Corpo, Alma e Espírito

Outubro 23, 2009

Esta regra não tem exceção!

Arquivado em: Alma, Alma feminina, Alma masculina, Espirito, Vidas, homens, mulheres — by adaobraga @ 1:26 am

Quando algo acontece conosco, as pessoas que nos amam sofrem, e pensam:

“Porque isto não é em mim?”

Ai, quando acontece com elas, é nós quem pensamos…

“Porque isto não está acontecendo comigo!”

Não tem jeito… não sairemos daqui sem ri, chorar, alegrar e sofrer, e também ver e participar dos sofrimentos de quem amamos, e causar o mesmo sofrimento a quem amamos.

- Esta regra não tem exceção!

Julho 25, 2009

só o amor, só por amor

O aparelho de som está ligado.

Há várias opções nele. Pode-se inserir um cd com uma seleção de músicas. Pode-se inserir um DVD com um filme, um show de um cantor, cantora, banda ou mp3 de músicas diversas. No entanto, está selecionado para Frequencia Modulada.

A FM neste horário vai tocar uma hora de pagode sem parar. Ela ama pagode. Ama os pagodeiros. Eu odeio o rítimo. Não suporto ouvir os di-lin-gui-din, di-lin-gui-din das bandas, dos cantores e afins.

  • Serei tolerante e suportarei, em nome do amor que digo ter a ela e suportarei sessenta minutos de pagode?
  • Ela respeitará o meu gosto musical e mudará de estação?
  • Quem cederá ao outro?
  • Se ela estiver pensando: hoje é a vez dele não se importar com isto e deixar-me ouvir meu pagode?
  • Penso comigo: Será que ela se lembra que eu já abrir mão de muito mais por ela? – Por outro lado, ela pode está pensando o contrário.

O ditado antigo diz: Os incomodados que se mudem! – Entretanto, se saio, ela perguntará com aquela cara de auto-piedade tão bem ilustrada pelo gato de bota no Shrek 2.

gato-shrek

- Pra onde o senhor vai? –

São conflitos que só o amor nos impõe. Só por amor se submete. Só o amor que tudo suporta. Só o amor consegue superar e encontrar um saída.

Ligo o computador. Abro o Windows Media Player e coloco Michael Jackson em modo de repetição. A primeira música é  Bilie Jean, que não me deixa esquecer:

“Não saia por aí quebrando corações de jovens garotas, e tome cuidado porque a mentira pode se tornar verdade”

Julho 20, 2009

Dia do amigo!

Hoje, 20 de julho, todos os meios de comunicação em massa vão dedicar pelo menos uma linha para este dia.  A nossa caixa de e-mail vai ficar lotada de correio eletrônico, inclusive daqueles amigos que faz algum tempo não entra em contato. Os blogs, já vi alguns, já tem mensagens dedicada ao tema.

Eu vou apenas deixar este versiculo biblico:

Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão.

Proverbios 18:24

Muito agradecido sou por existir estes amigos e estas amigas em nossa rota, onde colidimos, nos agarrmos e estamos juntos de muitas formas, meios e maneiras.

O que nos une é a fé, o amor, a esperança, a amizade, a fidelidade, a utilidade, e tudo que existe de bom numa amizade.

Continuamos escrevendo todos os dias no blog

Abril 12, 2009

É preciso saber viver?

Arquivado em: Alma, Alma Humana, Alma feminina, Alma masculina, Relacionamentos, Vidas, homens, mulheres — by adaobraga @ 11:11 pm

É preciso saber viver…  Há muito tempo que se cantam estas palavras. É fato de que a vida nos vem de improviso. Quando nos descobrimos estamos aqui. Sem lembranças passadas. De onde viemos, nem porque aqui chegamos, e ou se estamos indo para algum lugar. Há poucos elementos previsíveis no viver.  Temos condições de planejar certos eventos, mas, jamais poderemos controlar toda a situação.

