Corpo, Alma e Espírito

Dezembro 28, 2007

o filho que não era dela!

Arquivado em: Alma Humana, Vidas — by adaobraga @ 7:35 pm

Na noite de sábado passado, 22/12/2007, re-encontrei um amigo que fazia algum tempo que ele me havia procurado para falar da situação dele.

Na época, quando ele passava por uma crise existêncial, também agravada por uma forte pressão social, a sua crise conjugal, foi a gota d´água para piorar a situação.

Lembro-me que aconselhei-o a fazer 3 coisas:

1 – Abandonar a igreja;

2 – Deixar de ir na casa da mãe;

3 – Divorciar-se da mulher.

Os problemas eram diversos, porém uma só ação sobre a vida dele: Opressão.

Ele vivia controlado de forma rígida. Vivia em padrões estabelecidos por outros. O controle era extenso; abrangia toda estrutura socio-economica, cultural.

Entre estas regras,  havia um código alimentar rígido. Havia também uma crescente, e atuante lista burocráticas. Para se usar uma bermuda jeans, primeiro, deveria perguntar e responder afirmativamente:

- Se Jesus estivesse em meu lugar, Ele usaria esta roupa?

Por longos 20 anos, desejou ter filhos, porém, ela não se esforçava quando ficava grávida. Por algumas vezes, permaneceu três a quatro meses grávidas, e por falta de empenho, acompanhamento médico, e repouso, o corpo expulsava e abortava a gestação.

Finalmente, ele, movido de paixão pela paternidade, viajou mais de 800 quilometros para adotar um recém-nascido. Criou-o com amor, e dedicação. Passou noites e dias de angustia com o filho. 

E, depois, de decidir divorciar, fazer tudo o possível para sair da relação de forma honrada, amigável, não foi possível.

Ela, que desde o inicio, nunca quis filhos, nem mesmo este adotivo, tem usado a criança como arma de opressão.

No último sábado, enquanto ia para a confraternização, ele em lágrimas disse-me:

- O filho, que ela nunca me deu, ela me toma! Isto é injusto!

Enquanto isto, aguarda a decisão judicial.

Por enquanto, devo concordar com o Tim:

Composição: Tim Maia
Azul da cor do Mar!

Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi…

E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro rir..

Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver…

Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar…

Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver…

Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar…

Dezembro 24, 2007

Feliz Natal!

Arquivado em: Participação, Pessoal — by adaobraga @ 1:08 pm
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Sou chorão, reclamão, mal-humorado.
Sou pessimista!
Sou egoista!
Sou cheio de nós pelas costas.
E um tanto de outros atributos, virtudes e vicios. E apesar de estar vivo, e não ser muito fã e de festas e feriados, não posso esquecer que sou minoria.

As minorias, tem que relaxar e gozar, e ver a maioria, no frenesi dos dias que antecedem as festas.Aqui em casa, também é assim. Sou minoria, e assim, sou obrigado pela maré que me cerca, apesar de nadar fortemente contra ela, a dar duas braçadas adiante, e voltar rolando pela força da onda.

Hoje, vos apresento a imagem abaixo, (copiada da web) como mensagem de Natal e de ano novo todos vocês.

Sei que pode parecer um tanto arrogante, e de mal gosto, porém, não é essa a intenção, mas, compartilhar com vocês, minha sincera vontade de reconhecer que cada um de nós, temos que viver, todos os dias tendo que optar e decidir em fração de tempo, o que, poderá modificar eternamente nossa existência.

Sei que, a minha semelhança, você tem sua cruz. Tem sua carga! Se precisar, não corta sua cruz, porque há muitos amigos que nos ajudam a carrega-la. Obrigado a todos vocês, que me auxiliaram neste trajeto até o dia de hoje.

Foi por receber o auxilio de vocês, que não cortei um pedaço da minha cruz. Foi muito bom, dividir com todos estes momentos. E recebi muito auxilio neste ano.

Obrigado amigos! Feliz Natal e muito dinheiro no próximo ano, porque Deus nos concederá saúde, força e paz!

Dezembro 20, 2007

Simplicidade e objetividade!

Arquivado em: Alma Humana, Relacionamentos, Vidas — by adaobraga @ 1:09 am

- Como tá minha futura nora?

Perguntei-lhe sorrindo, o que ela gentil e sorridentemente, me respondeu:

- Será que minha filha vai um dia casar com seu filho. Se Deus quiser, tenho certeza, que eles vão se encontrar lá adiante.

