanhã escreverei sobre a Justiça.

Sei que muitos cobram dignidade para os seus semelhantes, mas, o meu ponto de partida é a dignidade que ofereço a este mundo. Como contribuo para que outros tenham também oportunidade de serem dignos, de agirem como dignidade.

Algumas vezes, já fui parado em blitz aqui na cidade e na região. Enquanto muitos colegas dizem apenas “molhar a mão” daqueles que ali estão, eu não! A minha idéia é que não devo baixar a minha dignidade a corrupção, por menor que seja. Não quero ser corrupto, e também, não preciso ser corruptor. Mas, o que tem isto com o tema da blogagem coletiva?

Para que eu exija DIGNIDADE para todos os outros, eu devo ter a dignidade inerente a minha pessoa, minhas ações, palavras, atitudes.

Sou preconceituoso, e sabendo disto, evito ao máximo, atravéz destes meus preconceitos, discriminar alguém, ou tratar sejam quem for, de forma indigna.

Para que possamos exigir dignidade das autoridades, e exigir que nossa comunidade/sociedade trate todos com dignidade, eu devo oferecer a este mundo a minha dignidade. Eu devo ser o individuo honesto, com ações correta. Eu devo ser aquele que age baseado na justiça e no pensamento que todos os outros tem o mesmo direito que eu tenho.

Nesta blogagem, além do texto, contribuo também (com as devidas ressalvas) com a minha reputação moral que construi desde a infância, e que, iniciou-se com a educação, as correções (diversos tipos, incluindo surras, beliscões, tapas, castigos) que minha mãe, meu pai, os vizinhos mais velhos, que naquela época tinham autoridade sobre os menores, ajudaram a nortear minha conduta.

Não adianta exigirmos dignidade das autoridades, e dos nossos signatários, se não somos dignos. Não é através de novas leis, de imposição de novos regras sociais que seremos mais dignos. Nós devemos aprender e praticar os códigos da ética, da moralidade, da cidadania. Devemos dar o exemplo de não trangressão ás leis, aos principios morais. Agindo assim, vamos contribuir, e vamos também respeitar os direitos dos demais.

Devemos aproveitar a oportunidade, e mostrar que, se estamos hoje escrevendo sobre a DIGNIDADE, é porque obtivemos este direito guiados por sentimentos de justiça, orientados pelos principios da honestidade e da honra. Uma vez assim agindo, nosso mundo será digno, porque todos seremos, e todos terão dignidades.

Um exemplo:

Há algum tempo, lá pelo ano 2001, fiz uma crítica à maneira como uma pessoa havia se aproximado, dominado e expulso uma pessoa do interior da igreja. Esta minha opinião, gerou uma controvérsia entre a minha pessoa e outra autoridade da igreja.

Ele, para resolver a questão entre nós, marcou uma conversa na loja. Na segunda-feira, às oito da manhã, cheguei para a conversa. Ele estava nervoso porque uma funcionária até então, às oito horas e quinze minutos, não havia chegado. Ela chegou à loja depois de 18 minutos. Ela adentrou a loja, esbaforida e com o olhos arregalados; dirigindo a todos disse:

- Bom dia gente, eu cheguei!

- Boa dia? – Interrogou em voz alta – Já é quase boa tarde! – Reclamou de maneira abusiva.

Quando ele voltou a conversar comigo, disse-lhe:

- É sobre isto que eu falava na igreja. As pessoas, não se preocupam com as outras. Não age com elas, da mesma maneira que gostaria que fosse tratado. Você sabe o motivo porque ela chegou atrasada? Sabe se a criança dela está bem? E se, a mãe dela ainda estiver no hospital? O que você já fez para ajudá-la na situação que agora ela atravessa?

Levantei-me e sair.

Devemos agir com dignidade em pequenos detalhes, em pequenas atitudes. Começando em nossa casa, com nossos filhos, com aqueles e aquelas que trabalham conosco. Dignidade e Justiça para todos nós, para iniciar: ofereça a sua!

