Li no blog: Acalma Alma Má, sobre as prioridades que ela não tem. Seja por ele não prioriza-la, ou por ela não exigir. Não Importa, falta prioridade da parte de lá. Murdock pegou a inspiração e sapecou um texto lá no blog dele também.
E não é só ela que assim vive e sofre. Eu não creio em destino. Nem também sou lá adepto do conceito de que temos Livre-Arbitrio.
Eu já tive diversos contatos e muitas histórias com mulheres. Conheci e convivi numa familia onde só havia mulheres. E por “ironia do destino”, todas as mulheres tiveram experiências desastrosas nos relacionamentos.
A primeira que conheci, foi trocada pelo primeiro marido pela vizinha e melhor amiga. Casou-se novamente, e mais uma vez foi trocada, desta vez por uma garota de vinte poucos anos. E já está casada com outro.
As duas outras irmãs tiveram experiências semelhantes. A mais nova, não suportou dois anos com o marido, que depois do casório, tornou-se um alcoolatras, sendo que antes do casamento, não bebia.
Todas estas mulheres planejaram uma vida compartilhada. Elas tinham sonhos. Elas tinham em mente um planejamento, teorias lindas de como viveriam, e como poderiam agradar o marido, e como manteriam suas familias por toda sua existência, e esperavam ao final da vida dizer: Fomos felizes até sempre.!
Na outra extremidade, conheço mulheres como Niza. Jovem, simples e sempre morou em roças. Veio para a cidade aos 17 anos para concluir os estudos. Terminou. E como não sentia-se capacitada a exercer nenhuma função administrativa compativel com sua formação estudantil, desejou e tornou-se empregada doméstica.
Trabalhou dois anos aqui em casa. Ficamos amigos. Depois deste período, disse que não iria mais trabalhar, pois queria dedicar-se a seu homem.
- Ah! agora eu vou cuidar de minha família. Quero parir todos os filhos que ele quiser. Ter uma casinha igual a de vocês, e esperar ele chegar de tarde cansado para tomar banho junto. – Idealizava e hoje pratica. Hoje, a satisfação dela, é uma só: Realizar os desejos do marido. Por outro lado, ao realizar os desejos dele, o tem como cativo dos seus encantos e entrega.
- Já casou Niza?
- De papel passado não! Porque?
- Minina, é uma garantia! – Disse a prima que veio visitar.
- Ah! Eu não vou querer esse negócio de papel passado não!. Eu conheço ele. Ele me conhece. Já tenho um filho dele. Jà temos casa. Já estamos morando juntos.
- E se ele te largar?
- A familia dele me conhece. A mãe dele, o pai, os irmãos todos sabem quem sou eu. A minha familia também conhece ele e a familia dele. Eles não são pessoas ruins não. A familia toda é de gente simples e não tem homem largador de mulher não! Se acontecer, foi culpa minha e culpa dele. Homem faz o que mulher quer! E mulher faz o que o homem quer. É um no outro.
Há certas mulheres que exercem um fascinio sobre os homens, que estes, ficam extasiados ante a presença e ações das mesmas. Nem sempre se vê atributos especiais nalgumas delas, e nestes casos surge aquela pergunta: “O que é que ela tem que eu não tenho?”. Neste ponto, é que descobrimos, que há outras que por mais que queiram, não conseguem dominar nem a si mesmas.
Em nossos dias, é crescente o número de mulheres embrenhadas no mundo administrativos, no mundo acadêmico, e que usam tantos adereços, adornos, e perfumes, que o perfume que enebria e embota os sentidos dos machos se ocultam em tantas bugigangas.
Não adianta ter ciência e formaturas, empregos e sucessos diversos no mundo corporativo, administrativo empresarial se não sabe o mais básico das necessidades de uma fêmea: seduzir e encantar.