Depois de uma breve conversa saiu com a recem-nascida nos braços, e protegendo-a do sol.

Logo mais, o marido, me perguntou:

- Você sabe porque eu resolvi viver com ela Adão?

- Não! Você nunca me contou a sua história!

Eles moravam numa outra cidade. Namoraram por lá. E o namoro terminou. Numa manhã qualquer do passado, ela veio até a oficina, onde ele trabalhava e foi direta, clara, curta e concisa:

- Eu quero viver com você. Faz dois anos que vivo esperando você me procurar. Como você não vem, e sei, que se for esperar por você, fico velha, então resolvir vir aqui, e dizer pra você alugar uma casa pra nós ir morar juntos!

Assim, na “tampa da cara” ela disse. Ele, pediu apenas um tempo para poder comprar alguns poucos móveis. Entretanto, ela interrompeu dizendo que não fazia questão de muitas coisas não. Era só os dois, precisavam apenas de pouca coisa. E assim fizeram.

Ontem, dei carona para ela. E, eles já tem casa. Ainda estão construindo. É distante do centro. Um bairro tranquilo. E uma casa pequena, mas, ela anda satisfeita.

- Oia Adão, os homis, se não tiver uma muier que diga para eles o que tem que fazer, eles num faiz não!

Tem orgulho de ser a mulher que é! É uma “matuta”, provinciana, nascida e criada em roças. A maior cidade que conhece é Irecê. Eles estão juntos há algum tempo. Não foram em forum;  Não foram em igreja;  Não fizeram nenhuma festa social;  Não tiveram testemunhas.

 - E como é que vocês estão vivendo? Perguntei a ele, o que ele me respondeu com este jeitão caipira que tem.

- Adão! Nois estamos bem! – Ele se esforça para falar bem – Essa mulher, me fez a proposta dela. Disse que queria “fazer” uma familia comigo. Que gostaria de ter uma casa pra ela tomar conta, e esperar eu chegar todos os dias pro almoço e pro jantar. Queria que eu ficasse com ela. Que ela ia cuidar de mim; não ia deixar a casa bagunçada, e que sabia cozinhar. Não fez muitas exigências não!

Mas, você sabe, né? Mulher precisa de uma casinha, uns cacarecos dentro dela, um pedaços de madeira pra ela dependurar as panelas, e assim estou fazendo.

A casa deles é bem arrumada. E me admirou, essa mulher partir para seu sonho. Faz tempo que encontrei uma mulher assim. O que ela queria? Em uma breve conversa que tive com ela e com ele, os objetivos dela era simples, como ela dizia:

- Ser mãe;

- Ter minha casa;

- Ter um homi pra cuidar de eu e das crianças, porque, muier, dá conta de tudo, mas é mais fácil, se ela tiver um homi pra ela mandar trazer as coisas. - Eu rir. Tive que rir. Ele apenas aquiesceu com o meneiar da cabeça.

- Adão, você lembra quando eu cheguei aqui em Irecê. Não tinha nada! Eu pensava, que o dinheiro que eu ganho aqui na oficina não dava para nada, mas, em quatro anos, essa mulher, já comprou terreno, já fez essa casa, e já comprou móveis e eu estou muito satisfeito com o que ela fez na minha vida. Não vou largar ela nunca mais, inda mais, agora que nós já “fizemos” dois filhos!!!

Ele me disse uma frase que achei maravilhosa:

“Ela tinha o lar na cabeça. Faltava algumas peças, e ela saiu juntando. Agora ela tá melhorando e administrando!”

Muitos tem um lar, e só falta uma casa para colocar dentro, enquanto isso, há muitos outros, que tem uma casa, mas falta ali, um lar, uma família!


Dezembro 16, 2007

The End – O Fim?

Arquivado em: Alma, Alma Humana, Lembranças, Pessoal, Relacionamentos, Vidas — by adaobraga @ 9:47 pm

Hoje, exatamente agora, exite alguém chorando porque o outro veio dizer:

- Não dá mais para continuar;

- Vamos dar um tempo;

- É melhor pararmos agora, do que nos ferirmos mais;

Não importa a frase! Veio acabar com aquilo que você pensou durar para sempre. Acabou com aquilo que você acostumou a dizer: Que seja eterno enquanto durar!