Podemos planejar o casamento, mas, jamais conseguiremos planejar o que sucederá adiante. Podemos planejar a gravidez e a chegada de um bebe, nada mais adiante. Não sabemos o que nos sucederá depois. O viver é dia de hoje, espremido entre o ontem e o suspense do amanhã. Isto é o viver. Certo do viver é o que passou, e o que nos acontecerá no último momento: morrer. Ademais, é o que pudermos experimentar, e aproveitar.

São estes elementos da vida que nos fascinam e que nos impulsiona a viver cada dia como sendo o último ou que nos impulsiona a procurar a eternidade.  Saber que “é preciso saber viver”, todos sabemos. No entanto, isto não significa dizer que o meu “saber viver” serve para você. O “meu saber viver”, é diferente e as vezes, na sua opinião é um NÃO VIVER.

O que gosto e o que busco no meu SABER VIVER é tão somente aquilo que é transitório. Hoje, ao estar na casa de minha sogra a ouvir dizer:

- Ó meu Deus, que vida é esta. É só pagar gás, pagar água, pagar telefone, pagar luz e nada mais do que isto! Que vida é esta?

Quando a ouvir, arranquei-lhe uma gargalhada ao dizer:

- Mesmo tendo esta vida que você não pediu, que você não planejou, que você não quer, se no final, não aceitar o Jesus que algum crente te pregou, vais pro inferno.

É preciso saber viver! Mas o que é preciso saber para viver? Viver exige algum tipo de saber? Se é, quem ensina? Tem como adquirir este saber?

As medidas são diferentes para cada um. Há quem pensa que saber viver é ter dinheiro. Há quem pense que saber viver é ter uma boa casa. Há quem diga que saber viver é beber todas.

Saber viver para alguns é a adrenalina de um esporte radical. Para outros isto é loucura. Uns o saber viver é ir para a igreja e se preparar não para esta vida, mas para a vida eterna no paraíso com Deus.

Meu pai sabia viver? Não! Ele não sabia. Ele estava, a minha semelhança aprendendo. Mas, mesmo assim, ele partilhou comigo o que já havia aprendido. Quando jovem, ele me aconselhou a ir ao banco criar uma conta poupança. Disse-me:

- Você não tem gasto com família. Você pode economizar uma parte do que ganha para você viver mais folgado quando tiver a minha idade.

O que respondi a meu pai, hoje, e tão somente hoje, me deixa triste:

- Eu quero é viver pai. Posso não estar no futuro. Vou curtir a vida e o que ela me oferece. O amanhã não existe!

Meu pai estava correto!

Se naquela época, eu houvesse aprendido a economizar, certamente, eu teria aprendido um pouco do que É PRECISO SABER VIVER! Eu não soube, e esnobei o conselho de alguém que sabia mais do que eu. Isto é necessário, e útil na lista do que É PRECISO SABER VIVER. Um pouco de dinheiro. Humildade em receber um conselho. Alegria em partilhar conhecimento.

Saber viver não é ter resposta para tudo. Saber vive não é ter dinheiro para tudo que queremos consumir. Saber viver não é um monte de coisas que poderíamos elencar.  O que é preciso para viver? Dinheiro? Alimento? Família? Religião? Não! a frase diz: É preciso SABER viver. Porém:

  • O Saber exige no mínimo experiência, e a vida não oferece estágio;
  • O Saber exige conhecimento, e a vida não oferece manuais;
  • O Saber é ser instruído, mas, ninguém nos instrui, alguns pais aconselham;

O que sabemos, é que “saber viver” é mais complicado do que viver, porque tem muita gente opinando em como devemos viver.

