Era o dia natálicio. Estavamos lá para a comemoração. Logo começamos a ouvir da sala as asperas palavras:
- Cala a boca! Desliga esse celular e volte agora!
Houve silêncio!
- Você não devia ter saido de casa sem ter me avisado. Você sabe que não gosto destas suas atitudes e manias de sair sem me dizer pra onde vai.
Novamente silêncio! Pisadas fortes e nervosas foram ouvidas. E ficamos ali na sala sem saber o que fazer com tamanho constrangimento num dia que deveria ser de alegria e satisfação.
- Agooooora! E vê se não demora!!!- Esbravejou furiosamente em palavras.
Na sala, a filha mais velha, não sabia mais onde virar o rosto, ou seja, onde colocar a cara. Pra todo canto da sala havia um amigo ou uma amiga.
Todos estavamos constrangidos e sem saber o que fazer diante da situação. Talvez pensou que com a porta do quarto fechado que nós na sala não ouviriamos. Era tão perto que não houve como não ouvir. Finalmente, a filha levantou e enxugando as lágrimas disse-nos:
- Eu não sei porque painho aguenta mainha!!! Se fosse um outro homem, já teria dado um basta nesta situação.
E o filho emendou:
- Ele é muito frouxo! Não sei o porque que ele suporta ela. É humilhante o domínio que ela tem sobre ele. Ele não pode ir na esquina sem ela dizer: Vai! ou Pode ir!!! E o pior é que quando ela diz, “Não vai”, ele senta ai e não vai mesmo!!!
Para mim, este é um dos pouquisssimos casos de submissão masculina que conheço. Mas, eu já teria sacudido o cangalha.
É inacreditável o poder que certas pessoas exerce sobre outras, e como, estas se subjugam aos desejos destas e as obedecem!

Concordo com “augustoyoh”, que levanta a questão da hipocrisia de alguns que seriam incapazes de se sentir incomodados se a situação fosse inversa. Entretanto, eu gostaria de apimentar a discussão. Sem prejuízo do necessário respeito que qualquer pessoa deve a outra, independentemente do gênero (sexo), creio que determinadas “opções” devem ser respeitadas. Eventualmente, a submissão masculina à parceira se apresenta como opção do homem que, além de a respeitar, defere a ela até mesmo o direito de direcionar suas próprias ações, e o faz voluntariamente. Essa é uma das inúmeras (e complexas) faces do AMOR que, acreditem, eu conheço e pratico. Nem por isso sinto-me menor ou infeliz. Pelo contrário, minha esposa e eu vivemos e assumimos essa relação em que ela, de personalidade forte, assume, sem hipocrisia ou falso moralismo, a condição de “cabeça do casal”.
É a minha opinião.
Nossa Augusto ……..
eu ficaria horrorizada do mesmo jeito ….por isso que falei anteriormente: “subjugo em ambos os sexos”. Eu acho isso uma falta de vergonha no seu amor-próprio…viver eternamente passando vergonhas sociais?
Ahhhhh…….não consigo me imaginar numa situação dessas.
Adão….Mutumutum saiu da blogo?
eu me pergunto quantos ficariam realmente brabos ou chateados se fosse o homem falando assim pra mulher…
acho que muitos que se incomodam, se incomodam apenas porque as posições de dominância que geralmente vemos na sociedade foram invertidas…
Adão tem sempre gente que acha esses comportamentos padrões que fazem parte do amor…é o amorrrrrrrr. Claro não o são…e com certeza a psiquatria e psicologia têm o nome da patologia.
São comportamentos anormais de gente normal – ou não.
Meu amigo respondi lá no Curvas para você.
beijos
poxa … eu não sei se aguentaria não…
eu como painho estaria longee longe já rs….
ps. valeu pela força quando receber o cd me avise .. to com medo dessas gerves dos correios rs.
Como deixei no meu espaço.
Tem pessoas que se especializam no parafuso esquerdo da roda direita do fusca…
Que deselegancia… Mas, Dandao, sabia que eu ja fiz isso? Depois quis limpar a sujeira? Ahh, foi ate bom recordar e ver a merda que eu fazia. Valeuu, por me lembrar que hoje estou bem melhor.
Bjocasss meu Dao.
A natureza humana é realmente muito complexa e diversa, podemos achar de tudo, de submissão a pessoas que usam pedaços do crânio do amigo como colar ou serial killers que querem completar um tabuleiro de xadrez.
Acho essas coisas desagradáveis e de um mal gosto fora de série. Até hoje nao estou habituada a assistir essas coisas.
Uma vez estava numa reunião de amigos e vi uma cena dessas…me levantei na hora e fui embora. As pessoas que conheço e que passaram por esse subjugo (em ambos os sexos) já se libertaram.
Vamos combinar que essas coisas são desnecessárias não é mesmo? Principalmente em público como se em cima de um palco estivessem.
bjs e boa semana para ti
olá adão! andei sumida um pouco pois o meu modem da internet avariou e so ontem é k comprei novo aparelho. sabes eu tenho um caso desses na familia k´é com o irmão da minha mãe e me dá confusão como ele se sujeita á mulher e já de nova k eu reparo nisso , me lembro de ter os meus 14 anos e atrmos todos num almoço e ele pedir autorização há mulher pa tirar mais comida , aquilo ficou marcado na minha memori a até hoje,achei simplesmente ridiculo pq nao tava habituada a assistir a nada parecido entre os meus pais:) ainda bem k a minha mae nao ´e como o irmão pq de feitio eu sou gémea da minha mãe e nunca na vida iria me sujeitar a certas coisas:)
bjo e vai voltando sempre
carla granja