Entretanto, que você, apesar de todos os indicativos, de que estava de mal a pior; que a relação estava ferida, sem ataduras, enferma e dando umas crises e por mais que você dispensasse cuidados emergenciais, não estava havendo melhoras.

Acaba assim de forma triste e melancólico, o que foi outrora definido como:

- O casal mais lindo da família;

- Se vocês não nasceram um para o outro, ninguém mais;

- Vocês serão felizes para sempre!!!

Entre outras opiniões, em que as pessoas incentivavam o romance, o amor, de ambos.

Ninguém, e nem você, se preparou para tal situação, ou seja, não se preparou para o fim do relacionamento. Este que você já imaginava que nem com a morte seria possível acabar!

A maioria das vezes, preferem arrastar uma relação deteriorada e se esquece que não há regras fixas para o amor, e quando acontece, de uma das partes, decidir que não é o que deseja, e rompe com o silêncio, e com a situação cômoda, pega a outra parte num momento de semi-surpresa.

De todas as forma, seja como for, ou como foi, é dolorido! Sofrido! Triste e angustiante. Falta o ar, e você pensa que vai morrer sufocado. Fica sem saber como a vida vai continuar.

- Como é que vou viver apartir de hoje? Não estava pronta para seguir outro caminho a não ser este que você pensou que seria eterno.

Agora que a eternidade foi efemerada, você fica perdida, desorientada, desnorteada!!

A intensidade de afeto é diferente entre os casais. E, é um erro comum, aquele que mais ama, pensar que o outro ama do mesmo tanto!  Um erro que complica o termino de uma relação.

Há casos, em quê, quem não deseja o rompimento, continua a amar e a sentir, o mesmo sentimento, e não entende ou não aceita a idéia do outro querer partir.

O amor não acaba com o rompimento; não para uma das partes.

Há casos, em que para nenhuma das partes. Nestes casos, há diversos elementos que complicam a relação, e não há sabedoria em ambos para contornar certas dificuldades a viverem tal amor com intensidade, beleza e recber as recompensas que só o amor é capaz de proporcionar.

Foi o meu caso!

Lá pros meus vinte e poucos anos, depois, de longos quatro anos de investimento, insistências, declarações, afagos, conseguir aquela, que foi, alvo de todo amor que conseguia produzir em mim.

Pensava nela o tempo todo. Falava nela constantemente. Sentia a falta dela com insistência, e desejava estar sempre com ela. Finalmente meus sonhos se realizaram.

Eu com 22 anos! Ela com 36. Havia entre nós esta diferença de idade. Exatamente de 14 anos 21 dias e algumas horas. Depois de muita insistência ela aceitou o amor, e resolveu viver o que a vida lhe dava.

Ela havia prometido, depois, que o marido fugiu com a vizinha e melhor amiga, que jamais se entregaria a outro homem. Promessas que fazemos em momentos dificeis da vida, como se todas as pessoas fossem iguais.

Na maioria das vezes, promessas assim feitas, se demonstram de fato, uma decisão baseada em pensamentos errôneos da situação.

Foi-me muito díficil romper esta barreira. Demorou muitos anos. Mas, seguia a orientação do Apóstolo que ensinou: Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” – I Corintios 13:7

A situação complicou quando ela quis saber as perspectivas de nosso amor e esbarrou num possível futuro, em que ela estaria com mais de cinquenta, entrando em menopausa, e eu ainda com trinta e seis anos. Com energia e vigor sexual.

Ela, então, pensou que não poderia competir com as possíveis candidatas que se poderiam aparecer.

Desci do ônibus no Campo da Pólvora em Salvador. Fui até o apartamento, e já sabia que sairia dali ferido. E assim foi! Entrei no coletivo em direção a rodoviaria, ouvindo José Augusto.

Não brigamos. Não nos desentendemos. Ela apenas temeu o futuro! O que me foi muito dolorido. Não havia nada entre nós. Uma só briga. Uma desavença.

Quando há motivos para uma separação, aquele que ama com maior intensidade, se apega, e as vezes se revolta, em saber que algo, pequeno, insignificante, tenha se tornado tão importante, a ponto de impedir a outra parte de ver, a montanha de amor do outro lado.

Esta é uma característica triste dos amantes. É comum, um grão, se transformar numa montanha intransponivel.

Sofri. Cri. Chorei oito noites seguindas. Tive um amigo, que me ouvia todas as noites chorar. Não aceitava aquele fim. Mas, como amava, tinha que respeitar, aceitar, deixar livre. Tive o desejo de insistir e sacudi-la e força-la a aceitar e enfrentar os riscos. Porém, o amor não consegue oprimir, só consegue cercar de oportunidades.