Saber viver? Não sei… Se a vida é curta ou longa demais pra nós. Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser:  colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre,  olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.  É o que faz com que ela  não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura… Enquanto durar – Cora Coralina

Fevereiro 10, 2009

Vampiros

Arquivado em: Alma, Alma Humana, Relacionamentos, homens — by adaobraga @ 12:27 am

Há elementos em nossas mentes que sempre que chegam ao nível superior das lembranças, temos, de imediato uma idéia formada sobre tais idéias. Quando se ler a palavra VAMPIRO, temos em mente, algo tenebroso, vil, medonho, e também funesto, angustioso, danoso, prejudicial e nocivo.

A tendência é mesmo esta, ou seja, é pensarmos em vampiros, tão somente nos seres mitológicos, e em especial, estes seres que saem ao escurecer de seu recinto em busca de sangue fresco, puro e energizante.

Os vampiros tem esta característica e eles estão entre nós. Não há caçadores de vampiros, tal qual o Blade. Não há água bentas que os afastem. Não são afastados com alhos. Não tem medo da cruz. Muitos deles estão justamente nos lugares que reconhecemos como sagrados.

A lenda dos vampiros servem tão somente para amedrontar?  Será que não foi um ensinamento com a pretensão de orientar e guiar a conduta correta para que não se caia nos domínios dos vampirescos que nos rodeiam?

Quem de nós estamos livres destes sugadores de nosso sangue, de nossas energias, de nossas habilidades? Eu vejo os vampiros à minha volta, e confesso abestalhado que muitas vezes fico impotente ante ao seu ato.

São estas pessoas que estão sempre por perto, tirando um taco aqui, um pedacinho ali, um chorinho acolá, enquanto vão nos anestesiando e extraindo-nos os meios que tão duramente conquistamos. Eles fingem serem fracos e necessitados. Camuflam suas intenções e necessidades, enquanto vão nos sugando e extraindo o que eles querem, e que nos fazem falta. Em pouco tempo, estão fortes, belos, robustos e vai em busca novo sangue, nova vítima.

Não existe situação pior do que ser sugado, ser roubado de tal maneira. E, tais vampiros não nos rouba apenas os bens, rouba-nos as forças, as energias, a fé, a esperança. E, tais sugadores, acabam extraindo-nos a confiança em dias melhores, em um mundo diferente.

Existem, o vampiros, e existem o lobisomem, e eles estão entre nós.

Dezembro 26, 2008

Melhor do que o original

Pri, que anda desaparecida da web, quando conversamos por MSN ou por telefone, por uma ou duas vezes aparentou descontentamento com uma frase que quando em vez falo. Alba, uma amiga daqui da cidade, diz, que foi por causa da frase, em especial, pelo tom de humor que uso, que a fez gostar de mim. Ka, sempre quando a ajudo nalgum problema, diz a frase. Afirmando: Adão Braga, é o máximo!

Ainda que eu diga: EU SOU O MÁXIMO, e eu a dizia antes de conhecer o desenho animado, não é uma frase que digo por arrogância, talvez por convencimento, nunca por petulância, orgulho, soberba, altivez, presunção, insolência ou audácia, apenas digo a frase como meio de humorizar alguma situação.

Não gosto de querer ser o melhor de todos tão somente por estes adjetivos acima elencados. Procuro saber aonde falar tal frase, e jamais, querer ser melhor do que o original.

Meu amigo,  “O Maestre Roberto“, faz uma excelente imitação da Voz do Cid Moreira. A última vez em que o encontrei, ele me mostrou as gravações, e no seu sotaque mineirês indagou: “Num tá igualzin?”. O que fui obrigado pela semelhança, a concordar com ele. Mas, em momento algum, o Roberto, quis ser, demonstrou ser ou tentou ser melhor do que o original.

Este é o ponto.

Eu não gosto de algumas vozes que o mercado musical lança, e num breve momento, o Brasil, se rende a tal voz. Eu não gosto de alguns cantores, de algumas expressões que alguns cantores e cantoras ficam famosos por usarem. Entretanto, pior do que os tais, é conhecer e conviver com alguém que queira e diz ser melhor do que estes tais. Não que não seja, mas, é o desgosto de ter que aturar tais comparações e presunções.