Novembro 10, 2008

Blogagem Coletiva: Adoção um ato de nobreza

Alguns podem achar que a palavra nobreza pode não ser apropriada para esta blogagem coletiva, que participo a convite do Saia Justa, porque NOBREZA, tem como parte de sua definição uma parte ligada à sociedade nobre, ligada à fidalguia. Entretanto, a palavra não tem apenas esta definição. Ela também significa agir ou ter ação notável, ilustre, célebre, majestosa, augusta, generosa, longânima, magnânima. Assim é a adoção.

Eu, Adão Braga, antes de casar e constituir família tinha como meta, mesmo depois de “ter”, melhor, “ganhar” filhos biológicos, adotar quantas crianças fosse possível. Mas, a questão é: porque antes de casar?

Depois de casado, descobrir que meu conjuge nunca demonstrou ter esta alma notável, ilústre, célebre, majestosa, augusta, generosa, longânima, magnânima. Minha opinião encorpou definitiva e permanetemente, quando a ouvi declarar, que “não gostaria em nenhuma hipótese dividir os bens da família com uma criança adotada, que teria os mesmos direitos aos bens que os filhos dela!”

Estas palavras, fez hibernar em mim tal desejo. Mas, ainda espero que ela chegue a maturidade e a conhecer o amor numa face menos egoísta. Minha participação é sobre os sexto e o sétimo item da blogagem:

  • Gostaria de discutir o assunto mesmo que não queira adotar uma criança?
  • E como vê toda essa situação na sociedade em que vivemos?

Em 1997, estava eu numa excurção na região de Irecê, e usei as seguintes palavras numa reunião evangélica:

- Se todos aqueles que se dizem seguidor de Jesus, adotassem uma criança, em poucos anos, não haveria a necessidade de as igrejas terem que sair de casa-em-casa para pregar o evangelho.

Esta minha opinião, é baseada nos conselhos de Ellen White, uma escritora americana. Ela era considerada profetisa no meio Adventista do Sétimo Dia, e os textos abaixo, foram escritos nos últimos anos do século 19 e no inicio do século 20, ou seja, antes de 1900. Isto mesmo! Os conselhos desta senhora, era para que as famílias Adventistas adotassem crianças nestes longinquos anos. Ei-los abaixo:

Abram aqueles que têm o amor de Deus, o coração e o lar a essas crianças. Não é o melhor plano cuidar dos órfãos em grandes instituições. Caso eles não tenham parentes capazes de tomar conta deles, os membros de nossas igrejas devem, ou adotar esses pequenos em sua família, ou encontrar lugar conveniente para eles em outros lares. Testemunhos Seletos – Volume 2 – Pág: 519

Meu esposo e eu, embora chamados para árduo trabalho no ministério, sentimos ser nosso privilégio trazer para dentro de nosso lar crianças que necessitam cuidado, ajudando-as a formar caráter apropriado para o Céu. Não podíamos adotar bebês, pois isto teria monopolizado o nosso tempo e atenção e roubaria ao Senhor o serviço que de nós requer em levar muitos filhos e filhas para Ele. Mas sentimos que a instrução do Senhor em Isaías 58 era para nós, e que Sua bênção nos acompanharia na obediência a Sua Palavra. Todos podem fazer alguma coisa pelos pequeninos necessitados, ajudando a pô-los em lares onde possam ser cuidados. Manuscrito 35, 1896.  Beneficência Social – Pág: 221

Deus tem um povo neste mundo, e há muitos que podem adotar crianças e delas cuidar como os pequeninos de Deus. Carta 68, 1899.  Beneficência Social – Pág: 232

Se tivésseis vossos próprios filhos para pordes em exercício cuidado, afeição e amor, não estaríeis tão encerrados em vós mesmos com os vossos próprios interesses. Se os que não têm filhos e que têm sido por Deus feitos mordomos de recursos, dilatassem o seu coração no cuidado de crianças que necessitam de amor, zelo e afeição, bem como assistência de bens do mundo, seriam mais felizes do que são hoje. Sempre que jovens sem o piedoso cuidado de um pai e o terno amor de uma mãe estiverem expostos à corruptora influência destes últimos dias, é dever de alguém suprir o lugar de pai e mãe para com alguns deles. Aprenda-se a prover-lhes amor, afeição e simpatia. Beneficência Social – Pág: 233

É estranho que não exista entre as diversas comunidades cristãs esta cultura de adoção. Há, certamente, uma tendência e uma maneira social diferente da que hoje vivenciamos, mas, observo nos escritos dela, e comparando com a atual situação que a “conduta humana”, nesta situação, parece-me não ter sofrido mudanças no último século.