O amor, de quem o sente, não morre. Fica lá guardado e aguardando, adormecido,  hibernando, na esperança de que o alvo dele, o aceite e volte!

Nalguns casos, como foi o meu, não houve, não há nenhum motivo, para que eu a tenha deixado de amar. E até hoje, (nos separamos em 10/1990) ainda me pego pensando nela.

Hoje, entretanto, penso que fui tão somente um objeto, uma agência nas mãos caprichosas do “senhor dos destinos”, das parcas (Moiras), do senhor do amor, em abrir aquele coração magoado e ferido.

Sem o amor incondicional que sentir por ela, ela jamais teria se modificado para a atual vida que tem. Ela, depois de meu amor, conseguiu ter outros relacionamentos.

Ela aprendeu, que há humanos que agem a semelhança daquele outro, mas, que não deveria jamais pensar que todos os outros seriam iguais a ele.

Casou-se novamente, teve uma filha. Linda! Vi as fotos dela no Orkut. E, depois, foi trocada uma segunda vez.

Não desitiu. Continua recebendo amor. E, já se encontra de novo amor em Belo Horizonte.

 Somos egoístas! E, pensamos que todo o universo, conspira para a nosso sucesso, mas, este sucesso, deve ser tal qual idealizamos e queremos. Nem sempre determinamos os rumos de nossas vidas, principalmente, quando o amor estar envolvido. Quando um relacionamento chega ao fim, não significa também o fim do amor.

Quem ama, continuará a amar. E vou retornar as palavras de Paulo:

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha;


Dezembro 15, 2007

Adão Braga numa Ilha Deserta!

Arquivado em: Participação, Reconhecimento, Relacionamentos — by adaobraga @ 1:53 am
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adaobraga.jpgJulie: Poeiras ao Vento,  me indicou a este meme, que tem a seguinte instrução preliminares:

“Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados.”

Com isso em mente, seguem as perguntas:

1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?

- Comida salgada: Sopa

- Comida Doce: Granola

2. Além da água (e, também com sorte, água de coco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebida, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?

- Coca-Cola! Com as frutas invento um meio fazer sucos diversos!

3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?

- A poesia e o Camponês

4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?

- O Conde de Monte Cristo (ha! ha! ha!)

5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?

- O Sistema Operacional já vem com vários softwares instalado, mas, a semelhança dos dias em que me encontro deserto, um jogo! E, nesta hipotese: Paciência Spider!

Porque, 1 ano numa ilha, só planejarei algo depois que sair de lá, enquanto lá, só quero sossego!

6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por quê?

- Domínio Público porque ai tem muita mais para ser acessado, lido, compreendido, visto, ouvido. Um grande acervo e aumentando!

7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?

- Eu sem você – Roberto Carlos.

E se fosse um CD, descarecteriza a idéia inicial de que só posso ouvir uma só música.

8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por quê?

-  Denis Braga, depois de um ano, só desejo mesmo falar com alguém que entenderia minha loucura, e minhas teorias.

9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha – limitado à frequência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?

- Ficarei satisfeito se reprisarem a Série Arquivo X

10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?

- Uma carta com uma novidade??? Minha mãe, com a noticia: Você vai chegar amanhã!

11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?

- Terei que domesticar um bicho preguiça. Numa situação dessa, não quero animal nenhum, prefiro a bola de volei como amigo!

12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)

- Na situação proposta, no inicio, da família.

13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?

- Depois que eu voltar te conto!!

14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros itens à sua escolha que:

a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.

O que você vai levar e por quê?

- Uma Pederneira – Para fagulhar pois fósforos podem molhar e ficar inutilizáveis;

- Um kit linha e anzois – Vou precisar se quiser comer peixes;

- Um facão – Vou precisar se quiser água de coco, e cortar lenha, e outras atividades.

Os indicados:

A lista, começo pelo Rayol; porque desejo mesmo que ele vá para uma ilha do tipo Lost. Os demais, seguem a lista, assim: Beth, Augusto, Fábio, Alma, Paola, Leticia, Carla, Jesus, etc.

Dezembro 12, 2007

Vamos mudar o mundo!