No domingo passado, 21/12, um determinado cantor estava apresentando seu repertório, e para minha dupla infelicidade, esta pessoa estava aqui em casa. Se já não gosto, da apresentação do original, imaginem a minha situação quando vejo alguém querer ser melhor do que os ditos?

Kátia se irrita, quando, usando todo o poder que ainda me resta, uso o controle e mudo o canal, para o canal dos leilões de boi. O problema é que tais arrogantes, se julgam melhor do que o original, sem levar em consideração, que tanto o original, quanto a imitação à minha frente, me é incomoda. E lá foi ele querendo demonstrar que cantava melhor do que o original, e para completar afirma:

Não sei como esta dupla faz sucesso! Esses dois nem sabem cantar.

Para piorar a situação lá vem ele com o violão. Aumenta a voz. Toca mais alto. Imita tão ruim quanto os originais, no entanto, julgando-se o melhor do Brasil, quer fazer o show na sala. Com toda imodéstica possível. Com todo o descaramento, com toda insolência, com o senso do rídiculo desligado, continua a sua trajetória rumo ao vexame.

Todos saem, ele ainda permanece disputando com a dupla que canta na TV. Neste caso, ainda que eu não goste destes outros, eu os prefiro. Mas, a lista de quem é inferior a ele, e que, por algumas vezes ele quis demonstrar sua voz maravilhosa passa por: Zeze de Camargo, Daniel, Chitão e Xororo, Fagner, Roberto Carlos, Renato Russo, Djavan, Zé Ramalho, Zeca Baleiro, Fábio Junior, Calcinha Preta… etc.

Dezembro 15, 2008

de um lado para o outro lado

Quando jovem era magrinha. De tão magrinha que era, todos zombavam. Riam de sua magreza. Diziam que nunca um homem acharia graça naquele monte de ossos. Ela reagiu. Ela agiu. Tomou umas drogas indicadas por amigas. Tomou complementos alimentares. Comia seis vezes ao dia. Fez tudo que podia para ganhar alguns quilos.

Engordou. Apaixou-se. Enamorou.

Concluiu que estavam certos: Era a magreza que atrapalhava ela a não ter um namorado.

Casou. Engravidou. Engordou muitos quilos. Não parou de engordar. Atingiu a obesidade mórbida. Procurou ajuda médica. Fez regimes. Fez caminhadas. Parou de comer massas, carboidratos. Regimes de Atkins. Nada era capaz de fazê-la emagrecer.

Economizou. Ajuntou. Vendeu bens. Pesquisou. Encontrou o melhor médico. A melhor clínica. Reduziu o estômago. Emagreceu 80 quilos. Teve uma parada cardiaca. Morreu na Sexta-Feira. Enterram-na no sábado, e não conseguiu voltar para o lado de onde saiu.

Dezembro 9, 2008

Os avisos que nos chegam

Este fim de semana uma amiga realizou a cerimônia de casamento aqui no Brasil. É que ela casou-se com um espanhol. Eles tiveram que realizar dois casamentos para terem certos direitos garantidos.

O que me impressiona em alguns eventos, talvez, sofrendo influência de filmes e teorias conspiratórias, é que sou observador de alguns detalhes que envolve aqueles participantes.

Uma música trágica representará algo trágico sempre. Vejo alertas e avisos premonitórios em diversos momentos, até mesmo, no voo de um Anhum sobre minha cabeça ou sobre minha casa. Nos filmes, em especial, a série Premonição, é usado tal recurso para ilustrar que “algo”, ou “alguém”, de alguma maneira, nos avisa que algo não está começando bem. São avisos diversos que servem para alertar os envolvidos de uma tragédia iniciada.

Não gosto de ir em cerimonias de casamento. Não gosto de festa de aniversários. E o pior de tudo, é ir numa casa em que os anfitriões, resolvem nos entreter com o DVD do aniversário, ou do dia do nosso casamento. Triste! Por isto, nesta última meia-década, que eu me lembre, este foi o segundo casamento que eu fui obrigado por laços de amizade ou por circunstâncias a ir.