Baseado nestes conselhos, já consegui fazer com que duas famílias adotassem crianças. A primeira delas, ouviu a conversa na reunião que citei acima e adotou a criança. Dois anos depois, ela me encontrou, e disse, que havia adotado uma criança porque ouviu o conselho que eu havia dito na reunião. Depois de quatro anos ela engravidou.

Um amigo que há 17 anos casado e a esposa não engravidava, viajou seisentos quilometros para adotar o filho que sempre desejou.

Só para atiçar, saibam todos, que, quem mais adota neste mundo é o próprio Deus. Vou esclarecer. O evangelho diz que Deus só tem “UM FILHO ÚNICO”, leia nas palavras do evangelista João:

“Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.”

Se Deus, tem filho único, fica entendido que todos nós outros somos filhos adotados. E o apóstolo Paulo confirma ao informar que somos “filhos de adoção por Jesus Cristo, […], segundo o beneplácito de sua vontade” (Efesios 1:5) e ambém declara: “… recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai” – (romanos 8:15).

Depois de tudo, repito o conselho de Jesus:

Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também

Vá lá e adote!

Agosto 6, 2008

Blogagem Coletiva – 01 a 07 de Agosto

Arquivado em: Blogagem Coletiva, Participação, Reconhecimento, meme, memes — by adaobraga @ 10:37 pm

Luma, neste texto, nos últimos paragrafos, avisou sobre a Blogagem coletiva proposta pela Denise do Blog Sindrome de Estocolmo. A Blogagem é em função da semana da Amamentação.

Sobre a amamentação, tenho lembranças da família, de meus irmãos e irmãs. Minha mãe sempre nos amamentou. E, havia lá, pras bandas do interior de MG, na cidade de Nanuque, a seguinte frase sobre amamentação:amamentacao

- Filha mulher pode mamar até um ano, filho homem, seis meses se Deus quiser!

Querendo ou não, a amamentação era incentivada entre elas mesma. A regra era simples como descrita na frase:

a) – “Menino Homem” = Amamentava-se até os seis meses;

b) – “Menina Mulher” = Podia amamentar até os 12 meses

Nesta época, não havia tantas campanhas incentivadora às mulheres para a amamentação.

E, porque se incentiva tanto hoje, se tal atitude, deveria ser algo tão natural?

É porque, os tempos mudaram. Alguns mitos modernos se espalhou, e tem feito um mal à jovens mães, por isto, é necessário incentivar estas jovens de que a amamentação:

  1. NÃO faz os peitos cairem;
  2. NÃO prejudica a estética do busto;
  3. QUE o leite materno NÃO é fraco;
  4. QUE só aquelas que tem peitos grandes são boas de leite;
  5. Outras inverdades sobre amamentação.

Noutros tempos do passado, havia criticas às mães que amamentavam por dois ou mais anos. Entretanto, mesmo assim, existiam aquelas, que mesmo sob críticas, amamentavam seus filhos por longos anos. O recorde foi o de dona Ana que amamentou o filho caçula por sete anos.

- Ah! Adão Braga, mas você não tem peito, não é mãe, não amamentou, como é que você vai opinar sobre o que não conhece?

- Como não? Eu, fui amamentado por mais de 12 meses, assim como meus irmãos. Sei muito bem dos beneficios da amamentação. Posso até garantir que amamentação, não faz meninos feios ficarem bonitos, mas, fazem-nos ficar inteligentes, fortes, sadios. Imagine, seu filhinho que já é lindo… sendo amamentado, o céu será o limite!

O único exemplo negativo sobre amamentação que conheço, aconteceu lá no internato.