Arquivado em: Alma Humana, Espirito, Vidas — by adaobraga @ 2:26 am
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Quantos não pensam em mudar o mundo?
Quantos conseguiram?
Porque eu não consigo mudar o mundo do jeito que desejo? Não tenho a força necessária? Não creio em minha idéias o suficiente para expandi-las, ou fazê-las compreensivas a um grupo de ao menos 12 discipulos?

Como é que podemos mudar o mundo?

Muitos tem a resposta na ponta da língua. Ontem, quando estive na Caraibas FM, ouvi o Cesinha gravando um comercial em que o slogan era: “Que a arte nos aponte um caminho!”

Para muitos a arte é um caminho de transformação social, e que elevará a humanidade degraus acima de sua condição precária atual.

Há quem creia que a poesia, a arte em letras, rimas, estrofres e versos, sejam um elemento necessário para a transformação do mundo. Não vou esquecer da blogagem coletiva do Ricardo Rayol, ele não merece não, mas, já gosto dele!

Há quem, nem mesmo consegue mudar sua vida, e deseja mudar o mundo.

Faz algum tempo que li, uma reclamação do filho do Lennon, e não sei se é verdade ou mentira, mas, ele reclamava: “Eu tinha bastante ódio de papai por causa de sua negligência e sua atitude de paz e amor. Essas paz e esse amor nunca chegaram até mim.”

Quem deseja mudar o mundo, deve saber por onde começar! Nesta viagem que fizemos agora, tive a oportunidade de saber, ou ter uma idéia fragmentada do quanto nosso mundo precisa mudar.

Mudar o que? Tudo? Uma parte? O sistema? As pessoas? A politica? A religião?
Que lista é prioritária, e qual o melhor caminho?

Tião Cachacinha

O Tião Cachacinha é uma pessoa que poderia ser atingida, ou quem sabe, uma pessoa que esteja precisando urgentemente de que mudemos o mundo!

Porém, será que ao mudarmos o mundo, agradaremos e satisfaremos as necessidades e os desejo e conjuntura do Tião Cachacinha?

- O “Tião Cachacinha” deseja que o mundo mude?

- O “Tião Cachacinha” deseja que mudemos o mundo dele?

Quando iniciou-se os serviços de desgarrego da carga, o Tião conseguiu puxar apenas um saco, e logo, quis morcegar.

Ele não tem força física para o trabalho. Mas, necessita do dinheiro! O que fazer?

- Tião, fica aqui comigo – Disse-lhe – quero que você vai orientando os carregadores onde colocar as sacas. Você vai ser meu gerente, e vai contando. Mas, ele não sabia contar e também não sabe ler.

Logo mais, disse que teria que receber duas diárias porque ele tinha limpado o salão. Abrir uma sala e lá estava uma pequena sala de 2 metros por 2 metros repleta de material escolar. Livros e revistas de diversas séries.

Tirei as fotos e conversei com o Tião Cachacinha.

- Tião, você sabe o que é isto que você segura?
- Sei não dotô! isso aqui só serve pra quem tem leitura!
- E você, porque não aprendeu a leitura!
- Dotô! – Disse sorrindo – naquele tempo, eu não tinha tempo para leitura não! Se ia pra iscola, não conseguia comida.

Conversamos pouco! Eliseu se aproximou. Tirei algumas outras fotos, e retirei-me com lágrimas nos olhos, pela situação de Mudesto, do Tião e de tantos outros, ao Eliseu disse:

- Para estes, é que os antigos expressavam: Primum vivere deinde philosofare

Ele apenas riu! Não entendeu também, porém, no caminhão conversamos sobre o assunto!

Vamos mudar o mundo? Por onde você quer começar? O que pretende utilizar como meio de mudança? Quem deseja e almeja tais mudanças?

Para uma “grande quantidade” a regra ainda é esta: “Primum vivere deinde philosofare” e a sua qual é?

A imagem do Tião com os Aurélios é o contraste de quão perto ele esteve de ter o seu pequeno mundo mudado, mas, nem sabe do poder que tem nas mãos.


Dezembro 6, 2007

memes passados!

Arquivado em: Reconhecimento, Relacionamentos — by adaobraga @ 11:03 pm
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Estive ausente por um espaço de tempo. E vou tirar este tempo e este espaço para responder aos memes, tags, e tarefas que me indicaram. Há diversas opinões correntes quanto aos memes.

Se algum dia, tais atividades de memes e tags morrerem, o Rayol será o primeiro da lista de suspeitos.