No casamento anterior, era de um casal religioso ligados aos Testemunhas de Jeová. O noivo, resolveu agradar a noiva lendo as seguintes palavras:

Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração" (Oséias 2:14).

As palavras isoladas são lindas. No seu contexto uma tragédia.

No seu contexto histórico, representa o plano do marido em tentar este último recurso: o isolamento, o afastamento total da comunidade para que ela pudesse prestar atenção nele, e assim, não havendo outros homens por perto, talvez, ela aceitasse o amor que ele lhe oferece.

Isto mesmo! Oséias era casado com esta mulher. Quer saber mais? Leia o livro do profeta Oséias. É linda a história.

Esta história aconteceu na antiga Samaria. Ele amava e se casou com esta mulher chamada Gômer. Oséias era apaixonado como um poeta, porém, não houve poesia em sua vida. Ele deve ter pensado que mudaria a vida dela, mas não aconteceu.

Ela era uma prostituta e gostava de ser. Muitas vezes, o abandonou. Em mais de uma destes momentos de abandono, voltou. E, os filhos que ela tinha, dizia que eram dele. E ele os criava. Neste contexto, é que Oséias planeja e quer assim agir com ela.

Como é que alguém, ignorando tal contexto, assim diz, para sua recém esposa? Isto é sinal de agouro. Mal presságio. Não deu outra! Não teve jeito! O casamento deles começou com este planejamento e acabou em menos de dois anos.

O casamento de minha amiga, por outro lado, teve em diversos momentos uma música de fundo. A música não foi ela quem escolheu, muito menos ele. Era o padre quem solicitava: “Por favor coloque uma música de fundo!” A música tocada era YESTERDAY (tradução). Composição do Paul McCartney.

A canção, apesar de linda, clássica, sucesso no mundo, paixão de diversas pessoas, não é uma boa canção para cerimônia de casamento. E porque? Simples: Yesterday, é uma música que fala sobre um amor perdido! Como é que se toca uma música em uma cerimônia de casamento em que o tema central da música é um amor que foi perdido? Falta de todos os sensos possíveis, a saber:

  • Senso comum:  Conjunto de opiniões e modos de sentir que, por serem impostos pela tradição aos indivíduos de uma determinada época, local ou grupo social;
  • Senso moral: Faculdade de reconhecer intuitiva e infalivelmente o bem e o mal, sobretudo nos fatos concretos;
  • Bom senso: Aplicação correta da razão para julgar ou raciocinar em cada caso particular da vida.

Chris, uma amiga, que me viu menear a cabeça negativamente, me perguntou o motivo de minha negativa no momento da cerimônia. Ela é professora e dona do curso de Inglês aqui na cidade, e eu disse o motivo. Ela cantarolou a música, e concordou comigo ao dizer:

Realmente, a música não tem relação com o momento, pelo contrário, a letra da música é contrária ao momento.

Observe o seu momento. Você poderá está sendo alertado de que algo está começando errado, continuará errado, e terminará errado. Depois não diga que ninguém te avisou!

Dezembro 8, 2008

“Amigos”

Na abundância, os amigos te conhece. Na adversidade, você conhece os amigos!

Novembro 26, 2008

Situação atual!

Arquivado em: Alma, Alma Humana, Espirito, Pessoal, homens — by adaobraga @ 12:18 am

Seguindo minha opinião e desejo:

Deus não me ajuda do tanto que peço. O diabo atenta mais do que posso suportar. A situação não anda lá como no Éden pré-lapsariano, muito menos, se compara com a Valhala.

Não estou vivendo em nenhum Olimpo. Mas, ainda estou longe de habitar o Hades e ter como protetor dos meus portões o cérbero. Entretanto, espero que este banho estígio seja breve.

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