No colégio interno, viviamos isolados do mundo. Era uma raridade uma TV liberada. Não se podia comer carnes. Certas liberdades não existiam. Naquela época, várias outras sanções, regras, exigências, leis, estatutos, vigias, vigilantes e “dedo duros” existentes no colégio interno.

Numa determinada casa a TV estava ligada. Um estudante de teologia passava pela frente da casa, e parou em frente à porta e ficou olhando a reportagem que passava na televisão. A dona da casa, estava na sala amamentando, e acusou-o de estar olhando para os peitos. Ele foi expulso do colégio, e expulso do curso de teologia.

Há mulheres que não amamentam por vergonha de dar o peito a sua cria em lugares públicos. Vergonhosa atitude!

Maio 31, 2008

Blogagem coletiva: Dia Mundial sem Tabaco!

Arquivado em: Alma Humana, Blogagem Coletiva, Pessoal, Vidas — by adaobraga @ 6:25 pm
Tags: , , ,

O Nando Damázio, proprietário e plenipotenciário do blog: A melhor novela de todos os tempos do último verão, propos a blogagem coletiva: Dia Mundial sem Tabaco!

fumar-mata

Foi hoje.

Não é de hoje que participo de movimentos e campanhas anti-tabagismo. A primeira vez que participei de uma campanha assim, foi no ano de 1989.

Fomos enviados para a grande BH e lá distribuimos para as pessoas panfletos e livros explicativos dos maleficios de se utilizar o tabaco. Li o livro: O fumo no banco dos réus.

Meu pai é fumante. Jà passou por dois Acidente Vascular Cerebral, e no entanto diz que morrerá com o cigarro. Já viveu até hoje fumando, não será por isto que deixará.

Para quem fuma é díficil abandonar. Então, encaro esta blogagem como um meio de auxiliar quem quer que seja a não entrar.

Quando em campanha em BH, encontrei diversas pessoas que desejavam abandonar o uso do tabaco, entretanto diziam-se incapazes de realizar.

Aqui na cidade tenho amigos fumantes. Felizmente, é uma minoria. Na blogosfera, tenho amigos e amigas que também usam. O radialista, já parou de fumar umas vinte vezes. O máximo que conseguiu ficar sem fumar foi dois anos e voltou.

Meu sogro era fumante. E, certa noite, fumou o último cigarro. Amassou a carteira e jogou fora. Há dois anos que não fuma.

Outro dia, chegou na oficina um senhor com uma carteira de cigarro no bolso. Nunca vi uma carteira naquela situação. Velha. Suja. Amassada.

- O que aconteceu com esta carteira de cigarros – Quis saber meu sogro.

- É que eu decidi parar de fumar. Comprei a carteira e disse que não fumaria mais. Ela me acompanha desde então!

- Tem quanto tempo que você parou de fumar?

- Três anos!

O tio de Kátia também parou assim, de um momento para outro. Há quem consiga fazê-lo. Outros não! E não adianta dizer que é falta de vergonha. Que é fraqueza. Que a vida é mais saudável sem o tabaco. Que o tabaco morre!

Não dianta encontrar desculpas para o fato de não conseguir. Também não deve tentar justificar porque se fuma. Muito menos esperar uma ação do governo para aumentar os tributos, dificultar o acesso. 

  • O fumante deve querer parar;
  • O fumante deve procurar seus meios de parar;
  • O fumante deve procurar ajuda se necessário, certamente encontrará.

Eu não fumo, ainda que quando menino, acendia os cigarros para meu pai. Nunca fumei, e nunca tentei fumar depois de jovem e adulto por um trauma de infância. Assim aconteceu:

- Vi meu pai fumando, e fui fazer o meu cigarrão de papel. Coloquei fogo e então aconteceu o inesperado, o fogo veio rápido e queimou-me os dedos.

Esta foi minha experiência como fumante.

Espero que Beth, Tita, Rayol, e outros blogueiros e blogueiras tenham tido conhecimento do dia de hoje, e tenham se esforçado por este dia sem tabaco.

Provido por WordPress.com