1 – TAG: Tire um screenshot da sua Área de trabalho. que  “trata-se de tirar um screenshot da área de trabalho (desktop) para mostrar pra todo mundo.”

screen_desktop.jpg

O meu desktop está assim agora. Mas, quando Kaio chegar ele vai mudar para o que ele desejar, e quando Pedro chegar, certamente terá uma imagem diferente.

2 – O MutuMutum, do Coisa e Tralhas, e também a Beth Santana , me passaram o sêlo Blog de Elite.   selo_blog_de-elite.jpg

É um selo que reconhece, ou que eu digo, ou que são os outros que dizem que Eu tenho um Blog de Elite?

Para mim, para o sêlo ter melhor sentido, deveria ser “Você tem um blog de Elite”. Afinal,  “quem gava o toco é a coruja.”

Isto é muito para mim. Fico satisfeito. E seguindo a idéia, vou aceitar o sêlo, não como eu declarando: Eu tenho um blog de Elite, mas, aceitarei a idéia de que Beth e também o MutuMutum dizem para mim; Isso me deixa muito orgulhoso em saber que eles podem tá pensando: Adão, você tem um blog de Elite.

Se alguém me indicou para algum outro, vou procurar. Depois escrevo mais! Se você não viu o seu aqui, me avise que irei fazer uma atualização.

Ah! Os indicados: Excetuando os que me indicaram: Veridiana, Beth e Mutum, todos os demais estão convocados a fazerem a tarefa, até mesmo, o terror e futuramente, o exterminador dos memes, tags e afins: Rayol.

E vejam que agora tenho uma fã de música e de um certo cantor famoso ali do lado, é vos apresento, para quem não conhece: Magui


Os homens do Nordeste.

Arquivado em: Alma Humana, Reconhecimento, Vidas — by adaobraga @ 1:45 am
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homens_nordeste.jpg

No texto anterior, a Sarah  comentou assim:

“Fico me perguntando porque quase não aparece homem carregando lata d’agua, quase não tem homens nas filas para mantimentos, onde estão os pais de tantas crianças?????  (me refiro a reportagens) “

Eu estava pensando em escrever algo sobre os homens, e aproveito a oportunidade para repetir: o sertanejo é antes de tudo um forte” – Euclides da Cunha

Encontramos diversos homens nesta viagem. Muitos são homens jovens. Sem alfabetização ou de baixa escolaridade. Aqui tem imagens de alguns homens do Nordeste!

Em sua maioria são homens de rosto carrancudo, com aspecto sombrio, marcados pelo tempo ainda que tenham pouca idade.

È dificil a sobrevivência.

Inteligência e imaginação, capacidade logística e planejamento (curto, médio e longo prazo) é exigido de todos eles para viver e sobreviver o dia-a-dia.

São homens formados e esmerado com o que há de mais cruel na vida: a falta de alimento e a falta de água. Eles sobrevivem e lutam todos os dias.

Dos “destinos” que se cruzaram com minha vida nesta viagem, a que mais me emocionou e que mexeu com meus sentimentos de compaixão foi a de Mudesto.

Toda a carga de feijão foi guardada em delegacias, e além de trancada era vigiada pela policia local.

Na cidade de Jurema, sul do Piaui, quando entramos na cidade, fomos recebidos pelo secretário do prefeito, que  gentilmente nos conduziu ao galpão ao lado da delegacia onde a carga seria guardada e fortemente vigiada.

Antes do inicio dos serviços, chegou um homem até bem vestido.

- Senhor! – Disse a mim – eu já estava indo embora quando vi vocês vindo pra cá, eu preciso senhor trabalhar, e ter uns trocados, deixa eu fazer parte da turma que vai descarregar.

- Vou providenciar – disse a ele.

Porém, já estava tudo arranjado, e devidamente encaminhado para beneficiar um grupo seleto nomeado não sei por quem.

Eu e Eliseu assumimos a vaga dele. E asseguramos, que ele iria trabalhar e não sairia com as mãos abanando.

Foi o melhor de todos os homens que ali trabalhou! No momento de receber, porém, o policial disse que ele não tinha sido contratado, e que, o secretário do prefeito não tinha compromisso com ele, que trabalhou sem contrato, mesmo que verbal.

Os olhos dele marejaram. Empalideceu. E, Eliseu atalhou a conversa, e disse:

- Senhor secretário, esse homem ai é por minha conta, porque, eu sou um homem que meu pai ensinou a valorizar a palavra dada.

- Porque o senhor, o contratou?

- Porque eu quis contratar, porque, vi que ele tinha experiência em descarga.

O secretário ficou constrangido e pagou os R$ 10,00. Eu e Eliseu completamos o restante do dinheiro que ele precisava.

O restante do feijão que ficou no assoalho, eu sugeri que fosse dividido, entre os trabalhadores da descarga. Depois de devidamente limpo, sobrou dos 40.000 quilos de feijão, 3 sacos.

O policial negou a parte do Mudesto. E, tive que intervi junto a ele.

- Mudesto! Esse homem, (O policial) tem claras intenções de prejudicar você. Não entre numa disputa com ele por causa deste feijão.

- Mas, o senhor viu? Ele deu 1 saco para 3 homens. O outro saco ele deu pra aqueles outros 3, e não me deixou pegar nem o feijão do chão! – E em lágrimas veladas  indagou quase num sussurro: – Porque esse povo não gosta de nós, meu Deus?

Mudesto mora a 3 léguas de distância da cidade de Jurema. Perdeu a condução gratuita, e só poderia voltar pra casa ao anoitecer. Ele optou para ficar e descarregar o feijão, porque segundo ele disse-me:

- Senhor, faz mais de mês que nós compramos algumas coisa lá pra casa;

- E sua família não recebe ajuda do governo não?

- Nosso povoado senhor, só é esquecido de todos. Lá ninguém tem ajuda não. Nem do presidente, nem do prefeito.

Depois de terminado o serviço, o policial ainda o ameaçou e repetiu diversas vezes:

- Quando você ver um miserável na beira da cova, não tenha pena!! Empurre o desgraçado e tampe o buraco. Estas desgraças não podem ser ajudadas!

Ele fez referência ao fato de eu e Eliseu temos aceitado a mão-de-obra dele.

Não bateu no Mudesto porque eu intervir duas ou três vezes. Ele provocou a tal ponto de o Eliseu pensar que o Mudesto estava errado, e havia arrependido de pagar uma diária (R$ 10,00) a mais para ele. Quando expliquei-lhe toda a história de perseguição e humilhação que ele impusera ao coitado, ele quis voltar e denunciar ao prefeito a conduta do policial.

Amigos, pra ser homem neste nordeste, o cabra tem que ser forte, e homem e meio. Quando um nordestino chegar por ai, saiba que é porque não teve nenhuma outra solução fácil ou díficil que ele não tenha buscado para solucionar seus problemas.

Lembre-se: o sertanejo é antes de tudo um forte” – Euclides da Cunha

Se é díficil para as mulheres, para a maioria dos homens é díficil, duro, humilhante. A incerteza de tudo torna-os reféns de inescrupulosos homens impiedosos.

E as mulheres?

As mulheres em sua maioria é o motivo, é o bálsamo, o remédio, a inspiração pelo qual estes homens são tão fortes.

Sem mulher, não haveria homem algum que suportasse tal situação! No fim, ambos se sustentam.


Dezembro 4, 2007

Ajudar é bom?

Arquivado em: Alma Humana, Vidas — by adaobraga @ 2:31 am

Amanda - Nordeste - Piaui - BrazilSão Raimundo Nonato, no Piaui.

O Bi-trêm apresenta alguns problemas com os pneus do “cavalo” e Eliseu é obrigado a literalmente colocar a mão na roda.

Enquanto Eliseu ajuda o borracheiro, eu fui a um pequeno mercado comprar picolé. O calor estava intenso. Observe a imagem ao lado da criança. Ela estava deitada no chão. Um ventilador por perto, e mesmo assim, ela ainda tá molhadia de suor.

O mercadinho Cactus Mandacaru, tem 4 corredores de prateleiras. Há uma boa quantidade de mercadorias, no entanto, enquanto estive lá, quase a metade da tarde, observei que além da Amanda, apenas a mãe dela trabalhava no local.

Depois de termos comprado alguns picolés e refrescos, já tinhamos algum grau de intimidade com a dona do estabelecimento, a senhora Teuma.

- Teuma, você fica o dia todo sozinha neste mercado?

- Sim! Desde as sete da manhã.

- E, porque não contrata alguém pra ajudar você?

- E quem é que quer trabalhar homem de Deus, se o governo dá tudo de graça pra eles?

- E, é?

- Minino, aqui, pra arranjar alguém, que quer trabalhar, é muito sofrido. Elas preferem arranjar um macho pra fazer uns três a quatro filhos nelas; e elas ganharem seus R$ 95,00 por cabeça, é quase o mesmo tanto de um salário minimo.

- Você faz tudo aqui?

- Tudinho! – Com o sotaque típico da região – Arrumo, recebo mercadoria, vou ao banco, limpo, atendo cliente, vendo, anoto, e tudo mais.

Eliseu veio chegando e foi logo pegando um sorvete no freezer, e ousado como sempre, quis saber do que estavamos conversando:

- É a poderosa Teuma, que é empresária, empregada doméstica, mãe, dona de casa, atendente, auxiliar de serviços gerais, empilhadeira… etc.

Teuma não permitiu tirar fotos dela.

Uma senhora se feições bonitas, entre 39 e 41 anos de idade, cabelos negros claros, porém, diz que não gosta de tirar fotos. Ela permitiu-me tirar duas ou três fotos da Lu-Amanda, sua filha e reclamou muito do governo.

Eliseu então voltou ao assunto dela contratar alguém:

- E nessa cidade não tem homem pra trabalhar não?

O que ela respondeu: 

- Esse governo, meu filho, prefere sustentar esse povo com esse negócio de Bolsa Familia, e estes trouxas vivem dependendo deles. Quando acaba o dinheiro da Bolsa Família, vão pras portas das prefeituras.

- E o motivo deles fazerem tudo isto? – Indagou Eliseu!

- Ah! vai dizer que vocês não sabem??

 Quando anoiteceu, ainda voltei ao mercadinho. Teuma estava saindo e pediu-me que ficasse com Lu-Amanda, uma vez que ela não queria abandonar a mãe que precisava sair para a escola.

- E tu ainda estuda mulher! – Exclamei rindo.

- É amigo! Eu também sou estudante, porque senão, acabo que nem eles, e isso, eu não quero não, já sofro demais, com o encabrestamento, agora encabrestar eu, isso eles não vão fazer não!!!

E subindo na moto, arrancou e foi para a escola, enquanto eu fiquei brincando com a filha dela Lu-Amanda.

Vejam 5 fotos deste ocorrido!


Dezembro 1, 2007

Tanajuras!

Arquivado em: Pessoal, Reconhecimento, Vidas — by adaobraga @ 1:50 am
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TanajuraEsta é uma imagem de uma TANAJURA.

Muitas pessoas não sabem o que é uma tanajura! Conhecem apenas a designação popular como designação típica ou características de algumas mulheres, porém, apenas  com referência a bunda, tal qual a traseira deste inseto.

No dicionário Informal lemos:

- Mulher com a bunda grande;

É uma pena!

A tanajura, quando sai de sua colônia de origem, sai com o propósito de ter a sua própria colonia. Nem sempre é possível.

As tanajuras quando saem em voo nupcial, podem ser facilmente atacadas por pássaros diversos.

Há também, por aqui, e em parte do Norte de Minas Gerais, no vale do Mucuri, o prato exótico, muito apreciado, que é a FAROFA da bunda da tanajura.

Quando uma tanajura consegue alojar-se para dar inicio a sua colônia, essa primeira parte, é como ter passado na prova do vestibular, agora é que começa mesmo a faculdade.

Ela ficará longo período sem poder sair de seu lugar. Ela trás consigo, da colônia ou vida anterior, no seu interior alimento. Este é regurgitado, e também, misturado com uma porção de bolo fecal, de onde ela obtem a reprodução de fungos para alimentar suas pequenas crias.

Depois de cerca de 100 dias, quando as primeiras operárias podem sair e conseguir alimento, é que esta RAINHA irá poder ter uma “vida normal” 

Algumas vezes é obrigada pela circunstâncias dá pedaços de si para que sua colônia prospere.  Ela produz certos tipos de ovos que são, talvez,  sacrificados em favor daqueles outros primeiros postos.

Assim é a vida de muitas das mulheres que encontrei pelas estradas do Nordeste.

- Veja algumas fotos das mulheres do Nordeste Verdadeiras TANAJURAS, evidente, que não estou tecendo nenhum elogio ou comentários à bunda delas, mas, a entrega que fazem a sua família, a sua colônia, bem como a criação e manutenção da família.

Quase todas as fotos foram clicadas em movimento. Existem algumas poucas fotos desfocadas, porém visiveis.


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